26/02/2017
Foto: Aristeu Chagas
A folia do Carnaval do Pelô continuou pelas ruas na noite deste domingo (26). A Bandinha do Guima, a Escola de Samba Unidos de Itapuã, do projeto Ruas do Pelô, e os blocos Leva Eu, Fogueirão e Olorum Baba Mi, do projeto Ouro Negro, saíram em desfile no início da noite, arrastando os foliões.
A Bandinha do Guima, que já sai há oito anos pelas ruas do Pelô, reuniu neste domingo 13 integrantes (oito de percussão e 5 de sopro) com um repertório variado, para animar os foliões que transitavam pelo local, puxando algumas pessoas que acompanharam desde o Terreiro de Jesus.
A Escola de Samba de Itapuã, que se encontra todas as sextas e sábados para ensaiar na sede em Itapuã, também saiu em desfile. “Quem quer participar do grupo é só chegar para os ensaios”, informa o diretor, Pablo Motta. O grupo já existe há 10 anos e há 5 desfila no Carnaval do Pelô. A Escola reúne participantes de todas as idades, de crianças até idosos de 70 anos.
Ouro Negro mostra beleza dos blocos-afro
O bloco Olorum Baba Mi, que surgiu com o objetivo de unir moradores da Caixa D’água para pular o carnaval, desfilou mais um ano no circuito Batatinha, através do projeto Ouro Negro. O bloco acabou virando um centro de projetos sociais onde acontecem oficinas de dança, artes plásticas, capoeira e música.
O Bloco Leva Eu, surgiu de um grupo de samba de roda que, no Engenho Velho de Brotas, reuniu mais de 400 pessoas no início da noite de domingo (26), no Terreiro de Jesus. O bloco, que também faz parte do projeto Ouro Negro do Carnaval da Cultura da SecultBA, desfila no circuito desde 2011.
Já o bloco Fogueirão, que existe desde 1987, desfilou na noite deste domingo, após concentração no Largo Terreiro de Jesus, no Pelô. Quando não é tempo de carnaval, o bloco continua fazendo folia nos bairros da Liberdade, Engenho Velho de Brotas e Cajazeiras.
CARNAVAL DA CULTURA
O Carnaval da Cultura é o carnaval da democracia e da diversidade e do folião pipoca, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca, Carnaval Ouro Negro e Outros Carnavais. A programação completa de nossa festa está disponível nos sites www.cultura.ba.gov.br e www.carnaval.bahia.com.br.
A Bandinha do Guima, que já sai há oito anos pelas ruas do Pelô, reuniu neste domingo 13 integrantes (oito de percussão e 5 de sopro) com um repertório variado, para animar os foliões que transitavam pelo local, puxando algumas pessoas que acompanharam desde o Terreiro de Jesus.
A Escola de Samba de Itapuã, que se encontra todas as sextas e sábados para ensaiar na sede em Itapuã, também saiu em desfile. “Quem quer participar do grupo é só chegar para os ensaios”, informa o diretor, Pablo Motta. O grupo já existe há 10 anos e há 5 desfila no Carnaval do Pelô. A Escola reúne participantes de todas as idades, de crianças até idosos de 70 anos.
Ouro Negro mostra beleza dos blocos-afro
O bloco Olorum Baba Mi, que surgiu com o objetivo de unir moradores da Caixa D’água para pular o carnaval, desfilou mais um ano no circuito Batatinha, através do projeto Ouro Negro. O bloco acabou virando um centro de projetos sociais onde acontecem oficinas de dança, artes plásticas, capoeira e música.
O Bloco Leva Eu, surgiu de um grupo de samba de roda que, no Engenho Velho de Brotas, reuniu mais de 400 pessoas no início da noite de domingo (26), no Terreiro de Jesus. O bloco, que também faz parte do projeto Ouro Negro do Carnaval da Cultura da SecultBA, desfila no circuito desde 2011.
Já o bloco Fogueirão, que existe desde 1987, desfilou na noite deste domingo, após concentração no Largo Terreiro de Jesus, no Pelô. Quando não é tempo de carnaval, o bloco continua fazendo folia nos bairros da Liberdade, Engenho Velho de Brotas e Cajazeiras.
CARNAVAL DA CULTURA
O Carnaval da Cultura é o carnaval da democracia e da diversidade e do folião pipoca, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca, Carnaval Ouro Negro e Outros Carnavais. A programação completa de nossa festa está disponível nos sites www.cultura.ba.gov.br e www.carnaval.bahia.com.br.