SecultBA e Conselho Estadual de Cultura realizam 5ª Sessão Plenária e eleição da nova presidência

26/05/2021
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O Conselho Estadual de Cultura da Bahia (CEC) se reúne na próxima quinta-feira, 27 de maio, para a realização da 5ª Sessão Plenária que terá como uma das pautas a eleição da nova presidência do órgão. A sessão será transmitida ao vivo a partir das 9h, através do canal do CEC no Youtube.

O processo de eleição para presidência do órgão, bem como a eleição para novos membros é uma conquista pioneira alcançada pela sociedade civil organizada da Bahia, a legitimidade e a pluralidade da atuação do Conselho se fiam na escolha direta do fazer cultural. Dessa forma, o processo garante a representatividade por meio dos conselheiros que trazem em suas trajetórias as experiências e vivências com os fazedores e fazedoras de cultura do estado.

A chapa eleita assumirá o papel de responsabilidade enquanto mesa diretora, sobretudo na condução dos diálogos com os demais membros que propõem políticas públicas participativas, a territorialização, a construção coletiva e a proximidade constante com os territórios de identidade, segmentos culturais, aliada as importantes conexões com membros da sociedade civil cultural, com o poder público, também é uma das atribuições e papel da mesa diretora incentivar o fortalecimento dos conselhos municipais, dos sistemas municipais de cultura, além de ter um amplo conhecimento sobre o que ocorre na política territorial da Bahia e do Brasil.

Neste processo duas chapas se inscreveram (na ordem de inscrição):

CHAPA I - Evanice Lopes (presidente) e Aristanan Pinto (vice-presidente)

Propostas Chapa I


Para a conselheira Evanice Lopes e o conselheiro Aristanan Pinto (Chapa 1), participar do processo de candidatura para a presidência do CEC traz como proposta novas formas de encantar, valorizar e avançar as ações, para uma construção mais humanizada, valorizando a participação, as ideias e as trocas de experiências, com a defesa dos direitos culturais da sociedade civil, primando pela lealdade ao processo democrático de escuta e participação. "A sociedade civil e o povo espera participar de todas as expressões criativas e culturais desse estado, é importante garantir a representatividade conforme as leis, estabelecer um diálogo continuo com os pares e com as instituições. garantir que cultura quem faz é o povo, democratizar, humanização e territorialização são nossas ações culturais e mantendo sempre o respeito as diversidades, buscando principalmente retratar a simplicidade do nosso povo, dos nossos artistas e fazedores e fazedoras de cultura, precisamos de um CEC com a cara do povo'' conclui Eva.

CHAPA II - Sílvio Portugal (presidente) e Adriano Queiroz (vice-presidente)

Propostas da Chapa II


Já os conselheiros Silvio Portugal e Adriano Queiroz (Chapa 2) a decisão de se candidatar à Presidência e Vice-presidência do CEC atende a convocação das bases que os incentivaram ao desafio de construir um "Projeto de Gestão" eficiente e coletivo, para que também corresponda aos anseios e necessidades deste momento, assegurando o nosso futuro. Uma das propostas da chapa 2 terá foco em aprendizados e formações coletivas e uma relação eficaz, objetiva e transparente com seus pares, com o quadro funcional, com a sociedade composta por trabalhadores e trabalhadoras da cultura, com a SecultBa e órgãos e instituições que compõem o Sistema Estadual de Cultura. "Os Artistas, técnicos e fazeres culturais vêm sofrendo um duro golpe no Brasil, que se agravou neste cenário de Pandemia e, consequentemente reflete na Bahia, assim o Conselho Estadual de Cultura, assume primordiais diálogos, sendo o CEC o interlocutor entre a SecultBa e fazedores e fazedoras de cultura e sociedade em geral. " Finaliza Sílvio.


Antes da votação cada chapa terá o tempo de 30 minutos para apresentar as ações e expor as principais propostas que pretendem executar na gestão do Conselho. Durante o andamento da sessão a presidente declara aberta a votação individual que ocorrerá de forma online via formulário. Antes do término da plenária será anunciada a chapa vitoriosa que assumirá o mandato 2021-2023.


Conselho Estadual de Cultura da Bahia - Órgão colegiado do Sistema Estadual de Cultura, o (CEC) tem entre suas atribuições a missão de apreciar e contribuir com a elaboração e o cumprimento do Plano Estadual de Cultura. Além disso, deve propor e estimular a discussão sobre temas relevantes para a cultura na Bahia, assim como promover a participação da sociedade civil na definição e fiscalização das políticas, programas, projetos e ações culturais. Compete ao CEC, entre outras atribuições, deliberar tecnicamente sobre os processos de tombamento, registro e salvaguarda de bens materiais e imateriais do estado, mediante dossiês previamente construídos pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC). Quando aprovados no Conselho de Cultura, os processos são direcionados para a governadoria e posteriormente encaminhados para aprovação do governador.