08/05/2017

Foto: Elias Mascarenhas
Em decreto de n° 17.590, publicado na última quinta-feira (4), o governador da Bahia, Rui Costa, reconheceu como Patrimônio Imaterial da Bahia, a Festa de Nossa Senhora D’Ajuda. A manifestação cultural da Cidade de Cachoeira agora será registrada no Livro de Registro Especial dos Eventos e Celebrações do Estado. O pedido de registro havia sido aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC) após o processo ter sido encaminhado ao CEC pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).
No CEC, o parecer que recomendou o registro especial da Festa de Nossa Senhora D’Ajuda, de autoria do conselheiro Edvaldo Gomes Vivas, foi primeiro aprovado na Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural, seguido pela aprovação em plenária.
O conselheiro baseou seu parecer no fato de a celebração ter sido iniciada em Cachoeira no ano de 1870, sendo mantida até os dias atuais como exemplo de devoção mariana (culto católico voltado à mãe de Jesus Cristo).
Ainda no seu relatório, o conselheiro assinalou que a adoração à santa chegou ao Brasil já com o desembarque de Tomé de Souza, no posto de governador-geral, em Salvador no ano de 1549.
Em Cachoeira, as celebrações de fé em torno de Nossa Senhora foram reconhecidas pela comunidade como manifestação católica acrescida de expressivos conteúdos africanos, como o uso de cabeçorras e máscaras conhecidas como mandus.
“A Festa D’Ajuda é uma lindíssima representação simbólica da baianidade. É uma referência cultural, foi transmitida pelas gerações e tem sido dinâmica ao longo da sua história. É verdadeiramente uma celebração única na Bahia”, assinalou Vivas.
A Irmandade de Nossa Senhora D’Ajuda emitiu uma nota de agradecimento pelo reconhecimento como Patrimônio Imaterial da Bahia
CARTA DE AGRADECIMENTO
A Irmandade de Nossa Senhora D’Ajuda, não poderia deixar de agradecer ao Governo do Estado da Bahia/IPAC, pelo registro da festa de Nossa Senhora D’Ajuda da Cidade da Cachoeira-Ba, como Patrimônio Imaterial da Bahia, através do DECRETO N 17.590 de 04 de maio de 2017.
Este é o fruto do trabalho de pesquisa desempenhado ao longo do tempo pela Irmandade na Cúria Metropolitana, Arquivo Municipal e Comunidade cachoeirana, no recolhimento de documentos e fotografias para servirem de subsídios para a garantia da elaboração do dossiê da festa.
A Irmandade de Nossa Senhora D’Ajuda, vem agradecer direta e indiretamente a comunidade cachoeirana que apoiaram e colaboraram com o fornecimento de informações, depoimentos e outros materiais cedidos, que serviram para enriquecer com o sucesso o reconhecimento deste registro, em especial a: Cônego Hélio Vilas Boas, Kleber Reis, Elias Mascarenhas, Dona Dalva do Samba, Cacau Nascimento, Dona Carmelita, Elza do Doce, Raimundo Cerqueira, Erivaldo Brito, Jorge Ramos, Raimundo Coelho, Annita e Regina Queiroz.
Concluímos que o registro da festa é uma grande vitória para o povo de Cachoeira que tem a festa de Nossa Senhora D’Ajuda como uma das mais antigas manifestações religiosa e popular do Recôncavo Baiano, uma festa genuinamente cachoeirana.
Preservar é um dever de todos!
Cachoeira, 07 de maio de 2017.
No CEC, o parecer que recomendou o registro especial da Festa de Nossa Senhora D’Ajuda, de autoria do conselheiro Edvaldo Gomes Vivas, foi primeiro aprovado na Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural, seguido pela aprovação em plenária.
O conselheiro baseou seu parecer no fato de a celebração ter sido iniciada em Cachoeira no ano de 1870, sendo mantida até os dias atuais como exemplo de devoção mariana (culto católico voltado à mãe de Jesus Cristo).
Ainda no seu relatório, o conselheiro assinalou que a adoração à santa chegou ao Brasil já com o desembarque de Tomé de Souza, no posto de governador-geral, em Salvador no ano de 1549.
Em Cachoeira, as celebrações de fé em torno de Nossa Senhora foram reconhecidas pela comunidade como manifestação católica acrescida de expressivos conteúdos africanos, como o uso de cabeçorras e máscaras conhecidas como mandus.
“A Festa D’Ajuda é uma lindíssima representação simbólica da baianidade. É uma referência cultural, foi transmitida pelas gerações e tem sido dinâmica ao longo da sua história. É verdadeiramente uma celebração única na Bahia”, assinalou Vivas.
A Irmandade de Nossa Senhora D’Ajuda emitiu uma nota de agradecimento pelo reconhecimento como Patrimônio Imaterial da Bahia
CARTA DE AGRADECIMENTO
A Irmandade de Nossa Senhora D’Ajuda, não poderia deixar de agradecer ao Governo do Estado da Bahia/IPAC, pelo registro da festa de Nossa Senhora D’Ajuda da Cidade da Cachoeira-Ba, como Patrimônio Imaterial da Bahia, através do DECRETO N 17.590 de 04 de maio de 2017.
Este é o fruto do trabalho de pesquisa desempenhado ao longo do tempo pela Irmandade na Cúria Metropolitana, Arquivo Municipal e Comunidade cachoeirana, no recolhimento de documentos e fotografias para servirem de subsídios para a garantia da elaboração do dossiê da festa.
A Irmandade de Nossa Senhora D’Ajuda, vem agradecer direta e indiretamente a comunidade cachoeirana que apoiaram e colaboraram com o fornecimento de informações, depoimentos e outros materiais cedidos, que serviram para enriquecer com o sucesso o reconhecimento deste registro, em especial a: Cônego Hélio Vilas Boas, Kleber Reis, Elias Mascarenhas, Dona Dalva do Samba, Cacau Nascimento, Dona Carmelita, Elza do Doce, Raimundo Cerqueira, Erivaldo Brito, Jorge Ramos, Raimundo Coelho, Annita e Regina Queiroz.
Concluímos que o registro da festa é uma grande vitória para o povo de Cachoeira que tem a festa de Nossa Senhora D’Ajuda como uma das mais antigas manifestações religiosa e popular do Recôncavo Baiano, uma festa genuinamente cachoeirana.
Preservar é um dever de todos!
Cachoeira, 07 de maio de 2017.