20/04/2016
O Palacete das Artes recebe, de 26 de abril a 26 de junho, a exposição Brinquedos à Mão – Coleção Sálua Chequer, com mais de mil objetos utilizados pela infância de antigamente e ainda muito presentes nas comunidades interioranas do Nordeste brasileiro. O acervo pertence a Sálua Chequer, colecionadora e pesquisadora de cultura popular, que assina a curadoria da mostra com o artista visual Zé de Rocha. O projeto é uma idealização e realização da Trevo Produções e tem apoio financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, mecanismo de fomento à cultura gerido pelas secretarias de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e da Fazenda (Sefaz), através do edital Agitação Cultural: Dinamização de Espaços Culturais.
As peças foram coletadas ao longo dos últimos 30 anos, durante pesquisas de campo em diversas cidades do interior e nas capitais de estados do Nordeste. Os brinquedos foram adquiridos por artesãos, presenteados por amigos e garimpados em feiras livres nos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará e Piauí.
Para chegar ao formato final da exposição, os curadores levaram em conta o diálogo entre três olhares: o olhar de quem criou o brinquedo, o olhar da colecionadora que o escolheu e o olhar do espectador que se encanta com o objeto. Em foco, a recuperação da importância e do valor pedagógico dos brinquedos populares como referência para as antigas e as novas gerações.
As peças, expostas em suportes diversos, não são apresentadas como peças de museu. Ao contrário, convidam ao movimento. Representam cenas do cotidiano e utensílios de trabalho como, por exemplo, pequenos moedores de cana-de-açúcar, carro de boi e moinhos de água. Há ainda mobílias de madeira para a tradicional brincadeira de casinha, com mesinhas, cadeiras, sofás, geladeiras, camas e guarda-roupas, e miniaturas de utensílios domésticos como peneiras, baldes e panelinhas feitos em barro, madeira e metal.
As crianças que forem à exposição poderão saciar a vontade de brincar no espaço chamado Cantinho do Brincar, com objetos lúdicos como cinco marias, pula corda, bolinhas de gude, piões, dentre outros. Além disso, durante nove domingos (de 01 de maio a 26 de junho) acontecerão oficinas e atividades lúdicas para os visitantes mirins a partir das 15h. Esses momentos contemplam oficinas de pinturas, de confecção de roupinhas para bonecos e de confecção de brinquedos com material reciclável, contação de histórias, recreação com brincantes, entre outras atividades.
O público de professores de educação infantil e psicólogos também será contemplado com a oficina Resgate de brincadeiras tradicionais, parlendas e estórias, que será ministrada pela própria pesquisadora Sálua Chequer. A oficina vai abordar o valor das brincadeiras, cantigas, parlendas e estórias na formação da criança, além da possibilidade de associar este universo com outras áreas do conhecimento, como a literatura. Serão três turmas, com encontros que acontecerão em três sábados, com datas a definir, no horário de 14h às 17h. Cada turma terá 30 vagas.
Sobre a colecionadora Sálua Chequer: Nascida na cidade baiana de Ibirataia, é educadora, musicista, pesquisadora e brincante. Desde 1980, atua na área da cultura popular. Foi assim que observou a presença marcante dos brinquedos artesanais em feiras livres, mercados populares, exposições de artesanato em várias cidades do interior do Nordeste e nas capitais. Fascinada pelo colorido, pelas formas e pelo entusiasmo dos artesãos, a pesquisadora começou a adquirir alguns brinquedos. Mas não bastava tê-los: era preciso saber quem fez, para quem fez e porque fez.
O interesse foi crescendo e Sálua Chequer decidiu fazer Mestrado em Arte, Educação e Gestão Cultural, tendo como objeto de pesquisa o Brinquedo Popular, pela Universidad Internacional Menéndez Pelayo (UIMP)/Instituto de Educação Brasil-Espanha (IEBE).
Sobre o Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
As peças foram coletadas ao longo dos últimos 30 anos, durante pesquisas de campo em diversas cidades do interior e nas capitais de estados do Nordeste. Os brinquedos foram adquiridos por artesãos, presenteados por amigos e garimpados em feiras livres nos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará e Piauí.
Para chegar ao formato final da exposição, os curadores levaram em conta o diálogo entre três olhares: o olhar de quem criou o brinquedo, o olhar da colecionadora que o escolheu e o olhar do espectador que se encanta com o objeto. Em foco, a recuperação da importância e do valor pedagógico dos brinquedos populares como referência para as antigas e as novas gerações.
As peças, expostas em suportes diversos, não são apresentadas como peças de museu. Ao contrário, convidam ao movimento. Representam cenas do cotidiano e utensílios de trabalho como, por exemplo, pequenos moedores de cana-de-açúcar, carro de boi e moinhos de água. Há ainda mobílias de madeira para a tradicional brincadeira de casinha, com mesinhas, cadeiras, sofás, geladeiras, camas e guarda-roupas, e miniaturas de utensílios domésticos como peneiras, baldes e panelinhas feitos em barro, madeira e metal.
As crianças que forem à exposição poderão saciar a vontade de brincar no espaço chamado Cantinho do Brincar, com objetos lúdicos como cinco marias, pula corda, bolinhas de gude, piões, dentre outros. Além disso, durante nove domingos (de 01 de maio a 26 de junho) acontecerão oficinas e atividades lúdicas para os visitantes mirins a partir das 15h. Esses momentos contemplam oficinas de pinturas, de confecção de roupinhas para bonecos e de confecção de brinquedos com material reciclável, contação de histórias, recreação com brincantes, entre outras atividades.
O público de professores de educação infantil e psicólogos também será contemplado com a oficina Resgate de brincadeiras tradicionais, parlendas e estórias, que será ministrada pela própria pesquisadora Sálua Chequer. A oficina vai abordar o valor das brincadeiras, cantigas, parlendas e estórias na formação da criança, além da possibilidade de associar este universo com outras áreas do conhecimento, como a literatura. Serão três turmas, com encontros que acontecerão em três sábados, com datas a definir, no horário de 14h às 17h. Cada turma terá 30 vagas.
Sobre a colecionadora Sálua Chequer: Nascida na cidade baiana de Ibirataia, é educadora, musicista, pesquisadora e brincante. Desde 1980, atua na área da cultura popular. Foi assim que observou a presença marcante dos brinquedos artesanais em feiras livres, mercados populares, exposições de artesanato em várias cidades do interior do Nordeste e nas capitais. Fascinada pelo colorido, pelas formas e pelo entusiasmo dos artesãos, a pesquisadora começou a adquirir alguns brinquedos. Mas não bastava tê-los: era preciso saber quem fez, para quem fez e porque fez.
O interesse foi crescendo e Sálua Chequer decidiu fazer Mestrado em Arte, Educação e Gestão Cultural, tendo como objeto de pesquisa o Brinquedo Popular, pela Universidad Internacional Menéndez Pelayo (UIMP)/Instituto de Educação Brasil-Espanha (IEBE).
Sobre o Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.