23/05/2019

Foto: Divulgação/ Dimus
Um jovem talento que deixou a profissão de frentista para retratar de um jeito novo, através da técnica de óleo sobre tela, o Sertão nordestino. É essa simplicidade do cotidiano do povo nordestino que o artista plástico Eduardo Lima leva para as 20 telas em exibição na Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho. O espaço é administrado pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBA). Com visitação gratuita, a mostra fica em cartaz até o dia 15 de junho, de segunda a sexta-feira das 10h às 17h, e sábado das 13h às 17h.
Autodidata, com 20 anos de carreira, Eduardo Lima vem ocupando espaço com sua vocação de pintor. Ele vem conquistando apreciadores da arte contemporânea brasileira e já realizou inúmeras exposições coletivas e individuais de sucesso, no Brasil e no exterior. Apaixonado por suas raízes nordestinas e pela arte, Eduardo logo percebeu que o que buscava para criar suas obras estava ao seu redor. Passou então a retratar o sertanejo do seu jeito peculiar de pintar com traços firmes e cores fortes.
“Nunca passei por uma escola de arte. Sou apaixonado pelas minhas raízes nordestinas; então passei a retratar o nordestino e o seu cotidiano simples. Eu queria que os personagens retratados por mim transmitissem timidez, como se estivessem envergonhados no momento de serem fotografados. Por isso, eles nunca olham diretamente em nossos olhos. Sou apaixonado também pela arte brasileira, por isso é evidente encontrar traços e cores que remetem ao Tropicalismo”, explica o artista.
Nascido em 1977, na cidade de Capim Grosso, no interior da Bahia, aos 10 anos de idade Eduardo já tinha um grade apreço pela arte, desenhando a lápis grafite, esculpindo em argila e outros materiais. Seu primeiro contato com as tintas e os pincéis só aconteceu aos 23 anos de idade quando trabalhava como frentista em um posto de combustível. Eduardo usava os dias de folga para estudar arte e elaborar seus quadros com temas variados: florais, paisagens e natureza-morta, entre outros.
O Solar Ferrão - Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: a coleção de Arte Popular (ampliada pela arquiteta Lina Bo Bardi) que reúne peças representativas da cultura popular do Nordeste coletadas entre as décadas de 50 e 60; a Coleção de Arte Africana Claudio Masella, que mostra a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX; a Coleção de Instrumentos Musicais Walter Smetak, suíço que marcou a história da música brasileira, influenciando movimentos como a Tropicália; e a Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Gregório de Mattos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA). Contato: (71) 3116- 6743.
Autodidata, com 20 anos de carreira, Eduardo Lima vem ocupando espaço com sua vocação de pintor. Ele vem conquistando apreciadores da arte contemporânea brasileira e já realizou inúmeras exposições coletivas e individuais de sucesso, no Brasil e no exterior. Apaixonado por suas raízes nordestinas e pela arte, Eduardo logo percebeu que o que buscava para criar suas obras estava ao seu redor. Passou então a retratar o sertanejo do seu jeito peculiar de pintar com traços firmes e cores fortes.
“Nunca passei por uma escola de arte. Sou apaixonado pelas minhas raízes nordestinas; então passei a retratar o nordestino e o seu cotidiano simples. Eu queria que os personagens retratados por mim transmitissem timidez, como se estivessem envergonhados no momento de serem fotografados. Por isso, eles nunca olham diretamente em nossos olhos. Sou apaixonado também pela arte brasileira, por isso é evidente encontrar traços e cores que remetem ao Tropicalismo”, explica o artista.
Nascido em 1977, na cidade de Capim Grosso, no interior da Bahia, aos 10 anos de idade Eduardo já tinha um grade apreço pela arte, desenhando a lápis grafite, esculpindo em argila e outros materiais. Seu primeiro contato com as tintas e os pincéis só aconteceu aos 23 anos de idade quando trabalhava como frentista em um posto de combustível. Eduardo usava os dias de folga para estudar arte e elaborar seus quadros com temas variados: florais, paisagens e natureza-morta, entre outros.
O Solar Ferrão - Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o casarão construído entre o fim do século XVII e início do XVIII possui seis andares e abriga a Galeria Solar Ferrão, o Museu Abelardo Rodrigues e quatro coleções: a coleção de Arte Popular (ampliada pela arquiteta Lina Bo Bardi) que reúne peças representativas da cultura popular do Nordeste coletadas entre as décadas de 50 e 60; a Coleção de Arte Africana Claudio Masella, que mostra a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX; a Coleção de Instrumentos Musicais Walter Smetak, suíço que marcou a história da música brasileira, influenciando movimentos como a Tropicália; e a Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi. O Solar Ferrão integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA). Visitação: terça a sexta, das 10h às 17h; sábado das 13h às 17h. Entrada: grátis. Endereço: Rua Gregório de Mattos, 45 - Pelourinho, Salvador (BA). Contato: (71) 3116- 6743.
Serviço
Exposição “Retalhos do Sertão”
Quando: Até 15/06, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h e sábado das 13h às 17h
Onde: Galeria do Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho
Ingresso: Gratuito