27/03/2017
Com objetivo de formar e requalificar jovens negros e pardos em gestão cultural, o Projeto Ori selecionou 250 alunos, a maioria deles do interior do Estado, com idade entre 19 e 30 anos para adquirir conhecimento em áreas como História da África, Políticas Públicas para afrodescendentes, gestão da cultura, legislação do terceiro setor, projetos de empreendedorismo, economia criativa, entre outros.
A aula inaugural acontece nesta sexta-feira (31), às 19 horas, no Auditório da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, no Canela. A iniciativa é apoiada pelo Fundo de Cultura da Bahia (secretarias da Cultura e da Fazenda), através do Setorial de Formação e Qualificação em Cultura 2016.
Segundo a coordenadora do Projeto, a jornalista e mestre em Cultura, Joana Fialho, o curso é reconhecido como de extensão e contará com carga horária de 30 horas, sendo dividido em 13 módulos. "O foco é capacitar jovens afrodescendentes para que se tornem multiplicadores. Ao final, todos terão que apresentar e defender um projeto para ter acesso ao certificado".
O Ori é uma realização do Instituto Iris – Instituto de Responsabilidade e Investimento Social - Instituto Brasileiro de Diversidade e Instituto de Mídia Étnica, com apoio do Baobá e Faculdade de Educação da UFBa, que concederá o certificado. A ideia, explica Joana Fialho, surgiu em 2010, com o professor Hélio Santos, objetivando capacitar jovens para lidar com a riqueza e diversidade do patrimônio baiano, tendo como perspectiva a mobilidade social voltada para suas comunidades de origem.
A pretensão é formar uma nova rede de jovens afro-descendentes habilitados a potencializar a economia da cultura, reunindo conhecimento sobre aspectos históricos, econômicos e políticos do mercado cultural da Bahia. "Vamos contar com workshops, palestras e visitas técnicas que envolvam relações raciais e de gênero, visando valorizar e fortalecer a cultura afro-brasileira e a equidade de gênero". O curso conta também com as parcerias da Universidade Federal do Recôncavo e Casa do Samba (Santo Amaro) e Universidade Estadual de Santa Cruz (Ilhéus), onde também ocorrerão atividades.
O superintendente de Promoção Cultural da Secretaria da Cultura da Bahia, Alexandre Simões, avalia que o curso atende os ideais do setorial de Formação e Qualificação em Cultura, formando jovens multiplicadores para questões sensíveis da cidadania, como as que envolvem gênero e raça, estendendo a uma rede de projetos. "Certamente, esses jovens vão ampliar o debate e serão multiplicadores em suas comunidades de origem".
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) - Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
A aula inaugural acontece nesta sexta-feira (31), às 19 horas, no Auditório da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, no Canela. A iniciativa é apoiada pelo Fundo de Cultura da Bahia (secretarias da Cultura e da Fazenda), através do Setorial de Formação e Qualificação em Cultura 2016.
Segundo a coordenadora do Projeto, a jornalista e mestre em Cultura, Joana Fialho, o curso é reconhecido como de extensão e contará com carga horária de 30 horas, sendo dividido em 13 módulos. "O foco é capacitar jovens afrodescendentes para que se tornem multiplicadores. Ao final, todos terão que apresentar e defender um projeto para ter acesso ao certificado".
O Ori é uma realização do Instituto Iris – Instituto de Responsabilidade e Investimento Social - Instituto Brasileiro de Diversidade e Instituto de Mídia Étnica, com apoio do Baobá e Faculdade de Educação da UFBa, que concederá o certificado. A ideia, explica Joana Fialho, surgiu em 2010, com o professor Hélio Santos, objetivando capacitar jovens para lidar com a riqueza e diversidade do patrimônio baiano, tendo como perspectiva a mobilidade social voltada para suas comunidades de origem.
A pretensão é formar uma nova rede de jovens afro-descendentes habilitados a potencializar a economia da cultura, reunindo conhecimento sobre aspectos históricos, econômicos e políticos do mercado cultural da Bahia. "Vamos contar com workshops, palestras e visitas técnicas que envolvam relações raciais e de gênero, visando valorizar e fortalecer a cultura afro-brasileira e a equidade de gênero". O curso conta também com as parcerias da Universidade Federal do Recôncavo e Casa do Samba (Santo Amaro) e Universidade Estadual de Santa Cruz (Ilhéus), onde também ocorrerão atividades.
O superintendente de Promoção Cultural da Secretaria da Cultura da Bahia, Alexandre Simões, avalia que o curso atende os ideais do setorial de Formação e Qualificação em Cultura, formando jovens multiplicadores para questões sensíveis da cidadania, como as que envolvem gênero e raça, estendendo a uma rede de projetos. "Certamente, esses jovens vão ampliar o debate e serão multiplicadores em suas comunidades de origem".
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) - Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.