Batatinha, Dodô e Osmar recebem entidades afro, de afoxés e samba nesta segunda (8)
Já é tradicional o destaque da presença das entidades do programa Ouro Negro na segunda-feira de Carnaval, nos três circuitos do Carnaval de Salvador. As entidades de matriz africana levam para Centro Histórico, Campo Grande e para Barra os toques e danças oriundos da cultura afro.
No circuito Batatinha, a partir das 16h, os arrastões de samba estarão levando música e animação pelas ruas do Centro Histórico de Salvador. O bloco Mangue é o primeiro e este ano irá homenagear os 50 anos de música do compositor Nelson Rufino. Rogério Lima, presidente do bloco, comenta que a escolha do tema foi a necessidade real de celebrar sua obra. “Sem dúvida, o samba baiano se divide antes e depois de Nelson Rufino”.
Outros blocos de destaques que desfilarão são o Não deixe o Samba Acabar, Carnapêlo e o tradicional Filhos de Korin Efan. Perto dali, no Campo Grande, o Blocão da Liberdade, Mundo Negro e Jaké levarão para Carnaval os frutos dos trabalhos comunitários realizados durante todo ano em seus bairros. Por lá também passarão os blocos que desfilam no contra fluxo: Filhos de Ogun de Ronda, Filhos de Omolú, Aspiral do Reggae e Ókambi.
Mas é no cenário turístico da Barra que o Ouro Negro se destaca no penúltimo dia de festa. Por lá passarão os Filhos de Gandhy, as Filhas de Gandhy – lideradas pela cantora Savannah Lima – e os tambores dos afro Muzenza e Malê Debalê.
CARNAVAL DA CULTURA
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