27/02/2017
O penúltimo dia do Carnaval Ouro Negro foi aberto pelo desfile dos blocos Celebração na Palma da Mão, Didá e Saudade. Com muita alegria, as três agremiações passaram pelo Circuito Osmar (Campo Grande), nesta segunda-feira (27), animando associados e foliões pipoca. O primeiro a pisar na passarela foi o Bloco Celebração na Palma da Mão que fez homenagem aos 100 anos do samba. Os 500 associados dançaram ao som do samba acústico. Sem cordas e sem trio, o bloco comandado pelo grupo Celebração do Samba seguiu rumo ao Centro Histórico onde encerrou o desfile.
Idealizado pelo radialista carioca João Sá, o bloco visa à valorização do samba no Carnaval de Salvador. “Queremos a raiz do samba no Carnaval. Saímos cedinho com nossa música acústica para que todos possam nos ouvir”, explica João, presidente do bloco, que há seis anos integra a programação da Folia de Momo na capital baiana. Logo em seguida veio o Bloco Didá que ganhou as ruas no seu segundo dia de desfile. Com o tema "Real Realeza - Toda Mulher Negra é uma Rainha Quilombola", meninas, adolescentes, mulheres e idosas agitaram o Campo Grande.

Percussão do Bloco Didá | Foto: André Frutuoso
Na passagem pela Casa de Itália, a banda formada por 14 mulheres percussionistas relembrou antigos sucessos da música baiana e cantou também os pagodes da atualidade. Puxadas pela ala de baianas e de dançarinas, as foliãs levaram muita alegria para o circuito. A presidente do bloco, Débora Souza, destaca que o Didá é gratuito, por isso, possibilita que muitas mulheres carentes possam curtir o Carnaval. “Levamos alegria para nossas mulheres, além de trazer à baila uma discussão importante que é a questão do empoderamento feminino”, destacou.
Se o assunto é alegria, o Bloco da Saudade não poderia ficar de fora. Atrás do Didá estava ele e toda a animação dos seus 1.500 associados, a maioria pessoas da terceira idade na faixa etária entre 60 e 90 anos. Ao som de marchinhas e hits de antigos carnavais, o Bloco da Saudade encerrou sua participação no Carnaval, no segundo dia de desfile. As irmãs, Maria das Graças (84 anos) e Maria da Conceição (73 anos), que saem no bloco há dez anos, garantem que lugar melhor não há. “Aqui curtimos o verdadeiro carnaval, matamos a saudade”, brincou uma delas. Esse foi o 31º ano do Bloco da Saudade no Carnaval da Bahia.
CARNAVAL DA CULTURA
O Carnaval da Cultura é o carnaval da democracia e da diversidade e do folião pipoca, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca, Carnaval Ouro Negro e Outros Carnavais. A programação completa de nossa festa está disponível nos sites www.cultura.ba.gov.br e www.carnaval.bahia.com.br
Idealizado pelo radialista carioca João Sá, o bloco visa à valorização do samba no Carnaval de Salvador. “Queremos a raiz do samba no Carnaval. Saímos cedinho com nossa música acústica para que todos possam nos ouvir”, explica João, presidente do bloco, que há seis anos integra a programação da Folia de Momo na capital baiana. Logo em seguida veio o Bloco Didá que ganhou as ruas no seu segundo dia de desfile. Com o tema "Real Realeza - Toda Mulher Negra é uma Rainha Quilombola", meninas, adolescentes, mulheres e idosas agitaram o Campo Grande.

Percussão do Bloco Didá | Foto: André Frutuoso
Na passagem pela Casa de Itália, a banda formada por 14 mulheres percussionistas relembrou antigos sucessos da música baiana e cantou também os pagodes da atualidade. Puxadas pela ala de baianas e de dançarinas, as foliãs levaram muita alegria para o circuito. A presidente do bloco, Débora Souza, destaca que o Didá é gratuito, por isso, possibilita que muitas mulheres carentes possam curtir o Carnaval. “Levamos alegria para nossas mulheres, além de trazer à baila uma discussão importante que é a questão do empoderamento feminino”, destacou.
Se o assunto é alegria, o Bloco da Saudade não poderia ficar de fora. Atrás do Didá estava ele e toda a animação dos seus 1.500 associados, a maioria pessoas da terceira idade na faixa etária entre 60 e 90 anos. Ao som de marchinhas e hits de antigos carnavais, o Bloco da Saudade encerrou sua participação no Carnaval, no segundo dia de desfile. As irmãs, Maria das Graças (84 anos) e Maria da Conceição (73 anos), que saem no bloco há dez anos, garantem que lugar melhor não há. “Aqui curtimos o verdadeiro carnaval, matamos a saudade”, brincou uma delas. Esse foi o 31º ano do Bloco da Saudade no Carnaval da Bahia.
CARNAVAL DA CULTURA
O Carnaval da Cultura é o carnaval da democracia e da diversidade e do folião pipoca, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca, Carnaval Ouro Negro e Outros Carnavais. A programação completa de nossa festa está disponível nos sites www.cultura.ba.gov.br e www.carnaval.bahia.com.br