SecultBA promove qualificação para internacionalizar música baiana

14/01/2015

As inscrições já estão abertas para a oficina de estratégias baseada em caso inglês

No dia 31 de janeiro, agentes e produtores culturais, gestores, artistas e demais interessados em internacionalização da música podem participar da oficina “Estratégias de Internacionalização da Música da Inglaterra”. A ação acontece no Forte de Serviços Criativos, sede do Bahia Criativa, no Barbalho, das 14h às 17h, facilitada pelo presidente da British Underground, Crispin Parry, pela jornalista e curadora Jody Gillet, pelo diretor artístico de festivais, Tom Paine, e pelo produtor Ed Feilden, com tradução simultânea. “O objetivo do projeto é romper fronteiras, gêneros e conectar artistas com novos públicos e, fundamentalmente, com seus pares. Visa ainda apresentar os sons das “capitais do bass sound” no mundo, caso de Salvador e de Londres”, afirma Monique Badaró, assessora de Relações Internacionais da Secult e coordenadora do projeto Bahia Music Export . As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas pelo email bahia.criativa@cultura.ba.gov.br. Bahia Music Export O Bahia Music Export tem como missão impulsionar a internacionalização do setor de música independente da Bahia. Assim, para promover a música baiana no exterior, o Bahia Music Export desenvolve projetos especiais de intercâmbio e difusão que possibilitem a troca de conhecimento; formação de rede e criação de plataformas facilitadoras de negócios e inserção em novos mercados, a exemplo do ‘bass culture clash”, no Reino Unido, em parceria coma a British Underground. Facilitadores Crispin Parry – presidente da empresa British Underground, uma agência líder em showcases internacionais e em desenvolvimento de negócios e oportunidades para artistas emergentes no Reino Unido, bem como de alianças para indústria da música. Ele fundou a empresa há 12 anos, após uma carreira de sucesso como editor de revista de música; também construiu uma ampla rede de contatos na indústria do Reino Unido. A empresa British Underground já produziu mais de 50 campanhas de showcases no Reino Unido, sendo o projeto mais recente o Bass Culture, uma vitrine para promover o reggae britânico. Desde 2012, vem desenvolvendo uma iniciativa para conectar e trocar ideias com a indústria brasileira, cujo objetivo é promover o intercambio de experiências e conhecimentos entre artistas emergentes do Reino Unido e do Brasil, especialmente a Bahia. A British Underground conta com o apoio financeiro do Conselho de Artes da Inglaterra (Arts Council England) e do Sindicato de Músicos do Reino Unido (British Musician’s Union Office). Jody Gillet – que é responsável pela comunicação do projeto. Jody Gillet – além de ter sido curadora de coletâneas BMex, é uma parceria do nosso projeto, representante da BM&A no Reino Unido, vive em Londres e atua há mais de 15 anos com o cenário local de música independente. Já trabalhou com marketing e gerenciamento de diversas gravadoras e selos como Hannibal Records, Ryko disc, LuakaBop, Trama, etc. Tom Paine – criador da Team Love, produtora responsável por vários festivais no Reino Unido, entre os quais o Glastonbury Festival, maior festival de música a céu aberto do mundo, e o Love Saves the Day e também na Europa, como o Garden Festival, na Croácia e o See No Evil, considerado o maior festival de arte de rua do mundo. Ed Feilden da ATC Management, empresa de gestão de carreiras que representa artistas como Jus Now, Kate Tempest, Micachu and the Shapes, Kwes, Tirzah. Larga experiência em produção cultural, tendo participado da produção do festival Glastonbury Festival e do Carnaval de Notting Hill. Serviço Oficina “Estratégias de Internacionalização da Música da Inglaterra” Dia 31 de janeiro (sábado) – das 14h00 às 17h00 Escritório do Bahia Criativa – Forte do Barbalho Facilitador - Crispin Parry GRATUITA – Inscrições pelo email bahia.criativa@cultura.ba.gov.br