25/11/2013
Sábado, 30 de novembro, é o último dia para conferir a exposição Filhos de Nzambi, em cartaz no Museu Udo Knoff de Azulejaria. A mostra aborda a força da espiritualidade e da ancestralidade no mundo contemporâneo, a partir das heranças africana e indígena, com destaque para o candomblé. Através de esculturas em argila assentadas em agdás (pratos utilizados nas oferendas do candomblé) de cerâmica, e técnica spray sobre azulejos, Denissena retrata pessoas comuns e um diálogo com a religiosidade.
“Os filhos de Nzambi são os indivíduos que circulam pelas ruas, que habitam suas casas e criam seus filhos, e ainda se dedicam a cuidar dos outros. Somos todos filhos de Nzambi, Deus, Olorum, Kalunga, ou qualquer que seja o nome que usamos para invocá-lo”, explica Denissena. A exposição também busca levar os visitantes a uma reflexão sobre seus preconceitos, no combate à intolerância religiosa, sendo assim um momento de afirmação, sobretudo, de personagens das culturas negra e indígena.
Uma realização do Museu Udo Knoff de Azulejaria, DIMUS, IPAC e SECULT/BA, a mostra Filhos de Nzambi fica em cartaz até 30 de novembro. O Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica está localizado na Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho. A entrada é gratuita. O horário de visitação é de terça a sexta-feira, das 12h às 18h; e aos fins de semana e feriados, das 12h às 17h.