05/12/2011
[caption id="attachment_16517" align="alignleft" width="300" caption="Foto: Felipe Prazeres"]
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A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) apresenta o quinto concerto da Série Glauber Rocha, sob a regência do maestro Carlos Prazeres, no próximo dia 7 de dezembro, quarta-feira, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, às 20 horas. Desta vez, a apresentação contará com a participação de cinco solistas convidados: Felipe Prazeres (violino), Samuel Dias (violino), Hugo Pilger (violoncelo), Lucas Robatto e Fernando Pacífico (flautas). No repertório, composições de autores consagrados inspiradas no mesmo tema – primavera, verão, outono, inverno: As quatro estações, Op.8, de Antonio Vivaldi (1678 – 1741); As quatro estações do sonho, de Ernst Widmer (1927 -1990) e As quatro estações portenhas, de Astor Piazzolla (1921-1992). Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). A OSBA é mantida pela Secretaria de Cultura do Estado através da Fundação Cultural e TCA. A temporada de espetáculos deste ano será encerrada com o Concerto Especial de Natal, no dia 15, às 20 horas, na Sala Principal do TCA, também sob a regência do maestro Carlos Prazeres.
CARLOS PRAZERES (REGENTE) - Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica da Bahia, é um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração. Já dividiu o palco com artistas como Antonio Meneses, Rosana Lamosa, Augustin Dumay, Wagner Tiso, João Bosco, Stanley Jordan e Milton Nascimento, entre outros. Como maestro convidado, tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos, tais como a Orchestre National des Pays de la Loire na França, Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda na Itália, Youth Orchestra of the Americas, Junge Philharmonie Salzburg, Filarmônica de Buenos Aires, Orquestra Amazonas Filarmônica, Jazz Sinfônica de São Paulo e a Orquestra do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC).
FELIPE PRAZERES (VIOLINO) - Iniciou seus estudos aos 11 anos e, aos 14, já atuava como solista frente à Orquestra Petrobras Sinfônica. Graduou-se na Uni-Rio. Cursou pós-graduação na renomada Academia de Santa Cecilia, em Roma, na classe de Domenico Nordio. Obteve o primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas de Juiz de Fora, MG, em 1997, no Concurso Interno da Uni-Rio, em 1998, e no Concurso Nacional de Música IBEU, em 1999. Atuou como solista ao lado das principais orquestras do Brasil, como a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo e Orquestra da Escola de Música da UFRJ. Colaborou com renomados maestros, como Isaac Karabtchevsky, Armando Prazeres, Roberto Tibiriçá e Ernani Aguiar. Desde 2001, atua como spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica e também como regente.
SAMUEL DIAS (VIOLINO)- Atual Spalla da OSBA. Iniciou seus estudos musicais aos 12 anos de idade. Em 2008 entrou na Academia da OSESP sob orientação de Emmanuele Baldini (atual spalla da OSESP). Já atuou como solista na Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos, Juvenil 2 de Julho (NEOJIBA), Camerata Cantilena Essemble, Orquestra Unisinos e OSBA e realizou recitais com Dana Radhu e Rogério Zaghui. Em 2010 tocou com o Grupo GIMBA em turnê pelo Nordeste. Em fevereiro de 2011 foi spalla convidado da Orquestra do Festival de Pelotas, Rio Grande do Sul, e da Orquestra Sinfônica do Mato Grosso.
HUGO PILGER (VIOLONCELO) - Nasceu em 1969, em Porto Alegre, RS. Formou-se no curso de Bacharelado em Instrumento Violoncelo na UNIRIO. Como solista já se apresentou com a Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), Orquestra Orquestra Sinfônica Nacional (UFF), Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), entre outras. Já se apresentou em países da América do Sul, Europa e no Marrocos. É primeiro violoncelo da Orquestra Petrobras Sinfônica e integrante do Quarteto Radamés Gnattali, que recentemente gravou os 17 Quartetos de Heitor Villa-Lobos em áudio e vídeo de alta definição.
