30/10/2014
[caption id="attachment_54032" align="aligncenter" width="442" caption="Maria Moçoila / Foto: Sôanne Marry "]
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A Cia. de Dança Sôanne Marry traz a atmosfera sensual e boêmia dos cabarés da década de 1930, em seu novo espetáculo Maria Moçoila. A estreia está marcada para às 20 horas do próximo dia 21 de novembro, na Tenda Teatro Popular de Ilhéus. No dia 22, o musical será reapresentado no mesmo horário. Segundo a diretora e coreógrafa Sôanne Marry, o musical recria o glamour das noites de um bordel, através de coreografias de balé moderno.
A inspiração para Maria Moçoila veio das biografias de Noel Rosa, Dalva de Oliveira, Nelson Gonçalves entre outros cantores e músicos que misturavam romantismo e boemia. Outra base para o espetáculo foi o filme L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância do diretor francês Bertrand Bonello. “O musical mescla ficção e realidade, o antigo e o contemporâneo, retratando o cotidiano das ninfetas”, adianta a diretora.
Entre coreografias românticas e sensuais, Maria Moçoila revela ainda os amores da casa de tolerância, onde alguns homens se apaixonam, enquanto outros se tornam viciosamente dependentes. O musical ainda mostra como as garotas chegam tímidas e logo aprendem o ofício, dividindo seus segredos, medos e dores.
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A Cia. de Dança Sôanne Marry traz a atmosfera sensual e boêmia dos cabarés da década de 1930, em seu novo espetáculo Maria Moçoila. A estreia está marcada para às 20 horas do próximo dia 21 de novembro, na Tenda Teatro Popular de Ilhéus. No dia 22, o musical será reapresentado no mesmo horário. Segundo a diretora e coreógrafa Sôanne Marry, o musical recria o glamour das noites de um bordel, através de coreografias de balé moderno.
A inspiração para Maria Moçoila veio das biografias de Noel Rosa, Dalva de Oliveira, Nelson Gonçalves entre outros cantores e músicos que misturavam romantismo e boemia. Outra base para o espetáculo foi o filme L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância do diretor francês Bertrand Bonello. “O musical mescla ficção e realidade, o antigo e o contemporâneo, retratando o cotidiano das ninfetas”, adianta a diretora.
Entre coreografias românticas e sensuais, Maria Moçoila revela ainda os amores da casa de tolerância, onde alguns homens se apaixonam, enquanto outros se tornam viciosamente dependentes. O musical ainda mostra como as garotas chegam tímidas e logo aprendem o ofício, dividindo seus segredos, medos e dores.