29/03/2021

O espetáculo SOBEJO é um chamamento ao combate contra a violência a mulher. Num momento em que os casos de violência doméstica se agravaram, intensificados pela pandemia e que o isolamento social representou também o silenciamento das vítimas que agora passam mais tempo com seus agressores, o projeto “SOBEJO - Porque ainda é preciso gritar” idealizado pela atriz e produtora Eddy Veríssimo traz novamente em cartaz o espetáculo SOBEJO, com três apresentações (exibição) e lives que buscam assinalar a denúncia e guerrilha por meio da arte e debates.
O lançamento do projeto ocorreu no dia (08), às 19 horas, com exibição da peça no canal do Youtube e segue com mais ações durante o mês de março em comemoração ao mês da mulher como forma de reafirmar o compromisso com a vida e bem estar de mulheres e meninas.
O monólogo interpretado por Eddy Veríssimo, indicada na categoria de melhor atriz para o Prêmio Braskem de Teatro em 2016, conta com trilha sonora de Roquildes Júnior e tem direção do dramaturgo Luiz Buranga. O espetáculo narra a história de Georgina Serrat, uma mulher que vê sua saúde mental, felicidade e sonhos destruídos quando descobre no casamento a face violenta do marido.
O projeto promove ainda um circuito de seis lives com especialistas no combate ao feminicídio, que está acontecendo sempre após a exibição do espetáculo (gravado) no Youtube. A cada encontro, a atriz recebe mulheres que estão na linha de frente no combate a todas as formas de violência contra a mulher, representantes da Ronda Maria da Penha, Conjunto Penal Feminino de Salvador, Ministério Público da Bahia da Vara da Violência Doméstica, Delegacia de Apoio à Mulher (DEAM) - Brotas, Coletivo de Mulheres do Calafate e também da Secretaria de Política para Mulheres (SPM).
SOBEJO - porque ainda é preciso gritar é um chamamento ao público a não se calar perante a todas as formas de violência que uma mulher está suscetível: física, moral, sexual, patrimonial e psicológica. De acordo com o Ministério da Família, Mulher e Direitos Humanos ocorreu um aumento de mais de 50% no número de registros de violência doméstica no período do isolamento social e, por isso, gritar significa aliar-se na proteção de vidas femininas.
Segundo Eddy Veríssimo, um dos objetivos do projeto é “utilizar a arte como ferramenta de transformação, apostando na multiplicação da consciência através do teatro, a fim de evocar outras mulheres a denunciarem seus agressores e sensibilizar toda a sociedade”, disse a atriz.
Todas as informações sobre exibição, ingressos e programação podem ser encontradas através da linklist do espetáculo.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.
SERVIÇO
Espetáculo Solo Sobejo e Circuito de Lives com especialistas em combate ao feminicídio
Quando? 22/03, 31/03 e 07/04
Que horas? Exibição do espetáculo (19hs), live (19hs)
Onde? Canal de Sobejo, no Youtube (lives e espetáculo)
Informações? @sobejo.espetaculo
O lançamento do projeto ocorreu no dia (08), às 19 horas, com exibição da peça no canal do Youtube e segue com mais ações durante o mês de março em comemoração ao mês da mulher como forma de reafirmar o compromisso com a vida e bem estar de mulheres e meninas.
O monólogo interpretado por Eddy Veríssimo, indicada na categoria de melhor atriz para o Prêmio Braskem de Teatro em 2016, conta com trilha sonora de Roquildes Júnior e tem direção do dramaturgo Luiz Buranga. O espetáculo narra a história de Georgina Serrat, uma mulher que vê sua saúde mental, felicidade e sonhos destruídos quando descobre no casamento a face violenta do marido.
O projeto promove ainda um circuito de seis lives com especialistas no combate ao feminicídio, que está acontecendo sempre após a exibição do espetáculo (gravado) no Youtube. A cada encontro, a atriz recebe mulheres que estão na linha de frente no combate a todas as formas de violência contra a mulher, representantes da Ronda Maria da Penha, Conjunto Penal Feminino de Salvador, Ministério Público da Bahia da Vara da Violência Doméstica, Delegacia de Apoio à Mulher (DEAM) - Brotas, Coletivo de Mulheres do Calafate e também da Secretaria de Política para Mulheres (SPM).
SOBEJO - porque ainda é preciso gritar é um chamamento ao público a não se calar perante a todas as formas de violência que uma mulher está suscetível: física, moral, sexual, patrimonial e psicológica. De acordo com o Ministério da Família, Mulher e Direitos Humanos ocorreu um aumento de mais de 50% no número de registros de violência doméstica no período do isolamento social e, por isso, gritar significa aliar-se na proteção de vidas femininas.
Segundo Eddy Veríssimo, um dos objetivos do projeto é “utilizar a arte como ferramenta de transformação, apostando na multiplicação da consciência através do teatro, a fim de evocar outras mulheres a denunciarem seus agressores e sensibilizar toda a sociedade”, disse a atriz.
Todas as informações sobre exibição, ingressos e programação podem ser encontradas através da linklist do espetáculo.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.
SERVIÇO
Espetáculo Solo Sobejo e Circuito de Lives com especialistas em combate ao feminicídio
Quando? 22/03, 31/03 e 07/04
Que horas? Exibição do espetáculo (19hs), live (19hs)
Onde? Canal de Sobejo, no Youtube (lives e espetáculo)
Informações? @sobejo.espetaculo