07/07/2017
Foto: Ascom CEC/Divulgação
Durante discurso de posse na manhã de quinta-feira, 06, a nova mesa diretora do Conselho de Cultura do Estado da Bahia (CEC) ressaltou a importância dos debates e das ações articuladas pelo Conselho para fortalecer o sistema de políticas culturais da Bahia.
A cerimônia que empossou Emílio Tapioca, presidente, e Ana Vaneska, vice-presidente, para o biênio compreendido entre julho de 2017-2019, contou com a presença do secretário de Cultura do Estado (Secult), Jorge Portugal; da presidente da Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviços Públicos da Assembléia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Fabíola Mansur; do presidente da Comissão de Cultura da Câmara Legislativa de Salvador, vereador Silvio Humberto; além de representantes de diversos organismos da sociedade civil.
Abrindo as atividades do dia, o secretário Jorge Portugal destacou a necessidade da participação e apoio do conselho na defesa de bandeiras que considera de interesse comum. “Temos pela frente o desafio de reformular o instrumento do Fazcultura e do Fundo de Cultura, além de conseguir fazer aprovar a garantia da aplicação de 1,5% do orçamento do Estado para a Cultura, são missões cruciais”, declarou.
Em seu discurso Tapioca frisou a necessidade de efetividade das atividades desenvolvidas pelo Conselho. “Nosso comprometimento tem que ir além de apresentações de planos, ele precisa se fazer valer. E é especialmente por meio do fortalecimento e aprimoramento das leis de fomento que nós vamos construir o acesso aos bens e serviços culturais no Estado e nos municípios” afirmou.

Foto: Ascom CEC/Divulgação
Nova vice-presidente, Ana Vaneska aproveitou para assinalar o enriquecimento do debate das políticas culturais por via do Conselho, dada a diversidade de seus membros e propósitos.
“A construção coletiva é difícil. Quando nos propomos a reunir e representar 27 territórios de identidade do Estado, segmentos culturais diferentes, com representantes com trajetórias distintas, estamos então falando e construindo também por via da diversidade política, mas, especialmente, da diversidade cultural da Bahia. É um processo muito rico”, defendeu em seu discurso de posse.
A cerimônia de posse marcou ainda a despedida dos conselheiros territoriais (titular e suplente, respectivamente): Tito da Silva e Maria Fulgência Silva Bonfim; José Vagner Araújo Lavor e Marina Silva Fraga; Virginia Coronago e Ana Patrícia de Brito Carvalho Freitas; Jorge Baptista Carrano e Romilse Rodrigues Silva; Raimundo Nonato Lopes Pereira e Ramoncly Santos Guilherme.
Já como conselheiros de segmentos se despediram (titular e suplente, respectivamente): Nilo Silva Trindade e Alda Fátima de Souza; Francisco Javier Ulpiano Alfaya Rodrigues e Fernanda Júlia Barbosa; Wilson Mário Farias Santana e Rodrigo Rocha Pita; Nadja Vladi Cardoso Gumes e Luiz Carlos Menezes Dantas; Adnil Batista de Souza e Hamilton Ferreira de Oliveira.
Seus mandatos se encerraram e uma nova eleição a ser organizada pela Secult deve ser realizada em breve para substituí-los por novos representantes da sociedade civil.
“Este conselho segue aberto a todos os conselheiros que hoje se despedem e também a todos aqueles que constroem a cultura baiana. É pelo caminho da palavra, do discurso, do planejamento e da ação que vamos continuar fazendo que o Conselho siga como uma referência nacional” fez questão de destacar Tapioca.
A deputada Fabíola Mansur, que preside a Comissão de Cultura da ALBA e em breve assumirá a vaga de conselheira, representando a Assembleia destacou a disposição de contribuir para as demandas da sociedade civil junto aos poderes públicos.
“Nosso entendimento de democracia participativa é por meio do fortalecimento dos conselhos estaduais, sobretudo a Cultura que é uma política estruturante. O Conselho deve ser a distância mais curta entre a sociedade civil e a construção de políticas democráticas e interiorizadas de Cultura como forma mesmo de desenvolvimento de nosso Estado. Temos que aumentar o orçamento e cuidar dos diversos territórios. Nesse sentido temos ainda que fortalecer e em muitos casos implantar efetivamente os sistemas, fundos e planos de cultura dos municípios”, defendeu Mansur.
Participaram ainda da cerimônia de posse Márcio Bacelar e Cilene Santana, representantes do Centro Cultural Plataforma; Edvan Moreira, pela Sociedade 1º de Maio; Patricia Barbosa Sanches da ONG Avante/ Projeto Estação Subúrbio; Alessandra Almeida, pelo Conselho Regional de Psicologia; Rose Lima, diretora do Teatro Castro Alves/Funceb; Maria Iris da Silveira e Kuka Matos também representando a Funceb; Jorge Baptista Carrano, escritor, poeta e cronista; Mariângela de Mattos da Fundação Pedro Calmon; e Critiana Gonçalves do Fórum de Cultura da Bahia.
Conselho Estadual de Cultura - Composto por 60 conselheiros (30 titulares e 30 suplentes), o Conselho Estadual de Cultura do Estado da Bahia (CEC-BA) é um órgão colegiado da Secretaria de Cultura do Estado, de caráter normativo e consultivo, ligado diretamente ao Gabinete do Secretário, que tem por finalidade contribuir para a formulação da política estadual de cultura.
