18/02/2015
[caption id="attachment_58491" align="aligncenter" width="491" caption="Foto Sidney Rocharte"]
[/caption]
Para comandar a festa na última noite do Carnaval da Cultura 2015, subiu ao palco do Largo do Pelourinho, nesta terça-feira (17.02), um dos principais responsáveis pela qualidade e reconhecimento da música baiana, sobretudo do Axé: Moraes Moreira. Ao lado do filho Davi Moraes e do inseparável violão, Moreira cantou sucessos consagrados da época dos Novos Baianos e de sua carreira solo. “Boa noite, galera! Esse vai ser o baile mais bonito que o Pelourinho já viu”, disse animado antes de iniciar a canção “Besta é Tu”.
Se o povo voltou no tempo e cantou entre sorrisos os sucessos “Brasil Pandeiro” e “A Menina Dança”, foi ao som frenético da inédita “O Caminhão Balança” que ninguém ficou parado. “Não chore não. Não fique triste. O amor existe”, diz a letra. “Para mostrar que eu não estou aposentado, vai uma inédita para vocês”, brincou Moraes. Ao longo do show, Davi Moraes também rememorou sucessos da carreira do pai, cantou e mostrou o porquê já se tornou uma referência como guitarrista.
“Maravilhoso!”, definiu Moraes ao falar sobre o Carnaval do Pelô. O cantor comentou também obre a importância do investimento que vem sendo feito nos últimos anos. “O Carnaval do Pelourinho tem que ser o grande baile da Bahia. É preciso investir cada vez mais em divulgação e transformar esse espaço numa das coisas mais tradicionais da Bahia, porque o Pelourinho é a síntese de Salvador”, disse.
Trajetória - Antônio Carlos Moreira Pires, o Moraes Moreira, sertanejo de Ituaçu, no interior da Bahia, iniciou sua vida musical tocando sanfona de doze baixos em festas de São João, batizados, casamentos. Aos 20 anos, rumou para a capital para estudar medicina, porém a paixão pela música foi mais forte. Ingressou no Seminário de Música da Universidade Federal da Bahia. À época, o encontro com o também cantor e compósito Tom Zé contribuiu para traçar a carreira musical profissional de Moreira. Em 1969, junto ao recém lançado Novos Baianos, Moraes Moreira gravou seu primeiro disco, intitulado “Ferro na Boneca”. De lá para cá são mais de 40 anos de trabalho, mais de 40 álbuns – entre solo e Novos Baianos- , além de composições gravadas por grandes artistas da MPB. No currículo, Moreira também soma o título de primeiro cantor a tocar em trio elétrico.
O Carnaval da Cultura 2015 é o carnaval da democracia e da diversidade, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Ouro Negro, Carnaval Pipoca e Outros Carnavais.
[/caption]
Para comandar a festa na última noite do Carnaval da Cultura 2015, subiu ao palco do Largo do Pelourinho, nesta terça-feira (17.02), um dos principais responsáveis pela qualidade e reconhecimento da música baiana, sobretudo do Axé: Moraes Moreira. Ao lado do filho Davi Moraes e do inseparável violão, Moreira cantou sucessos consagrados da época dos Novos Baianos e de sua carreira solo. “Boa noite, galera! Esse vai ser o baile mais bonito que o Pelourinho já viu”, disse animado antes de iniciar a canção “Besta é Tu”.
Se o povo voltou no tempo e cantou entre sorrisos os sucessos “Brasil Pandeiro” e “A Menina Dança”, foi ao som frenético da inédita “O Caminhão Balança” que ninguém ficou parado. “Não chore não. Não fique triste. O amor existe”, diz a letra. “Para mostrar que eu não estou aposentado, vai uma inédita para vocês”, brincou Moraes. Ao longo do show, Davi Moraes também rememorou sucessos da carreira do pai, cantou e mostrou o porquê já se tornou uma referência como guitarrista.
“Maravilhoso!”, definiu Moraes ao falar sobre o Carnaval do Pelô. O cantor comentou também obre a importância do investimento que vem sendo feito nos últimos anos. “O Carnaval do Pelourinho tem que ser o grande baile da Bahia. É preciso investir cada vez mais em divulgação e transformar esse espaço numa das coisas mais tradicionais da Bahia, porque o Pelourinho é a síntese de Salvador”, disse.
Trajetória - Antônio Carlos Moreira Pires, o Moraes Moreira, sertanejo de Ituaçu, no interior da Bahia, iniciou sua vida musical tocando sanfona de doze baixos em festas de São João, batizados, casamentos. Aos 20 anos, rumou para a capital para estudar medicina, porém a paixão pela música foi mais forte. Ingressou no Seminário de Música da Universidade Federal da Bahia. À época, o encontro com o também cantor e compósito Tom Zé contribuiu para traçar a carreira musical profissional de Moreira. Em 1969, junto ao recém lançado Novos Baianos, Moraes Moreira gravou seu primeiro disco, intitulado “Ferro na Boneca”. De lá para cá são mais de 40 anos de trabalho, mais de 40 álbuns – entre solo e Novos Baianos- , além de composições gravadas por grandes artistas da MPB. No currículo, Moreira também soma o título de primeiro cantor a tocar em trio elétrico.
O Carnaval da Cultura 2015 é o carnaval da democracia e da diversidade, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Ouro Negro, Carnaval Pipoca e Outros Carnavais.