23/02/2012
"A minha missão hoje é acordar a galera", foi assim que o cantorTonho Matéria, atração do Carnaval Pipoca, abriu o circuito Dodô (Barra-Ondina), na tarde desta segunda-feira de carnaval (20/02). O músico levou, para cima do Trio A Voz do Samba, percussionistas vestidos de marinheiros. A proposta do cantor foi lembrar a Revolta da Chibata, motim realizado pelos marinheiros de 1910 contra o movimento escravocrata da época. "As letras do samba-reggae sempre tiveram a preocupação em falar sobre essas revoltas, principalmente quando coordenadas pelos líderes negros", explicou.
Matéria criou o Trio A Voz do Samba com o intuito de oferecer oportunidade aos artistas que estão começando, como é o caso dos cantores Lucas di Fiori e Afro Jhow. "Eu trabalho na contramão, buscando promover novas figuras no carnaval para que a festa não fique na mesmice", ressaltou o anfitrião.
O ex-cantor do Olodum falou sobre o horário da saída no circuito, mas não reclamou, buscando levantar o astral do público durante todo o percurso. "Nesse sol escaldante o importante é fazer o som", disse. Misturando o samba-reggae com o hip hop, Afro Jhow se mostrou empolgado com o convite de Tonho Matéria. "É a voz do samba fazendo a diversidade no carnaval de Salvador", comentou. "Tudo aqui é improvisado, a gente faz uma mistura. Seu som é fantástico e sou apaixonado por sua música", declarou Tonho ao amigo Jhow.
Em frente ao Cristo da Barra, o cantor relembrou de quando fazia parte da banda Olodum e cantou canções históricas como "Olodum pra balançar", "Vem meu amor", "Protesto do Olodum", "Madagascar Olodum" e "Avisa lá".
No final do percurso, o cantor Tonho Matéria agradeceu a oportunidade ao Governo da Bahia e o apoio da SecultBA. Sobre o próximo carnaval, o cantor comentou que pretende sair no mesmo horário e com mais músicos. "A idéia é inscrever esse projeto ano que vem com três mil percussionistas e fazer o samba-reggae acontecer", completou.
Matéria criou o Trio A Voz do Samba com o intuito de oferecer oportunidade aos artistas que estão começando, como é o caso dos cantores Lucas di Fiori e Afro Jhow. "Eu trabalho na contramão, buscando promover novas figuras no carnaval para que a festa não fique na mesmice", ressaltou o anfitrião.
O ex-cantor do Olodum falou sobre o horário da saída no circuito, mas não reclamou, buscando levantar o astral do público durante todo o percurso. "Nesse sol escaldante o importante é fazer o som", disse. Misturando o samba-reggae com o hip hop, Afro Jhow se mostrou empolgado com o convite de Tonho Matéria. "É a voz do samba fazendo a diversidade no carnaval de Salvador", comentou. "Tudo aqui é improvisado, a gente faz uma mistura. Seu som é fantástico e sou apaixonado por sua música", declarou Tonho ao amigo Jhow.
Em frente ao Cristo da Barra, o cantor relembrou de quando fazia parte da banda Olodum e cantou canções históricas como "Olodum pra balançar", "Vem meu amor", "Protesto do Olodum", "Madagascar Olodum" e "Avisa lá".
No final do percurso, o cantor Tonho Matéria agradeceu a oportunidade ao Governo da Bahia e o apoio da SecultBA. Sobre o próximo carnaval, o cantor comentou que pretende sair no mesmo horário e com mais músicos. "A idéia é inscrever esse projeto ano que vem com três mil percussionistas e fazer o samba-reggae acontecer", completou.