19/09/2017

Foto: Lígia Risério
Espetáculos musicais de qualidade harmonizados com o clima de paz e espiritualidade do santuário ecológico da Chapada Diamantina. Essa é a proposta da edição 2017 do Festival de Jazz do Capão, que será realizado nos dias 22 e 23 de setembro e deve atrair mais de três mil pessoas para o Vale do Capão, no município de Palmeiras, a 440 km da capital baiana. A programação deste ano traz grandes nomes da música como o compositor e multiistrumentista Egberto Gismonti e a cantora norte-americana Michaela Harrison, além da participação de artistas da cena instrumental baiana e grupos locais do capão.
Conhecido por sua “intraduzível” engenhosidade musical, que passeia por gêneros que vão da música popular, regional à erudita, Egberto Gismonti ostenta homenagens e condecorações nacionais e internacionais por seu legado artístico, que segue expandindo. Aos 69 anos, possui 70 discos lançados, incluindo aclamadas composições como “Palhaço”, “Loro” e “Frevo” e “Sanfona”. Já emprestou seu talento para diversas trilhas sonoras no teatro e cinema e foi o grande homenageado da última edição do Festival Villa-Lobos, abrindo as comemorações dos seus 70 anos, que completa em dezembro deste ano.
“A participação de Gismonti no Festival de Jazz do Capão é um sonho que perseguimos desde a primeira edição, em 2010. A sua música ocupa um espaço fundamental na minha formação musical e intelectual e, com certeza, na de muitas gerações de músicos, mundo afora, ligados ao universo da música instrumental e do Jazz. É um presente para o festival e para o público que estará presente”, relata Rowney Scott, curador e idealizador do Festival. Gismonti participa da programação do Festival, na sexta-feira (22/09). No mesmo dia, também se apresentam o grupo Pirombeira e os grupos da Mostra Capão - Candombá Blues Dab e o encontro de Jonga Lima e Cassio Nobre.
No sábado (23/09), a cantora norte-americana Michaela Harrison sobe ao palco, apresentando um estilo musical único, com influência no gospel, jazz, blues, soul, samba, MPB e música africana, embalado numa voz poderosa e marcante. Apresentam-se também no sábado o grupo Quintetrio – Tributo ao Samba Jazz e o compositor e arranjador Ubiratan Marques, com seu recente trabalho Àse Ensemble. Marques também é criador e regente da Orquestra Afro-Sinfônica. “Nas últimas edições houve a participação de grupos que dialogam com a matriz africana. Este ano, a atração é o Àse Ensemble”, revela Scott.
As apresentações acontecem das a partir das 20h. Nos dois dias de evento, sexta e sábado, são realizados workshops, as 14 e 16 horas, no Circo do Capão. Idealizado pelo músico Rowney Scott, que também é curador e diretor artístico do evento, o Festival acontece desde 2010. Toda programação é gratuita. O Festival de Jazz do Capão conta com o patrocínio Axxo Construtora e Nutricash, através da Lei Rouanet, Lei de Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura | Governo Federal, apoio do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. A realização é da Cambuí Produções e produção Gil e Canella Produções.
“Além da programação, que prima pela qualidade artística, temos uma grande preocupação para que o impacto ambiental seja o menor possível”, destaca o curador Rowney Scott. Em todas as edições, a produção do festival realiza uma campanha ambiental e parcerias com a comunidade local, que envolvem ações de coleta seletiva e incentivo à carona solidária.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
Conhecido por sua “intraduzível” engenhosidade musical, que passeia por gêneros que vão da música popular, regional à erudita, Egberto Gismonti ostenta homenagens e condecorações nacionais e internacionais por seu legado artístico, que segue expandindo. Aos 69 anos, possui 70 discos lançados, incluindo aclamadas composições como “Palhaço”, “Loro” e “Frevo” e “Sanfona”. Já emprestou seu talento para diversas trilhas sonoras no teatro e cinema e foi o grande homenageado da última edição do Festival Villa-Lobos, abrindo as comemorações dos seus 70 anos, que completa em dezembro deste ano.
“A participação de Gismonti no Festival de Jazz do Capão é um sonho que perseguimos desde a primeira edição, em 2010. A sua música ocupa um espaço fundamental na minha formação musical e intelectual e, com certeza, na de muitas gerações de músicos, mundo afora, ligados ao universo da música instrumental e do Jazz. É um presente para o festival e para o público que estará presente”, relata Rowney Scott, curador e idealizador do Festival. Gismonti participa da programação do Festival, na sexta-feira (22/09). No mesmo dia, também se apresentam o grupo Pirombeira e os grupos da Mostra Capão - Candombá Blues Dab e o encontro de Jonga Lima e Cassio Nobre.
No sábado (23/09), a cantora norte-americana Michaela Harrison sobe ao palco, apresentando um estilo musical único, com influência no gospel, jazz, blues, soul, samba, MPB e música africana, embalado numa voz poderosa e marcante. Apresentam-se também no sábado o grupo Quintetrio – Tributo ao Samba Jazz e o compositor e arranjador Ubiratan Marques, com seu recente trabalho Àse Ensemble. Marques também é criador e regente da Orquestra Afro-Sinfônica. “Nas últimas edições houve a participação de grupos que dialogam com a matriz africana. Este ano, a atração é o Àse Ensemble”, revela Scott.
As apresentações acontecem das a partir das 20h. Nos dois dias de evento, sexta e sábado, são realizados workshops, as 14 e 16 horas, no Circo do Capão. Idealizado pelo músico Rowney Scott, que também é curador e diretor artístico do evento, o Festival acontece desde 2010. Toda programação é gratuita. O Festival de Jazz do Capão conta com o patrocínio Axxo Construtora e Nutricash, através da Lei Rouanet, Lei de Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura | Governo Federal, apoio do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. A realização é da Cambuí Produções e produção Gil e Canella Produções.
“Além da programação, que prima pela qualidade artística, temos uma grande preocupação para que o impacto ambiental seja o menor possível”, destaca o curador Rowney Scott. Em todas as edições, a produção do festival realiza uma campanha ambiental e parcerias com a comunidade local, que envolvem ações de coleta seletiva e incentivo à carona solidária.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.