28/02/2014
Do Engenho Velho da Federação para as ruas do circuito Osmar (Campo Grande). Assim chegou com tudo o Bloco Proibido Proibir, arrastando 1500 foliões que sambaram ao som da banda Katulê e o convidado Délcio Luiz. Oficialmente, o bloco marca presença no Carnaval há dez anos, mas a história, segundo um dos dirigentes, é muito mais antiga. “Nós estamos há 22 anos fazendo Carnaval, mas podemos dizer que somos pioneiros nessa trajetória de samba na folia”, enfatizou Luis Claudio (Lula), dirigente da entidade.
Como atração especial, o bloco trouxe mais uma vez o sambista carioca Délcio Luis que há 14 anos está presente no carnaval baiano. “Essa fusão Rio de Janeiro – Salvador deu muito certo e continua dando. Somos parceiros e, pra mim, é uma honra estar juntos dos amigos do Proibido Proibir, com tanta história no carnaval da Bahia. É bonito ver o samba nessa festa”, afirmou o sambista que voltará a Salvador com seu show no dia 06 de abril. Para a aposentada Laury Carvalho (79), que reuniu a família na arquibancada, o samba é um misto de alegria e paixão. "Vim ver os cantores famosos, gosto muito do samba. É a primeira vez que venho e estou adorando ver esses artistas de perto", contou animada.
O Proibido Proibir surgiu na década de 1980 e, após um longo intervalo retornou às ruas mais fortalecido. “Pra mim é especial ter um dia só de samba no Carnaval e nossos associados, a cada ano, afirmam isso”, concluiu Lula junto aos companheiros Waldir Pinto e Raimundinho, dirigentes. O bloco trouxe ainda os cantores Almirzinho Serra, filho de Almir Guineto e Alexandre Vidal.