A cerimônia que empossou Emílio Tapioca, presidente, e Ana Vaneska, vice-presidente, para o biênio compreendido entre julho de 2017-2019, contou com a presença do secretário de Cultura do Estado (Secult), Jorge Portugal; da presidente da Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviços Públicos da Assembléia Legislativa da Bahia (ALBA), deputada Fabíola Mansur; do presidente da Comissão de Cultura da Câmara Legislativa de Salvador, vereador Silvio Humberto; além de representantes de diversos organismos da sociedade civil.
Abrindo as atividades do dia, o secretário Jorge Portugal destacou a necessidade da participação e apoio do conselho na defesa de bandeiras que considera de interesse comum. “Temos pela frente o desafio de reformular o instrumento do Fazcultura e do Fundo de Cultura, além de conseguir fazer aprovar a garantia da aplicação de 1,5% do orçamento do Estado para a Cultura, são missões cruciais”, declarou.
Em seu discurso Tapioca frisou a necessidade de efetividade das atividades desenvolvidas pelo Conselho. “Nosso comprometimento tem que ir além de apresentações de planos, ele precisa se fazer valer. E é especialmente por meio do fortalecimento e aprimoramento das leis de fomento que nós vamos construir o acesso aos bens e serviços culturais no Estado e nos municípios” afirmou.
Foto: Ascom CEC/Divulgação
Nova vice-presidente, Ana Vaneska aproveitou para assinalar o enriquecimento do debate das políticas culturais por via do Conselho, dada a diversidade de seus membros e propósitos.
“A construção coletiva é difícil. Quando nos propomos a reunir e representar 27 territórios de identidade do Estado, segmentos culturais diferentes, com representantes com trajetórias distintas, estamos então falando e construindo também por via da diversidade política, mas, especialmente, da diversidade cultural da Bahia. É um processo muito rico”, defendeu em seu discurso de posse.
A cerimônia de posse marcou ainda a despedida dos conselheiros territoriais (titular e suplente, respectivamente): Tito da Silva e Maria Fulgência Silva Bonfim; José Vagner Araújo Lavor e Marina Silva Fraga; Virginia Coronago e Ana Patrícia de Brito Carvalho Freitas; Jorge Baptista Carrano e Romilse Rodrigues Silva; Raimundo Nonato Lopes Pereira e Ramoncly Santos Guilherme.
Já como conselheiros de segmentos se despediram (titular e suplente, respectivamente): Nilo Silva Trindade e Alda Fátima de Souza; Francisco Javier Ulpiano Alfaya Rodrigues e Fernanda Júlia Barbosa; Wilson Mário Farias Santana e Rodrigo Rocha Pita; Nadja Vladi Cardoso Gumes e Luiz Carlos Menezes Dantas; Adnil Batista de Souza e Hamilton Ferreira de Oliveira.
Seus mandatos se encerraram e uma nova eleição a ser organizada pela Secult deve ser realizada em breve para substituí-los por novos representantes da sociedade civil.
“Este conselho segue aberto a todos os conselheiros que hoje se despedem e também a todos aqueles que constroem a cultura baiana. É pelo caminho da palavra, do discurso, do planejamento e da ação que vamos continuar fazendo que o Conselho siga como uma referência nacional” fez questão de destacar Tapioca.
A deputada Fabíola Mansur, que preside a Comissão de Cultura da ALBA e em breve assumirá a vaga de conselheira, representando a Assembleia destacou a disposição de contribuir para as demandas da sociedade civil junto aos poderes públicos.
“Nosso entendimento de democracia participativa é por meio do fortalecimento dos conselhos estaduais, sobretudo a Cultura que é uma política estruturante. O Conselho deve ser a distância mais curta entre a sociedade civil e a construção de políticas democráticas e interiorizadas de Cultura como forma mesmo de desenvolvimento de nosso Estado. Temos que aumentar o orçamento e cuidar dos diversos territórios. Nesse sentido temos ainda que fortalecer e em muitos casos implantar efetivamente os sistemas, fundos e planos de cultura dos municípios”, defendeu Mansur.
Participaram ainda da cerimônia de posse Márcio Bacelar e Cilene Santana, representantes do Centro Cultural Plataforma; Edvan Moreira, pela Sociedade 1º de Maio; Patricia Barbosa Sanches da ONG Avante/ Projeto Estação Subúrbio; Alessandra Almeida, pelo Conselho Regional de Psicologia; Rose Lima, diretora do Teatro Castro Alves/Funceb; Maria Iris da Silveira e Kuka Matos também representando a Funceb; Jorge Baptista Carrano, escritor, poeta e cronista; Mariângela de Mattos da Fundação Pedro Calmon; e Critiana Gonçalves do Fórum de Cultura da Bahia.
Conselho Estadual de Cultura - Composto por 60 conselheiros (30 titulares e 30 suplentes), o Conselho Estadual de Cultura do Estado da Bahia (CEC-BA) é um órgão colegiado da Secretaria de Cultura do Estado, de caráter normativo e consultivo, ligado diretamente ao Gabinete do Secretário, que tem por finalidade contribuir para a formulação da política estadual de cultura.