15/05/2019

Foto: Divulgação
O projeto Convênio Cultural Ciclorama, contemplado no Edital Setorial de Economia Criativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), continua rendendo frutos. Com o objetivo de promover acesso dos estudantes a atividades culturais monitoradas, como museus, cinemas, teatros e apresentações musicais, a iniciativa recebeu um investimento de R$ 120.452,00 do Governo do Estado, por meio do Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA).
Aderiram ao projeto 15 escolas privadas de pequeno e médio porte de Salvador e mais de 1.500 alunos participaram das atividades artísticas planejadas. “Em 2018, o projeto firmou parcerias e continua em 2019 em busca de sustentabilidade econômico-financeira”, contou a proponente do projeto, Mariana Passos, durante encontro na Superintendência de Promoção Cultural (Suprocult), realizado na segunda-feira (13).
Na oportunidade, a produtora aproveitou para destacar a importância do Edital Setorial de Economia Criativa para a cultura. “É uma ação importantíssima, por nos mostrar que é possível fazer negócio com a arte. O Edital mudou completamente a minha trajetória de vida, eu estava passando por dificuldades e ser aprovada me mostrou a potencialidade do projeto”, resumiu Mariana.
A chamada pública contemplou 17 projetos, sendo que deste total 11 foram titulares, convocados em 2016, e seis suplentes convocados em 2017, voltados para o desenvolvimento da dimensão econômica da cultura nas suas diferentes etapas dos ciclos de criação, produção, circulação, distribuição, consumo e fruição de bens e serviços gerados por segmentos criativos. As iniciativas são ligadas a setores cujas atividades produtivas têm como processo principal um ato criativo gerador de valor simbólico, elemento central da formação do preço, e que resulta em produção de riqueza cultural e econômica.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Cultural e Editais Setoriais.
Aderiram ao projeto 15 escolas privadas de pequeno e médio porte de Salvador e mais de 1.500 alunos participaram das atividades artísticas planejadas. “Em 2018, o projeto firmou parcerias e continua em 2019 em busca de sustentabilidade econômico-financeira”, contou a proponente do projeto, Mariana Passos, durante encontro na Superintendência de Promoção Cultural (Suprocult), realizado na segunda-feira (13).
Na oportunidade, a produtora aproveitou para destacar a importância do Edital Setorial de Economia Criativa para a cultura. “É uma ação importantíssima, por nos mostrar que é possível fazer negócio com a arte. O Edital mudou completamente a minha trajetória de vida, eu estava passando por dificuldades e ser aprovada me mostrou a potencialidade do projeto”, resumiu Mariana.
A chamada pública contemplou 17 projetos, sendo que deste total 11 foram titulares, convocados em 2016, e seis suplentes convocados em 2017, voltados para o desenvolvimento da dimensão econômica da cultura nas suas diferentes etapas dos ciclos de criação, produção, circulação, distribuição, consumo e fruição de bens e serviços gerados por segmentos criativos. As iniciativas são ligadas a setores cujas atividades produtivas têm como processo principal um ato criativo gerador de valor simbólico, elemento central da formação do preço, e que resulta em produção de riqueza cultural e econômica.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Cultural e Editais Setoriais.