14/04/2015
[caption id="attachment_60417" align="aligncenter" width="491" caption="Foto: Janine Moraes"]
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O ministro Juca Ferreira concedeu, há pouco, uma coletiva de imprensa em Salvador, onde participa da terceira edição da Caravana da Cultura, evento criado pelo Ministério da Cultura para estreitar laços culturais e conhecer demandas do setor cultural de diversos locais do país.
Juca abordou diversos temas com os jornalistas, entre eles a criação uma empresa de cinema e audiovisual, investimentos no estado com recursos do PAC Cidades Históricas e a importância da caravana como ferramenta de participação social.
Juca destacou que a cultura brasileira vive um momento especial, com dificuldades e oportunidades. "Estamos em um momento de corte de gastos nos planos federal, estadual e municipal, o que é normal, mas temos à frente muitas oportunidades. A área cultural acumulou muito nos últimos 12 anos e conseguimos mudar a cara da gestão cultural no Brasil", afirmou. "É um excelente momento para aproximar o Ministério dos gestores, artistas e produtores culturais do Brasil inteiro, para discutir, ouvir as demandas, perceber as necessidades. Política cultural só se faz com participação social. Essa é a ideia da Caravana".
Baiano de Salvador, Juca Ferreira falou também sobre o sentimento de visitar a Bahia e sobre a rica cultura do estado. "Visitar a Bahia tem, para mim, um significado especial. Quando abre a porta do avião e entra aquele bafo quente, já fico alegre", brincou o ministro. "Este estado é um dos principais centros culturais do Brasil, com uma diversidade cultural enorme, uma cultura de matriz africana muito importante, que contribui decisivamente para a personalidade e a identidade cultural brasileira".
O ministro informou, ainda, que, em almoço com o governador da Bahia, Rui Costa, um dos principais assuntos discutidos foi as obras do PAC Cidades Históricas no estado. "A Bahia é um dos estados beneficiados. O Iphan apresentou um plano de investimento e agora estamos conversando", destacou.
Outro assunto discutido com o governador foi a criação de uma empresa de cinema e audiovisual para o estado, a Bahia Filmes. "Sinalizei positivamente. A cada um real do governo estadual, nós colocamos dois. Já temos experiências positivas no Rio de Janeiro, com a Rio Cine, e em São Paulo, com a SP Cine", afirmou.
"A Bahia não pode ficar de fora, o cinema baiano é histórico. A gente tem que ter uma empresa enxuta, feita para não inchar, com padrões modernos em termos de administração, mas que tenha capacidade para contribuir para o desenvolvimento da atividade aqui no estado", finalizou o ministro.
Fonte: Assessoria de Comunicação - Ministério da Cultura