09/10/2017

Foto: Jefferson Vieira
Até o final deste mês, o artista carioca Daniel Senise termina a primeira etapa da captação de imagens e impressão de telas do seu projeto artístico realizado na Bahia. “O trabalho consiste em capturar imagens a partir do contato de grandes tecidos com os pisos de edificações antigas da Bahia, que serão retrabalhadas como telas para exposição, que acontecerá no segundo semestre de 2018, no Palacete das Artes, em Salvador”, comenta o artista. Um dos aspectos da intervenção é trazer memórias desses locais com as telas produzidas. Na última quinta (5), Daniel esteve no Museu do Recôncavo (Candeias), às margens da Baía de Todos os Santos, para mais uma etapa do seu processo artístico.
O Palacete e o museu são espaços do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBa), que faz parceria com o projeto. O IPAC facilitou ainda o contato do artista com os cursos de Belas Artes e Museologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), cujos alunos já participam do projeto. “Além da convivência com arte na prática, os estudantes são assistentes; é uma oportunidade de troca de conhecimento e aprimoramento profissional”, diz Daniel. “Quando iniciamos a ideia, antevimos um lugar especial, com acervo histórico, simbólico e significativo para a história do Brasil, como a Bahia”, completa Alberto Saraiva, curador do projeto.
“É incrível! A arte de Daniel traz a memória daquilo que existiu e tem tudo a ver com a Bahia, nossa história e cultura”, comemora a estudante da UFBA, Bruna Dantas, que já participa da iniciativa. O diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, lembra que a parceria propõe diálogo e ações multidisciplinares entre cidade, arquitetura, artes plásticas e museus. “Isso promove as artes, estimula o aprendizado acadêmico e traz um expoente da arte brasileira para Salvador”, afirma.
Nascido em 1955, no Rio de Janeiro, Daniel é um dos artistas mais conhecidos da ‘Geração 1980’, com participação em dezenas de mostras em todo o mundo. Bienais de La Habana (Cuba), Veneza (Itália), Liverpool (Reino Unido), Nova Delhi (Índia), Cuenca (Equador), e coletivas do MOMA de New York (EUA), Museu Ludwig de Colônia (Alemanha), Musee d’Art Moderne de la Ville e Centre Georges Pompidou, ambos em Paris (França), são algumas delas.
Monumento Nacional – “O Museu do Recôncavo (antigo Engenho Freguesia) é um dos mais significativos exemplares da arquitetura dos séculos XVI e XVII no Brasil, tombado pelo IPHAN/MinC como Monumento Nacional desde 1944, com 55 cômodos, casa grande, capela acoplada, ruínas da fábrica e que sofreu duas invasões holandesas, dentre outros dados históricos e simbólicos importantes”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. O dirigente destaca os projetos nos prédios seculares. “Além de manter cerca de 400 ações mensais nos museus/espaços do IPAC, com exposições e atividades educativas, estimulamos que esses equipamentos sejam utilizados para projetos especiais, além de feiras, performances artístico-culturais e programações recreativas e sociais”, relata João Carlos.
O Palacete e o museu são espaços do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBa), que faz parceria com o projeto. O IPAC facilitou ainda o contato do artista com os cursos de Belas Artes e Museologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), cujos alunos já participam do projeto. “Além da convivência com arte na prática, os estudantes são assistentes; é uma oportunidade de troca de conhecimento e aprimoramento profissional”, diz Daniel. “Quando iniciamos a ideia, antevimos um lugar especial, com acervo histórico, simbólico e significativo para a história do Brasil, como a Bahia”, completa Alberto Saraiva, curador do projeto.
“É incrível! A arte de Daniel traz a memória daquilo que existiu e tem tudo a ver com a Bahia, nossa história e cultura”, comemora a estudante da UFBA, Bruna Dantas, que já participa da iniciativa. O diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, lembra que a parceria propõe diálogo e ações multidisciplinares entre cidade, arquitetura, artes plásticas e museus. “Isso promove as artes, estimula o aprendizado acadêmico e traz um expoente da arte brasileira para Salvador”, afirma.
Nascido em 1955, no Rio de Janeiro, Daniel é um dos artistas mais conhecidos da ‘Geração 1980’, com participação em dezenas de mostras em todo o mundo. Bienais de La Habana (Cuba), Veneza (Itália), Liverpool (Reino Unido), Nova Delhi (Índia), Cuenca (Equador), e coletivas do MOMA de New York (EUA), Museu Ludwig de Colônia (Alemanha), Musee d’Art Moderne de la Ville e Centre Georges Pompidou, ambos em Paris (França), são algumas delas.
Monumento Nacional – “O Museu do Recôncavo (antigo Engenho Freguesia) é um dos mais significativos exemplares da arquitetura dos séculos XVI e XVII no Brasil, tombado pelo IPHAN/MinC como Monumento Nacional desde 1944, com 55 cômodos, casa grande, capela acoplada, ruínas da fábrica e que sofreu duas invasões holandesas, dentre outros dados históricos e simbólicos importantes”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. O dirigente destaca os projetos nos prédios seculares. “Além de manter cerca de 400 ações mensais nos museus/espaços do IPAC, com exposições e atividades educativas, estimulamos que esses equipamentos sejam utilizados para projetos especiais, além de feiras, performances artístico-culturais e programações recreativas e sociais”, relata João Carlos.