14/08/2015
[caption id="attachment_65343" align="aligncenter" width="448" caption="Foto: Ascom CEC / Mariana Campos"]
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Pautas cruciais para a atual gestão do Conselho Estadual de Cultura foram apresentadas na última quinta-feira, 13, pelo presidente do órgão, Márcio Ângelo Ribeiro, aos deputados Bira Coroa e ao presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo. O encontro marcou o segundo dia de reuniões entre integrantes do Conselho e parlamentares baianos.
O presidente do Conselho reforçou com os deputados a importância de ser aprovado o projeto de lei 21.334/15, que reserva 60% de cotas, em eventos na Bahia, para artistas e conjuntos musicais que propagam a cultura baiana e local. Outro ponto importante está ligado ao orçamento. Foi sugerido aos deputados que seja priorizada a proposta de fixar em 1,5% a verba destinada à pasta da Cultua. “Apoio o orçamento de 1,5% para Cultura, mas essa é uma decisão governamental”, explicou o deputado Marcelo Nilo.
Acompanhado pela assessora de relações institucionais da Secretaria Estadual de Cultura (SecultBA), Jeane Dea Costa, o presidente do Conselho apontou a necessidade de parcerias entre o Conselho Estadual de Cultura e a Assembleia Legislativa. Uma delas envolve a participação do próprio deputado Bira Coroa, que é membro do Conselho e aceitou o convite de integrar a Comissão de Legislação e Normas do órgão, responsável por analisar as normas jurídicas ligadas ao Sistema Estadual de Cultura.
“Autonomia, conquista popular e direito de livre acesso à escolha: o Conselho Estadual de Cultura da Bahia é pioneiro na política de cultura nacional e marca a luta pela democracia. Por isso temos a responsabilidade de fazer com que todo o Sistema Estadual de Cultura dê certo”, afirmou Bira Coroa, com ar celebrativo diante da nova formação do Conselho e as conquistas que o setor cultural tem conseguido na Bahia.
O presidente do Conselho, Márcio Ângelo Ribeiro, assinalou que as questões orçamentárias exigem atenção redobradas dos representantes culturais. Natural de Juazeiro, ele comemora o fato de as políticas culturais começarem a acontecer de modo simultâneo entre a capital e as cidades do interior. “As políticas relacionadas à cultura não devem partir de cima para baixo. É preciso que as demandas venham de baixo para cima, dos agentes culturais às esferas da gestão”, alertou o presidente.
Ribeiro enumerou a importância de manifestações culturais em cidades como Camaçari, Feira de Santana, Santo Amaro e Senhor do Bonfim. O diálogo com os parlamentares fluiu de modo positivo e o deputado Marcelo Nilo, em demonstração de apoio, se ofereceu para contribuir com as discussões que, em breve, serão levadas à Casa Civil. Outro suporte que será dado pela Assembleia Legislativa está na parceria com publicações de livros.
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Pautas cruciais para a atual gestão do Conselho Estadual de Cultura foram apresentadas na última quinta-feira, 13, pelo presidente do órgão, Márcio Ângelo Ribeiro, aos deputados Bira Coroa e ao presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo. O encontro marcou o segundo dia de reuniões entre integrantes do Conselho e parlamentares baianos.
O presidente do Conselho reforçou com os deputados a importância de ser aprovado o projeto de lei 21.334/15, que reserva 60% de cotas, em eventos na Bahia, para artistas e conjuntos musicais que propagam a cultura baiana e local. Outro ponto importante está ligado ao orçamento. Foi sugerido aos deputados que seja priorizada a proposta de fixar em 1,5% a verba destinada à pasta da Cultua. “Apoio o orçamento de 1,5% para Cultura, mas essa é uma decisão governamental”, explicou o deputado Marcelo Nilo.
Acompanhado pela assessora de relações institucionais da Secretaria Estadual de Cultura (SecultBA), Jeane Dea Costa, o presidente do Conselho apontou a necessidade de parcerias entre o Conselho Estadual de Cultura e a Assembleia Legislativa. Uma delas envolve a participação do próprio deputado Bira Coroa, que é membro do Conselho e aceitou o convite de integrar a Comissão de Legislação e Normas do órgão, responsável por analisar as normas jurídicas ligadas ao Sistema Estadual de Cultura.
“Autonomia, conquista popular e direito de livre acesso à escolha: o Conselho Estadual de Cultura da Bahia é pioneiro na política de cultura nacional e marca a luta pela democracia. Por isso temos a responsabilidade de fazer com que todo o Sistema Estadual de Cultura dê certo”, afirmou Bira Coroa, com ar celebrativo diante da nova formação do Conselho e as conquistas que o setor cultural tem conseguido na Bahia.
O presidente do Conselho, Márcio Ângelo Ribeiro, assinalou que as questões orçamentárias exigem atenção redobradas dos representantes culturais. Natural de Juazeiro, ele comemora o fato de as políticas culturais começarem a acontecer de modo simultâneo entre a capital e as cidades do interior. “As políticas relacionadas à cultura não devem partir de cima para baixo. É preciso que as demandas venham de baixo para cima, dos agentes culturais às esferas da gestão”, alertou o presidente.
Ribeiro enumerou a importância de manifestações culturais em cidades como Camaçari, Feira de Santana, Santo Amaro e Senhor do Bonfim. O diálogo com os parlamentares fluiu de modo positivo e o deputado Marcelo Nilo, em demonstração de apoio, se ofereceu para contribuir com as discussões que, em breve, serão levadas à Casa Civil. Outro suporte que será dado pela Assembleia Legislativa está na parceria com publicações de livros.