ENTREVISTA (Tito da Silva): “É necessário empoderar a sociedade civil organizada”

03/11/2015
Tiot Silva
Foto: Ascom CEC / Alice Santiago

A vida do conselheiro Tito da Silva sempre esteve atrelada às iniciativas e projetos da área cultural. Nascido na cidade de Ruy Barbosa, no território de identidade cultural do Piemonte do Paraguaçu, escolheu ainda jovem que sua militância seria focada em buscar meios de valorizar os agentes culturais do interior do estado. Participa de projetos na Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Ação Social, é coordenador da Escola de Violão e Arte Cidadã e atua como dirigente da Filarmônica 2 de Julho, todos os trabalhos na sua cidade de origem. No Conselho Estadual de Cultura da Bahia, integra a Comissão de Fomento, que tem o objetivo de propor estratégias ao incentivo à cultura. “É necessário olhar para as cidades com pequeno número de habitantes e planejar ações específicas”, comenta. Em entrevista à repórter Alice Santiago, do Portal do CEC, o conselheiro discorre sobre sua trajetória como agente cultural na Bahia, além de ressaltar a importância da descentralização dos recursos que promovem arte no estado.

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