17/07/2015
[caption id="attachment_64121" align="aligncenter" width="461" caption="Foto: Laís Matos"]
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Após a exposição As Aventuras de Pierre Verger, que recebeu mais de 33 mil visitantes, o Museu de Arte Moderna da Bahia reabre as portas do Casarão para receber a mostra Forte Como Papel, primeira atividade do projeto Este Nosso Não é um Museu.
A exposição, resultado de uma parceria com o Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, mostra peças utilitárias e esculturas de papelão dos artistas e designers Bruno Munari, Enzo Mari, Giulio Paolini, Paolo Ulian, Virgilio Villoresi e Emiliano Ponzi, numa apresentação do uso do papel no design e a ilustração italianos.
O público terá acesso também a cartas, documentos do período, fotos, entre outros materiais documentais que representam o pensamento e trabalho dos designers-artistas participantes do projeto.
Este Nosso não é um Museu
O projeto surge com a intenção de ocupar os espaços do Museu de Arte Moderna da Bahia nos mais diversos sentidos, utilizando exposições, exibição de filmes, oficinas, palestras, mostras de documentação histórica e demais atividades que compõem a história cotidiana do Museu de Arte Moderna da Bahia e sua relação com a comunidade baiana.
A expressão “Este Nosso não é um Museu” aparece em um documento (parte do acervo do MAM-BA) escrito pela arquiteta Lina Bo Bardi no início dos anos 1960, ao explicar (como primeira diretora da instituição) qual deveria ser o papel do Museu de Arte Moderna da Bahia:
Este nosso não é um museu, o termo é impróprio: o museu conserva e nossa pinacoteca não existe. Este nosso deveria se chamar Centro, Movimento, Escola, e a futura coleção, bem programada segundo critérios didáticos e não ocasionais, deveria chamar-se: Coleção Permanente. É neste sentido que adotamos a palavra Museu. É preciso também chegar-se a um acordo sobre a palavra Moderno (…)
Além da exposição “Forte Como Papel”, o projeto de ocupação do Casarão e Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia conta ainda com uma intensa programação:
Micro-exposição de fotos e documentos originais que integram o acervo do MAM-BA, produzidos no período de fundação do Museu de Arte Moderna da Bahia. Entre essa documentação, cartas e ensaios escritos por Lina Bo Bardi, primeira diretora do MAM-BA.
Oficina sobre o desenvolvimento do mobiliário em papel, aberta ao público gratuitamente.
Filmes de trabalho, documentando o tempo e os gestos da rotina no Museu de Arte Moderna da Bahia.
Aula sobre “Como Falar Italiano com Mãos”, aberto a crianças e adultos.
SERVIÇO
O que: Forte como Papel (dentro do projeto Este Nosso não é um Museu)
Onde: Museu de Arte Moderna da Bahia
Visitação: 16/07/2015 a 13/09/2015, terça a domingo, das 13h às 18h
Quanto: entrada gratuita para todas as atividades
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Após a exposição As Aventuras de Pierre Verger, que recebeu mais de 33 mil visitantes, o Museu de Arte Moderna da Bahia reabre as portas do Casarão para receber a mostra Forte Como Papel, primeira atividade do projeto Este Nosso Não é um Museu.
A exposição, resultado de uma parceria com o Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, mostra peças utilitárias e esculturas de papelão dos artistas e designers Bruno Munari, Enzo Mari, Giulio Paolini, Paolo Ulian, Virgilio Villoresi e Emiliano Ponzi, numa apresentação do uso do papel no design e a ilustração italianos.
O público terá acesso também a cartas, documentos do período, fotos, entre outros materiais documentais que representam o pensamento e trabalho dos designers-artistas participantes do projeto.
Este Nosso não é um Museu
O projeto surge com a intenção de ocupar os espaços do Museu de Arte Moderna da Bahia nos mais diversos sentidos, utilizando exposições, exibição de filmes, oficinas, palestras, mostras de documentação histórica e demais atividades que compõem a história cotidiana do Museu de Arte Moderna da Bahia e sua relação com a comunidade baiana.
A expressão “Este Nosso não é um Museu” aparece em um documento (parte do acervo do MAM-BA) escrito pela arquiteta Lina Bo Bardi no início dos anos 1960, ao explicar (como primeira diretora da instituição) qual deveria ser o papel do Museu de Arte Moderna da Bahia:
Este nosso não é um museu, o termo é impróprio: o museu conserva e nossa pinacoteca não existe. Este nosso deveria se chamar Centro, Movimento, Escola, e a futura coleção, bem programada segundo critérios didáticos e não ocasionais, deveria chamar-se: Coleção Permanente. É neste sentido que adotamos a palavra Museu. É preciso também chegar-se a um acordo sobre a palavra Moderno (…)
Além da exposição “Forte Como Papel”, o projeto de ocupação do Casarão e Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia conta ainda com uma intensa programação:
Micro-exposição de fotos e documentos originais que integram o acervo do MAM-BA, produzidos no período de fundação do Museu de Arte Moderna da Bahia. Entre essa documentação, cartas e ensaios escritos por Lina Bo Bardi, primeira diretora do MAM-BA.
Oficina sobre o desenvolvimento do mobiliário em papel, aberta ao público gratuitamente.
Filmes de trabalho, documentando o tempo e os gestos da rotina no Museu de Arte Moderna da Bahia.
Aula sobre “Como Falar Italiano com Mãos”, aberto a crianças e adultos.
SERVIÇO
O que: Forte como Papel (dentro do projeto Este Nosso não é um Museu)
Onde: Museu de Arte Moderna da Bahia
Visitação: 16/07/2015 a 13/09/2015, terça a domingo, das 13h às 18h
Quanto: entrada gratuita para todas as atividades