23/02/2012
A última noite do Carnaval 2012 não deixou a mistura de ritmos de lado. Nesta terça-feira (21), o trio Raízes da Bahia desfilou no Circuito Osmar (Campo Grande) com o autêntico forró e o samba de roda do Recôncavo. Roberto Mendes, Wilson Aragão e os grupos Barlavento, Samba de Roda de Quingoma e Camerata Popular do Recôncavo levaram para o folião pipoca clássicos da música feita na Bahia.
Canções como "Marinheiro só", "É de dar água na boca" e "Só se vê na Bahia" fizeram parte de um repertório repleto de melodias legitimamente baianas. "Este foi um reencontro com velhos amigos de várias gerações: sessentões, quarentões e vintões, que já tocaram com a gente em outra época", revela Wilson Aragão.
Para Davizinho de Mutá, cantor do Barlavento, levar o samba para a avenida foi a realização de um sonho. "Era tudo o que a gente queria. O samba de roda foi que criou o que se vê hoje na Bahia. São músicas escritas pelo povo e poesias. O carnaval é uma festa da diversidade de ritmos e culturas, e é muito importante termos este espaço", ressalta o cantor. Além de cantar seus sambas, ele também não parou de dançar com o grupo das sambadeiras de Lauro de Freitas, que levaram o colorido de suas roupas e o gingado característico ao desfile.
O trio Raízes da Bahia faz parte do Carnaval Pipoca, programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBa), que promove a democratização do Carnaval através de trios sem cordas e a oferta de diferentes atrações e estilos musicais. Neste ano, a seleção dos 20 projetos e 72 atrações foi realizada através de chamadas públicas.
O professor Adailton Damião, que sambava atrás do trio, ressalta a importância da pipoca para a folia. "Eu brinco o Carnaval há cinco anos, sempre na pipoca. Tenho a oportunidade de seguir os ritmos que mais gosto, como o samba, e conhecer novos grupos e estilos musicais".
Canções como "Marinheiro só", "É de dar água na boca" e "Só se vê na Bahia" fizeram parte de um repertório repleto de melodias legitimamente baianas. "Este foi um reencontro com velhos amigos de várias gerações: sessentões, quarentões e vintões, que já tocaram com a gente em outra época", revela Wilson Aragão.
Para Davizinho de Mutá, cantor do Barlavento, levar o samba para a avenida foi a realização de um sonho. "Era tudo o que a gente queria. O samba de roda foi que criou o que se vê hoje na Bahia. São músicas escritas pelo povo e poesias. O carnaval é uma festa da diversidade de ritmos e culturas, e é muito importante termos este espaço", ressalta o cantor. Além de cantar seus sambas, ele também não parou de dançar com o grupo das sambadeiras de Lauro de Freitas, que levaram o colorido de suas roupas e o gingado característico ao desfile.
O trio Raízes da Bahia faz parte do Carnaval Pipoca, programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBa), que promove a democratização do Carnaval através de trios sem cordas e a oferta de diferentes atrações e estilos musicais. Neste ano, a seleção dos 20 projetos e 72 atrações foi realizada através de chamadas públicas.
O professor Adailton Damião, que sambava atrás do trio, ressalta a importância da pipoca para a folia. "Eu brinco o Carnaval há cinco anos, sempre na pipoca. Tenho a oportunidade de seguir os ritmos que mais gosto, como o samba, e conhecer novos grupos e estilos musicais".