10/04/2017

Imagine aprender quatro técnicas fotográficas experimentais com profissionais capacitados dentro de um vagão de trem e não pagar nada por isso. Essa é a proposta do projeto FotoTrem que teve inicio no dia 03 deste mês e segue até o dia 20, dando prosseguimento à primeira etapa: capacitação de multiplicadores. Já a segunda etapa vai de 17 a 20 de abril, com oficina mediante convocatória.
As oficinas vão ocorrer das 09h às 13h e das 14h às 17h, com almoço oferecido pelo projeto, na Estação Ferroviária da Calçada e em um vagão de trem transformado em uma câmera obscura penetrável, capaz de capturar fotografias analógicas em preto e branco. Os quatro processos fotográficos das oficinas serão ensinados pelo Lab Clube do Coletivo Filé de Peixe/RJ, representado por Fernanda Antoun e Alex Topini.
O núcleo foi convidado pela fotógrafa Rosa Bunchaft, idealizadora do projeto, para criar uma interlocução local e formar multiplicadores, visando à criação de um laboratório fotográfico sustentável na Bahia. “O objetivo do projeto é disseminar e fomentar o uso criativo da fotografia experimental como poética artística, articulando a historia da fotografia e da ferrovia numa perspectiva voltada para questões e práticas da contemporaneidade”, destaca Bunchaft.
Para participar das oficinas, é preciso ter mais de 16 anos, e possuir interesse, estudar ou trabalhar com fotografia, arte e/ou educação. Além disso, a preferência é de que sejam moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador, Cidade Baixa e adjacências.
O projeto FotoTrem tem apoio financeiro do Governo do Estado através do Fundo de Cultura da Secretaria da Fazenda e da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, via Edital nº06/2016 - Setorial de Artes Visuais 2016.
Um dos principais focos do projeto que acontecerá entre os meses de abril e julho é ter no vagão de trem seu principal dispositivo: câmera e laboratório. A partir deste “vagão lambe-lambe” fotos gigantes surgem através de uma técnica desenvolvida pela artista e fotógrafa Rosa Bunchaft, que apresenta ao público uma série de registros da ferrovia, tendo por inspiração o trabalho de Benjamin Mullock (1829 - 1863).
Além da Capacitação de Multiplicadores e Socialização em Processos Fotográficos Experimentais, Rosa Bunchaft realizará quatro oficinas de fotografia pinhole com lata em parceria com coletivos e espaços culturais do entorno da ferrovia. No último mês do projeto, julho, uma exposição fotográfica será instalada na Estação Ferroviária da Calçada e reunirá todos os resultados de captura e oficinas desenvolvidas pelo FotoTrem. A exposição ficará em cartaz por quatro semanas, sendo aberta ao público e contará com visitas guiadas.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br
As oficinas vão ocorrer das 09h às 13h e das 14h às 17h, com almoço oferecido pelo projeto, na Estação Ferroviária da Calçada e em um vagão de trem transformado em uma câmera obscura penetrável, capaz de capturar fotografias analógicas em preto e branco. Os quatro processos fotográficos das oficinas serão ensinados pelo Lab Clube do Coletivo Filé de Peixe/RJ, representado por Fernanda Antoun e Alex Topini.
O núcleo foi convidado pela fotógrafa Rosa Bunchaft, idealizadora do projeto, para criar uma interlocução local e formar multiplicadores, visando à criação de um laboratório fotográfico sustentável na Bahia. “O objetivo do projeto é disseminar e fomentar o uso criativo da fotografia experimental como poética artística, articulando a historia da fotografia e da ferrovia numa perspectiva voltada para questões e práticas da contemporaneidade”, destaca Bunchaft.
Para participar das oficinas, é preciso ter mais de 16 anos, e possuir interesse, estudar ou trabalhar com fotografia, arte e/ou educação. Além disso, a preferência é de que sejam moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador, Cidade Baixa e adjacências.
O projeto FotoTrem tem apoio financeiro do Governo do Estado através do Fundo de Cultura da Secretaria da Fazenda e da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, via Edital nº06/2016 - Setorial de Artes Visuais 2016.
Um dos principais focos do projeto que acontecerá entre os meses de abril e julho é ter no vagão de trem seu principal dispositivo: câmera e laboratório. A partir deste “vagão lambe-lambe” fotos gigantes surgem através de uma técnica desenvolvida pela artista e fotógrafa Rosa Bunchaft, que apresenta ao público uma série de registros da ferrovia, tendo por inspiração o trabalho de Benjamin Mullock (1829 - 1863).
Além da Capacitação de Multiplicadores e Socialização em Processos Fotográficos Experimentais, Rosa Bunchaft realizará quatro oficinas de fotografia pinhole com lata em parceria com coletivos e espaços culturais do entorno da ferrovia. No último mês do projeto, julho, uma exposição fotográfica será instalada na Estação Ferroviária da Calçada e reunirá todos os resultados de captura e oficinas desenvolvidas pelo FotoTrem. A exposição ficará em cartaz por quatro semanas, sendo aberta ao público e contará com visitas guiadas.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br
SERVIÇO
Oficinas de Capacitação de Multiplicadores e Socialização em Processos Fotográficos Experimentais Data: 03 a 20 de abril
Horário: das 09h às 13h e das 14h às 17h
Local: Estação Ferroviária da Calçada, Salvador
Valor: gratuito, as inscrições encerram no dia 09 de abril