26/11/2012
Nesta terça-feira, 27, sete representantes de instituições culturais do Reino Unido iniciarão a I Missão de Prospecção à Bahia, ação que atesta o Protocolo de Intenções de cooperação e visa fomentar ações de intercâmbio cultural entre aquele país e a Bahia. Realizada entre os dias 27 e 30 de novembro, a visita resulta da parceria firmada entre a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult/BA) e a People’s Palace Projects – associação sem fins lucrativos ligada a Universidade Queen Mary, de Londres.
Em um mundo de comunicação global, o intercâmbio, as trocas e o diálogo intercultural tornaram-se condições indispensáveis para o desenvolvimento da Cultura. “Uma das principais expectativas desta cooperação com o Reino Unido é para a área de formação em Cultura. O Reino Unido possui uma vasta experiência na área e a transferência de informação e conhecimentos será fundamental até mesmo na consolidação do Centro de Formação em Artes da Funceb”, afirma Monique Badaró, assessora de Relações Internacionais da Secult/BA.
A missão tem como objetivo oferecer aos visitantes uma visão geral das instituições culturais da Bahia e, especialmente, desenvolver a formação no campo da Cultura, além de traçar objetivos comuns e estabelecer uma agenda de trabalho unificado de cooperação. A programação prevê visitas ao Centro Técnico do Teatro Castro Alves (TCA), à Fundação Cultural da Bahia (Funceb), ao futuro Centro de Residência Artística do Pelourinho, ao Centro de Formação e Artes, à Escola de Artes e Tecnologia (Cipó), além da Pracatum, da Rede TV (Pelourinho), entre outros.
A missão de cooperação entre a Bahia e o Reino Unido está diretamente alinha à política internacional de Cultura da Secult/BA, que prevê a promoção e o diálogo intercultural, além de impulsionar fluxos de trocas entre a Bahia e o resto do mundo. “Visitas como esta oferecem a oportunidade de mapear as demandas de cooperação para as áreas de formação em Cultura e artes, fato que possibilita o desenho de ações que atendem às reais necessidades do público alvo”, completa Monique ao avaliar ações de cooperação cultural.