20/04/2018

(Foto: Divulgação)
A atriz Cyria Coentro faz suas quatro últimas apresentações na segunda temporada de “Animal”, que fica em cartaz até o sábado (28), às 19h30, no Teatro SESC Pelourinho, as sextas e sábados, com preços populares de R$ 10 e R$ 20. A peça é a primeira montagem de Trigonoteatro, um projeto de teatro de repertório, concebido por Celso Nunes e que montará até agosto de 2018, três textos de três autores diferentes, sobre três temas diferentes.
O espetáculo traz Cyria Coentro num solo cênico, sob a direção de Celso Nunes. É uma reflexão irônica e bem humorada sobre o ensino, que mais do que nunca precisa ser repensado para voltar a interessar aos jovens, sobre a carreira de professor, o choque de gerações, pais x filhos, educadores x alunos.
“Animal” é adaptação feita por Celso Nunes do texto Inspirado em “L’Enseignant”, romance do escritor belga J.P.Dopagne, que pretende envolver os amantes do teatro, mas também alunos de escolas públicas e privadas, universitários e professores, uma vez que a abordagem da peça inspira o público a uma reflexão sobre a inversão de valores essenciais em nossa sociedade e o reflexo disso no sistema educacional.
O projeto Trigonoteatro foi contemplado no edital setorial de teatro e tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.
PRÓXIMAS MONTAGENS DO TRIGONOTEATRO - “Vultos”, o segundo espetáculo a ser encenado pelo Trigonoteatro, é uma livre adaptação de Celso Nunes do texto de Brien Friel e Moly Sweeney, que teve tradução brasileira feita por João Bithencourt. Com estreia em maio, também com direção de Celso Nunes, é considerado um dos mais belos textos sobre Ética Humana do teatro moderno. Em cena são discutidos os mistérios da mente humana, os ganhos e perdas da Medicina, a ética nas relações interpessoais, o direito de se ser o que se é, a exploração das minorias, sanidade e loucura, o universo masculino versus o feminino, temas que são pauta do dia a dia em todo o mundo e que inquietam mentes e corações. Em agosto, estreia a terceira peça do Trigonoteatro: “Como se Fosse um Crime”, de Ângela Carneiro, brasileira que é escritora e tele roteirista da Rede Globo. Também com direção de Celso Nunes o espetáculo é comédia romântica à brasileira que retrata o casamento como instituição, e fala de adultério, amor, prazer sexual, colonialismo nas relações amorosas, da dinâmica do tédio e como evita-la quando um homem e uma mulher se amam, e da importante função do tempo sobre o amor.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
SERVIÇO
“Animal”
Até 28 de abril, (sextas e sábados), às 19h30, no Teatro Sesc Pelourinho
Preços populares - R$ 10 e R$ 20