LUCAS ROBATTO (FLAUTA) - Professor da UFBA e primeiro flautista da OSBA. Graduou-se e completou o mestrado na Escola Estatal Superior de Música de Karlsruhe (Alemanha). Doutorou-se na Universidade de Washington, Seattle (Estados Unidos). Foi bolsista do DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), da Fundação Vitae (Brasil) e da Capes (Brasil). Tem sido regularmente convidado para atuar como professor de flauta e camerista em diversos festivais de música, a exemplo dos Verões Musicais e Festival de Inverno da Unisinos (RS), Civebra (Brasília), Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga (Juiz de Fora, MG) e Encontro Juvenil Música para Todos - EJMT (Córdoba, Argentina).
FERNANDO PACÍFICO HOMEM (FLAUTA) - Mestre em Performance Musical pela Universidade Federal de Minas Gerais e bacharel em Instrumento Flauta pela UFBA. Ocupou o cargo de primeiro flautista solista na OSBA e na Orquestra Sinfônica Brasileira, no Rio de Janeiro, onde também integrou o Quinteto Villa-Lobos. Como solista atuou frente à OSBA, Orquestra Sinfônica da UFBA, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Orquestra de Câmara do Sesiminas. É doutorando pela UFBA, onde desenvolve pesquisa sobre o maestro Sebastião Vianna.
O PROGRAMA
AS QUATRO ESTAÇÕES, Op.8, ANTONIO VIVALDI - A obra que se intitula “Il cimento dell’armonia e dell’invenzione” (“ensaio sobre a harmonia e a invenção”), abre com os celebres 4 concertos das “Quatro estações”, cada qual precedido por um soneto literário explicativo. A estrutura é aquela do concerto solista, mas aqui o autor parece desvincular-se do formalismo tradicional para procurar uma nova liberdade expressiva que consegue justamente através de uma descrição original e colorida, a reconstrução de atmosferas naturalísticas e os efeitos imitativos.
AS QUATRO ESTAÇÕES DO SONHO, ERNST WIDMER - Concebida como um concerto duplo para duas flautas e orquestra de cordas, a obra integra quatro movimentos que podem ser executados isoladamente, em pares, em numero de três, ou integralmente partindo de qualquer uma das estações. Explica Widmer: “As Estações do sonho, ou Estações fora do tempo, acompanham o ciclo primitivo de tornar-se, ser e desvanecer-se. A Primavera é o despertar e a tristeza; o Verão zênite e chuva morna; o Outono, maturidade e ímpeto; o Inverno, reflexão e encostas de neve ensolaradas. Assim, todas as estações são transições incessantes, cada uma contida em todas as outras: transformações que, na visão dos trópicos, tornam-se dimensões do sonho e, principalmente, deixam transparecer seu inalterável decurso”. (Ilza Nogueira)
AS QUATRO ESTAÇÕES PORTENHAS, ASTOR PIAZZOLLA - Após estudar com Ginastera, H. Scherchen e Nadia Boulanger, Piazzolla dedicou-se ao tango, renovando a tradição com uma escrita bem pessoal, refinada e complexa, e com improvisações que levam em conta a grande lição do jazz. Para esta composição, o autor espelhou-se na obra de Vivaldi, mas suas estações pertencem a uma atmosfera latina, melancólica e vigorosa, como o próprio tango. Pode-se dizer que a escrita dos quatro movimentos (Primavera, Verão, Outono e Inverno) leva uma generosa porção de tango, pitadas de dissonâncias jazzísticas e uma boa parte de música erudita ao melhor estilo europeu.
SERVIÇO:
O quê: Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) - Série Glauber Rocha V
Regência, maestro Carlos Prazeres
Solistas, Felipe Prazeres (violino), Samuel Dias (violino), Hugo Pilger (violoncelo),
Lucas Robatto e Fernando Pacífico (flautas).
Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves
Quando: 07 de dezembro, às 20 horas
Ingresso (inteira): R$ 20,00
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A Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) apresenta o quinto concerto da Série Glauber Rocha, sob a regência do maestro Carlos Prazeres, no próximo dia 7 de dezembro, quarta-feira, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, às 20 horas. Desta vez, a apresentação contará com a participação de cinco solistas convidados: Felipe Prazeres (violino), Samuel Dias (violino), Hugo Pilger (violoncelo), Lucas Robatto e Fernando Pacífico (flautas). No repertório, composições de autores consagrados inspiradas no mesmo tema – primavera, verão, outono, inverno: As quatro estações, Op.8, de Antonio Vivaldi (1678 – 1741); As quatro estações do sonho, de Ernst Widmer (1927 -1990) e As quatro estações portenhas, de Astor Piazzolla (1921-1992). Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). A OSBA é mantida pela Secretaria de Cultura do Estado através da Fundação Cultural e TCA. A temporada de espetáculos deste ano será encerrada com o Concerto Especial de Natal, no dia 15, às 20 horas, na Sala Principal do TCA, também sob a regência do maestro Carlos Prazeres.
CARLOS PRAZERES (REGENTE) - Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica da Bahia, é um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração. Já dividiu o palco com artistas como Antonio Meneses, Rosana Lamosa, Augustin Dumay, Wagner Tiso, João Bosco, Stanley Jordan e Milton Nascimento, entre outros. Como maestro convidado, tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos, tais como a Orchestre National des Pays de la Loire na França, Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda na Itália, Youth Orchestra of the Americas, Junge Philharmonie Salzburg, Filarmônica de Buenos Aires, Orquestra Amazonas Filarmônica, Jazz Sinfônica de São Paulo e a Orquestra do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC).
FELIPE PRAZERES (VIOLINO) - Iniciou seus estudos aos 11 anos e, aos 14, já atuava como solista frente à Orquestra Petrobras Sinfônica. Graduou-se na Uni-Rio. Cursou pós-graduação na renomada Academia de Santa Cecilia, em Roma, na classe de Domenico Nordio. Obteve o primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas de Juiz de Fora, MG, em 1997, no Concurso Interno da Uni-Rio, em 1998, e no Concurso Nacional de Música IBEU, em 1999. Atuou como solista ao lado das principais orquestras do Brasil, como a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo e Orquestra da Escola de Música da UFRJ. Colaborou com renomados maestros, como Isaac Karabtchevsky, Armando Prazeres, Roberto Tibiriçá e Ernani Aguiar. Desde 2001, atua como spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica e também como regente.
SAMUEL DIAS (VIOLINO)- Atual Spalla da OSBA. Iniciou seus estudos musicais aos 12 anos de idade. Em 2008 entrou na Academia da OSESP sob orientação de Emmanuele Baldini (atual spalla da OSESP). Já atuou como solista na Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos, Juvenil 2 de Julho (NEOJIBA), Camerata Cantilena Essemble, Orquestra Unisinos e OSBA e realizou recitais com Dana Radhu e Rogério Zaghui. Em 2010 tocou com o Grupo GIMBA em turnê pelo Nordeste. Em fevereiro de 2011 foi spalla convidado da Orquestra do Festival de Pelotas, Rio Grande do Sul, e da Orquestra Sinfônica do Mato Grosso.
HUGO PILGER (VIOLONCELO) - Nasceu em 1969, em Porto Alegre, RS. Formou-se no curso de Bacharelado em Instrumento Violoncelo na UNIRIO. Como solista já se apresentou com a Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES), Orquestra Orquestra Sinfônica Nacional (UFF), Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), entre outras. Já se apresentou em países da América do Sul, Europa e no Marrocos. É primeiro violoncelo da Orquestra Petrobras Sinfônica e integrante do Quarteto Radamés Gnattali, que recentemente gravou os 17 Quartetos de Heitor Villa-Lobos em áudio e vídeo de alta definição.
