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Mestre em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), do Ministério da Cultura, Hermano Queiroz, passa a responder por uma das sete diretorias do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), a de Projetos, Obras e Restauro. A nomeação de Hermano Queiroz foi publicada no último dia 7, na página 6 do Caderno Executivo do Diário Oficial do Estado.
Nascido no município de Palmeiras, na Chapada Diamantina, Queiroz integra a equipe do IPAC há sete anos. Atuou como advogado da Procuradoria Jurídica do IPAC de 2009 a 2012. De 2012 até o ano vigente, atuou como consultor jurídico. Agora assume uma nova tarefa. "Este é um desafio muito grande, porque a Diretoria de Projetos Obras e Restauro é de fundamental relevância para a nossa instituição", afirma.
Hermano Queiroz é autor de artigos publicados em revistas, como da Universidade Salvador (Unifacs), da Editora Síntese do Rio Grande do Sul, do IOB do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal. Prefaciou a obra ''Encontro com a Villa Bella das Palmeiras'', publicada pelo Governo do Estado da Bahia, e a obra ''Uma História de Verdades''. É co-autor e organizador da obra literária ''João da Paz''. Também atuou como professor universitário e ministra palestras e cursos em diversos eventos.
DIPRO - A diretoria (Dipro) assumida por Queiroz é o setor responsável pelas ações de restauração predial - edificações e monumentos - e de bens móveis - obras de arte, mobiliários, imagens - através do IPAC. Além disso, a diretoria dispõe de vários setores subordinados com uma grande equipe de restauradores, arquitetos, marceneiros e carpinteiros, dentre outros técnicos e auxiliares.
A Coordenação de Restauro de Elementos Artísticos (Cores), a qual atua com preservação, conservação e restauração de bens culturais móveis e integrados, é um dos setores. Estão subordinados, ainda, a Coordenação de Projetos e Obras (Copro) e a Coordenação de Conservação Predial (Copre).
50 ANOS - Autarquia vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), o IPAC atua de forma integrada e em articulação com a sociedade e os poderes públicos municipais e federais, na política pública estadual do patrimônio cultural. O Instituto é um dos entes públicos mais antigos a atuar com a proteção dos bens culturais no Brasil. Em 2017, o IPAC completa 50 anos de criado.
Dentre as principais restaurações do IPAC, estão algumas etapas de recuperação do Centro Histórico de Salvador e a execução do Programa Monumenta (IPHAN/MinC) nas cidades baianas de Lençóis e Cachoeira que reuniu mais de 80 monumentos, imóveis, avenidas e orlas fluviais recuperadas.
Completam a lista, em Salvador, as restaurações do Palácio Rio Branco, das igrejas do Rosário dos Pretos, do Pilar e de Nossa Senhora do Boqueirão, além da Casa das Sete Mortes e o Forte de Santo Antônio Além do Carmo, dentre dezenas de outras intervenções. Mais informações no site. Acesse o Facebook ''Ipacba Patrimônio'' e o Twitter ''@ipac_ba''.