Política para Culturas Negras foi tema de seminário no III Encontro das Culturas Negras

21/11/2014

Representantes do setor e dirigentes da SecultBA se reuniram para avaliar as políticas culturais e fortalecer as ações que já vêm sendo implantadas

[caption id="attachment_55085" align="aligncenter" width="491" caption="Foto: Tacila Mendes"][/caption] O Seminário Política para Culturas Negras, parte da programação do III Encontro das Culturas Negras, reuniu representantes do movimento negro, de instituições culturais e artistas, nesta sexta-feira (21), no auditório Kátia Mattoso, no Complexo Cultural dos Barris. Aberto ao público, o evento contou com intensa participação dos presentes, que discutiram e avaliaram os projetos e ações realizadas pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). Além disso, indicaram sugestões para seus desdobramentos e formas de continuidade. O Seminário configurou-se como uma espécie de prestação de contas à sociedade das atividades e políticas realizadas pela SecultBA. O secretário de Cultura da Bahia, Albino Rubim, apresentou ao público os mecanismos de fomento à cultura que contemplam apoio as culturas negras, além de programas voltados diretamente para o setor. "Nesses últimos oito anos, pode-se falar em um investimento de cerca de R$ 100 milhões de reais para as Culturas Negras em todo o estado. O objetivo é que o recurso seja cada vez maior e as ações sejam fortalecidas, sempre com base no diálogo com os setores", afirmou o secretário. O artista plástico J. Cunha falou sobre a necessidade de fortalecimento de ações voltadas para a juventude negra. Já Anderson Rodrigues, representante do setor de dança, lembrou: "Nós somos negros o ano todo. As ações podem ganhar o status de programa, sendo realizadas de forma contínua". Para que as dúvidas e questionamentos fossem esclarecidos, foram convidados os gestores de todos os setores da pasta. Assim, além do secretário, o encontro contou com a presença da diretora do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI), Arany Santana; do superintendente de Promoção Cultural da SecultBA, Carlos Paiva; do superintendente de Desenvolvimento Territorial da Cultura da SecultBA, Sandro Magalhães; da diretora do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Elisabete Gándara; da diretora da Fundação Pedro Calmon, Fátima Fróes; e da diretora da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Nehle Franke.