19/06/2020

A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia manifesta pesar pelo falecimento de João Carlos Teixeira, jornalista e escritor, membro ocupante da cadeira de número 15 da Academia de Letras da Bahia. O “Pena de Aço”, como era conhecido, somava às suas competências as de poeta, ensaísta, crítico literário e professor.
Teixeira integrou a Geração Mapa, grupo que ficou conhecido por estimular o pensamento crítico-criativo baiano e brasileiro, ao lado de nomes como o do cineasta Glauber Rocha, do pintor Calasans Neto, do escritor Fernando da Rocha Peres, do professor e jornalista Florisvaldo Mattos, dentro outros. Foi membro e também chefe por três mandatos do Departamento de Letras Vernáculas da UFBA, e na mesma universidade lecionou também na Escola de Biblioteconomia e Documentação e, posteriormente, na Faculdade de Comunicação. Como jornalista profissional, entre 1958 e 1977, ajudou a fundar o Jornal da Bahia, e ocupou os cargos de repórter, secretário, chefe de reportagem, redator-chefe e editorialista. Exerceu ainda o cargo de Coordenador do Sistema de Comunicação Social do governo Waldir Pires, e foi diretor do Centro de Estudos Baianos da Universidade Federal da Bahia.
O reconhecimento para a sua contribuição e produção literária culminaria com a sua eleição, no dia 10/09/1987, e a posse, em 08/06/1989, como imortal da Academia de Letras da Bahia, ocupando a cadeira de número 15. A Academia de Letras da Bahia é uma entidade que integra o Programa de Apoio a Ações Continuadas de Instituições Culturais, do Fundo de Cultura da Bahia. A SecultBA solidariza-se à entidade, bem como aos familiares e amigos do nosso imortal João Carlos Teixeira.
Teixeira integrou a Geração Mapa, grupo que ficou conhecido por estimular o pensamento crítico-criativo baiano e brasileiro, ao lado de nomes como o do cineasta Glauber Rocha, do pintor Calasans Neto, do escritor Fernando da Rocha Peres, do professor e jornalista Florisvaldo Mattos, dentro outros. Foi membro e também chefe por três mandatos do Departamento de Letras Vernáculas da UFBA, e na mesma universidade lecionou também na Escola de Biblioteconomia e Documentação e, posteriormente, na Faculdade de Comunicação. Como jornalista profissional, entre 1958 e 1977, ajudou a fundar o Jornal da Bahia, e ocupou os cargos de repórter, secretário, chefe de reportagem, redator-chefe e editorialista. Exerceu ainda o cargo de Coordenador do Sistema de Comunicação Social do governo Waldir Pires, e foi diretor do Centro de Estudos Baianos da Universidade Federal da Bahia.
O reconhecimento para a sua contribuição e produção literária culminaria com a sua eleição, no dia 10/09/1987, e a posse, em 08/06/1989, como imortal da Academia de Letras da Bahia, ocupando a cadeira de número 15. A Academia de Letras da Bahia é uma entidade que integra o Programa de Apoio a Ações Continuadas de Instituições Culturais, do Fundo de Cultura da Bahia. A SecultBA solidariza-se à entidade, bem como aos familiares e amigos do nosso imortal João Carlos Teixeira.