10/06/2022

Foto: Ítalo Pacheco/SECULT
O Flin é realizado pelo Governo do Estado, através da Fundação Pedro Calmon (FPC), vinculada à Secretaria da Cultura do Estado (Secult). Durante três dias, o festival ocupa Cajazeiras com promoção da literatura, a partir de bate-papos, rodas de conversa, apresentações musicais, contação de histórias e atividades lúdicas. Um espaço para diversão, mas também para discussão de temas relevantes. “O festival reforça a democracia e permite que a gente possa discutir a discriminação racial, a violência, a homofobia, a misoginia e essa violência absurda contra as mulheres por meio do feminicídio”, salientou o diretor-geral da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo.
Foco na juventude
O festival visa retomar o debate da cultura enquanto elemento estratégico de desenvolvimento da sociedade, a partir do diálogo com a juventude. Estudantes de diversas escolas da região de Cajazeiras lotaram o ginásio na abertura. Aluna do Colégio Estadual Alberto Valença, Maria Eduarda Carvalho, de 15 anos, foi aproveitar a oportunidade de adquirir conhecimento para além da sala de aula. “A gente precisa aprender fora da escola também. É bom pra gente se informar mais sobre a cidade da gente e em relação à cultura”, afirmou.
O Flin segue até este sábado (11) com a participação de escritores, atores, humoristas, músicos e comunicadores. Nomes como Itamar Vieira Junior, Auritha Tabajara, Jhordan Matheus, Tiago Banha, Hiran, Guedez, Nêssa e a Banda Afrocidade compõem a programação do evento, que está disponível através do site http://www.flin.ba.gov.br/ e no instagram @flinoficial.
Repórter: Alexandre Santana