LUCAS ROBATTO (FLAUTA) - Professor da UFBA e primeiro flautista da OSBA. Graduou-se e completou o mestrado na Escola Estatal Superior de Música de Karlsruhe (Alemanha). Doutorou-se na Universidade de Washington, Seattle (Estados Unidos). Foi bolsista do DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), da Fundação Vitae (Brasil) e da Capes (Brasil). Tem sido regularmente convidado para atuar como professor de flauta e camerista em diversos festivais de música, a exemplo dos Verões Musicais e Festival de Inverno da Unisinos (RS), Civebra (Brasília), Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga (Juiz de Fora, MG) e Encontro Juvenil Música para Todos - EJMT (Córdoba, Argentina).
FERNANDO PACÍFICO HOMEM (FLAUTA) - Mestre em Performance Musical pela Universidade Federal de Minas Gerais e bacharel em Instrumento Flauta pela UFBA. Ocupou o cargo de primeiro flautista solista na OSBA e na Orquestra Sinfônica Brasileira, no Rio de Janeiro, onde também integrou o Quinteto Villa-Lobos. Como solista atuou frente à OSBA, Orquestra Sinfônica da UFBA, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Orquestra de Câmara do Sesiminas. É doutorando pela UFBA, onde desenvolve pesquisa sobre o maestro Sebastião Vianna.
O PROGRAMA
AS QUATRO ESTAÇÕES, Op.8, ANTONIO VIVALDI - A obra que se intitula “Il cimento dell’armonia e dell’invenzione” (“ensaio sobre a harmonia e a invenção”), abre com os celebres 4 concertos das “Quatro estações”, cada qual precedido por um soneto literário explicativo. A estrutura é aquela do concerto solista, mas aqui o autor parece desvincular-se do formalismo tradicional para procurar uma nova liberdade expressiva que consegue justamente através de uma descrição original e colorida, a reconstrução de atmosferas naturalísticas e os efeitos imitativos.
AS QUATRO ESTAÇÕES DO SONHO, ERNST WIDMER - Concebida como um concerto duplo para duas flautas e orquestra de cordas, a obra integra quatro movimentos que podem ser executados isoladamente, em pares, em numero de três, ou integralmente partindo de qualquer uma das estações. Explica Widmer: “As Estações do sonho, ou Estações fora do tempo, acompanham o ciclo primitivo de tornar-se, ser e desvanecer-se. A Primavera é o despertar e a tristeza; o Verão zênite e chuva morna; o Outono, maturidade e ímpeto; o Inverno, reflexão e encostas de neve ensolaradas. Assim, todas as estações são transições incessantes, cada uma contida em todas as outras: transformações que, na visão dos trópicos, tornam-se dimensões do sonho e, principalmente, deixam transparecer seu inalterável decurso”. (Ilza Nogueira)
AS QUATRO ESTAÇÕES PORTENHAS, ASTOR PIAZZOLLA - Após estudar com Ginastera, H. Scherchen e Nadia Boulanger, Piazzolla dedicou-se ao tango, renovando a tradição com uma escrita bem pessoal, refinada e complexa, e com improvisações que levam em conta a grande lição do jazz. Para esta composição, o autor espelhou-se na obra de Vivaldi, mas suas estações pertencem a uma atmosfera latina, melancólica e vigorosa, como o próprio tango. Pode-se dizer que a escrita dos quatro movimentos (Primavera, Verão, Outono e Inverno) leva uma generosa porção de tango, pitadas de dissonâncias jazzísticas e uma boa parte de música erudita ao melhor estilo europeu.
SERVIÇO:
O quê: Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) - Série Glauber Rocha V
Regência, maestro Carlos Prazeres
Solistas, Felipe Prazeres (violino), Samuel Dias (violino), Hugo Pilger (violoncelo),
Lucas Robatto e Fernando Pacífico (flautas).
Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves
Quando: 07 de dezembro, às 20 horas
Ingresso (inteira): R$ 20,00