30/10/2014
Festival Internacional de Artes Cênicas promove 32 sessões, de sexta a domingo, em Salvador e Madre de Deus
O último fim de semana do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC) chega com uma maratona de teatro, dança e intervenções urbanas que discutem temas como amor, poder, liberdade e educação. Do sertão à selva de pedra, em Salvador e em Madre de Deus, são 18 as opções de espetáculos para vários os gostos, em horários flexíveis e em locais próximos: basta se organizar e conferir. No total, são 32 sessões. O espanhol Roger Bernat traz três espetáculos com mote político e que exigem da plateia uma tomada de decisão diante das questões coletivas: A Sagração da Primavera (01/11, às 18h e às 20h no piso C do TCA), Pendiente de Voto (31/11, às 16h, no Teatro do Goethe-Institut) e Domínio Público (02/11, às 16h, no Estádio Municipal de Madre de Deus). Leonardo França apresenta Ouriço, uma dança atravessada por muitos vetores em duas sessões no Espaço Cultural Barroquinha: sexta (30/11) e sábado (01/11), às 20h. Também na sexta (20h) e sábado (18h), mas no Cine-Teatro Solar Boa Vista, Sérgio Módena e Gustavo Gasparani aproximam o texto shakespeariano do grande público em uma “reduzida” de Ricardo III: o ator, sozinho, interpreta 21 personagens dos 54 do texto original. A grande estreia do FIAC marca também a estreia do ator Jackson Costa como diretor: Love, espetáculo em que Cyria Coentro costura textos e poemas de amor, fica em cartaz no Teatro Gamboa Nova, de sexta a domingo (31/10 a 02/11), sempre às 20h. De volta à programação do festival, a premiada Cia. dos Atores discute os rumos da educação no Brasil a partir de uma reunião de professores em Conselho de Classe, em cartaz no IFBA, sexta (31/10), às 20h. Márcio Meirelles leva os deuses do Olimpo para os camarotes do Carnaval de Salvador em Por que Hécuba, no Teatro Vila Velha, sábado (01/11) e domingo (02/11), sempre às 20h. Sábado (01/11) e domingo (02/11), às 20h, o chileno Guillermo Calderón discute a ditadura chilena no palco do Teatro Martim Gonçalves em Escuela. Os artistas franceses da Cia. Sacékripa fazem um cruzamento de teatro de objeto, circo e clown em Vi, espetáculo em cartaz no Teatro do Goethe Institut, também no sábado (01/11), às 18h e domingo (02/11), às 11h e 16h. O clássico de João Cabral de Melo Neto Morte e Vida Severina será contado através do teatro de sombras em Muito Mais Vida Severina, em cartaz nas paredes da Igreja da Matriz de Nossa Senhora de Madre de Deus, sexta (31/10) às 19h e no Espaço Cultural Barroquinha, domingo (02/11), às 18h. A partir de uma frasqueira encontrada na rua, a Cia. Carmin vem do Rio Grande do Norte para encenar Jacy, no ginásio da Escola Municipal ACM, em Madre de Deus, no sábado (01/11), às 20h e no Centro Cultural Plataforma, no domingo (02/11), às 16h. De volta à programação do FIAC, o baiano Marvan Carlos apresenta o solo que parte dos movimentos do popping em Pout-Pourri, nas ruas de Madre de Deus.
