17/04/2017

Com abertura nesta terça-feira (18), a partir das 19h, a Galeria Paulo Darzé recebe a exposição e lançamento de livro O Eixo de Oju de Aristides Alves, que comemora 40 anos de fotografia. O livro conta com cinco ensaios autorais que permearam a sua trajetória, sendo três inéditos, acompanhado de um prefácio de Diógenes Moura, escritor e curador de fotografia, e uma exposição com 40 trabalhos em p/b e cor, com dimensões variadas. A exposição permanece aberta ao público até o dia 13 de maio, das 9 às 19 horas.
O livro - O primeiro dos ensaios é inspirado num conto Yorubá - uma ave desprezada por não possuir nenhum encantamento, encontra na floresta sagrada um velho abandonado e doente. Após sete dias alimentando e cuidando do ancião, ele se revela Obatalá, e, como agradecimento, pintando-a com Efun, transformando-a no animal mais importante do culto dos Orixás ETU, a galinha d’angola.
Com o título “Outros”, o segundo mostra as imagens realizadas no período entre 1994 a 2015, onde descontextualiza elementos e objetos do seu universo cultural associando-os ao corpo nu, criando uma nova estrutura visual - o corpo que se tem é a consistência da realidade. Este ensaio se revela um passeio pelo universo afro-baiano e influências adjacentes.
Ainda nos inéditos temos “Tríade”, seleção de fotografias realizadas nos últimos 10 anos, entre Belém do Pará e Sul da Bahia, o litoral e o sertão. Cada foto extrapola o contexto do ensaio de origem, ativa uma história e um espaço próprios que vão além do aparente. Cada conjunto propõe um patamar de reflexão.
Os outros dois ensaios apresentam um conjunto de imagens entre 1998 e 2016 influenciadas pela leitura do livro ‘A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen’, de Eugen Herrigel, e de uma oficina de fotografia feita com Paulo Leminski – ‘O Hai Kai e a Fotografia’. São pequenos recortes com as minúcias de luz/sombra, claro/escuro, figura/fundo, resultantes do trabalho na contemplação solitária de centros urbanos.
Trajetória - Aristides Alves nasceu em Belo Horizonte. Desde 1972 mora em Salvador, onde se formou em Jornalismo e Comunicação pela Universidade Federal da Bahia. Realizou a exposição coletiva Fotobahia (1978/1984); foi coordenador do Núcleo de Fotografia da Fundação Cultural do Estado da Bahia, produziu e editou o livro “A Fotografia na Bahia (1839/2006)”. Criou a primeira agência baiana de fotografia, a ASA, e foi correspondente da agência paulista de fotojornalismo F4. Ensina fotografia, trabalha com pesquisa, curadoria e montagem de exposições. Realizou diversas exposições individuais e participou de importantes coletivas no Brasil e no exterior. Tem 13 livros autorais publicados, dedicados à investigação da paisagem humana e natural do Brasil.
O Eixo de Oju tem projeto editorial e fotografia: Aristides Alves; curadoria e texto: Diógenes Moura; projeto Gráfico e editoração: 2Designers; tratamento de imagens: Erik Lingerfelt; Revisão de texto: Dalila Pinheiro; e produção e coordenação: Asa Foto Ltda, com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura das Secretarias da Fazenda e de Cultura.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
O livro - O primeiro dos ensaios é inspirado num conto Yorubá - uma ave desprezada por não possuir nenhum encantamento, encontra na floresta sagrada um velho abandonado e doente. Após sete dias alimentando e cuidando do ancião, ele se revela Obatalá, e, como agradecimento, pintando-a com Efun, transformando-a no animal mais importante do culto dos Orixás ETU, a galinha d’angola.
Com o título “Outros”, o segundo mostra as imagens realizadas no período entre 1994 a 2015, onde descontextualiza elementos e objetos do seu universo cultural associando-os ao corpo nu, criando uma nova estrutura visual - o corpo que se tem é a consistência da realidade. Este ensaio se revela um passeio pelo universo afro-baiano e influências adjacentes.
Ainda nos inéditos temos “Tríade”, seleção de fotografias realizadas nos últimos 10 anos, entre Belém do Pará e Sul da Bahia, o litoral e o sertão. Cada foto extrapola o contexto do ensaio de origem, ativa uma história e um espaço próprios que vão além do aparente. Cada conjunto propõe um patamar de reflexão.
Os outros dois ensaios apresentam um conjunto de imagens entre 1998 e 2016 influenciadas pela leitura do livro ‘A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen’, de Eugen Herrigel, e de uma oficina de fotografia feita com Paulo Leminski – ‘O Hai Kai e a Fotografia’. São pequenos recortes com as minúcias de luz/sombra, claro/escuro, figura/fundo, resultantes do trabalho na contemplação solitária de centros urbanos.
Trajetória - Aristides Alves nasceu em Belo Horizonte. Desde 1972 mora em Salvador, onde se formou em Jornalismo e Comunicação pela Universidade Federal da Bahia. Realizou a exposição coletiva Fotobahia (1978/1984); foi coordenador do Núcleo de Fotografia da Fundação Cultural do Estado da Bahia, produziu e editou o livro “A Fotografia na Bahia (1839/2006)”. Criou a primeira agência baiana de fotografia, a ASA, e foi correspondente da agência paulista de fotojornalismo F4. Ensina fotografia, trabalha com pesquisa, curadoria e montagem de exposições. Realizou diversas exposições individuais e participou de importantes coletivas no Brasil e no exterior. Tem 13 livros autorais publicados, dedicados à investigação da paisagem humana e natural do Brasil.
O Eixo de Oju tem projeto editorial e fotografia: Aristides Alves; curadoria e texto: Diógenes Moura; projeto Gráfico e editoração: 2Designers; tratamento de imagens: Erik Lingerfelt; Revisão de texto: Dalila Pinheiro; e produção e coordenação: Asa Foto Ltda, com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura das Secretarias da Fazenda e de Cultura.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.