02/05/2016
Recém-chegado de excursão à Madri, na Espanha, onde participou de workshop sobre guitarra baiana e realizou alguns shows, o músico Armandinho Macedo já pensa em outros projetos para divulgar a música baiana. Filho de um dos inventores do trio elétrico – Osmar Macedo -, o ilustre soteropolitano reuniu sua banda e levou o projeto “Chorinho de Armandinho” para um bate-papo com o público na Casa do Brasil e animou o espaço Galileu Galilei, num show com mais de 3 horas de duração, com direito a diversos “bis”. A excursão, entre os dias 18 e 23 de abril contou com recursos do Fundo de Cultura, instrumento gerido pela Secretaria da Cultura do Estado da Bahia.
O projeto apresentou ao público espanhol (com muitos brasileiros saudosos) uma mistura de chorinho, jazz, frevo e samba, saudando artistas como Jacob do Bandolim, Aníbal Sardinha, Pixinguinha, Ernesto Nazaré, e ainda fez uma fusão com ritmos latinos e a guitarra de Jimmy Hendrix – sem contar no velho e bom frevo eletrizado criado pela dupla Dodô e Osmar. Segundo Armandinho, o objetivo foi divulgar o trabalho que faz na Bahia, além de contar a história da guitarra baiana, a partir do surgimento do “pau elétrico”, instrumento que também foi inventado pelos criadores do trio elétrico.
O resultado, salienta o músico, foram dias de muita música e curiosidade do público espanhol. Armandinho concedeu entrevistas a diversas rádios e veículos de comunicação locais. “Foi a primeira vez que buscamos apoio via Fundo de Cultura. Sem essa verba, não teríamos realizado o trabalho, pois o deslocamento e estadia são os maiores custos. Viajamos com um número reduzido de músicos e produtores, mas conseguimos mostrar o melhor que se faz por aqui”.
De acordo com ele, o trabalho rendeu diversos convites para apresentações futuras, além de ajudar a popularizar a música brasileira que já conta com a simpatia do público espanhol “Em todas as apresentações contamos com a participação de músicos da terra e fizemos uma junção entre a música regional brasileira e o flamenco. Os músicos Fernando de La Rua e Rogério de Souza se integraram aos shows que tiveram ainda participação de dançarinos. Foi um projeto que já montamos anteriormente, mas com o apoio do Fundo de Cultura ele pôde ser melhor elaborado”.
Segundo o superintende de Promoção Cultural, da SecultBA, Alexandre Simões, o Fundo de Cultura, através da linha Mobilidade Artística e Cultural, tem como característica estimular iniciativas de residência, formação, intercâmbio e difusão cultural no Brasil e no exterior. Para o período de 2016/2017, estão sendo disponibilizados R$ 750 mil para o financiamento de ações que impulsionem a circulação de artistas, técnicos, produtores e obras. “O edital tem como objetivo contribuir com a política cultural do Estado, inserindo de forma qualificada o setor cultural da Bahia nos cenários nacional e internacional. A ideia do edital é promover o diálogo intercultural e investir na profissionalização de agentes locais e aprofundar a cooperação artística e cultural no Brasil e fora dele”.
Os proponentes podem apresentar propostas em três momentos, observando a data de início das atividades. A primeira fase foi encerrada em 20 de abril (para atividades entre os meses de julho e setembro); a segunda fase está prevista para o período entre 05 de maio e 03 de junho (para atividades entre outubro e dezembro) e a terceira fase para o intervalo entre 11 de julho e 09 de agosto (para atividades entre janeiro e março de 2017). As propostas têm valor limite de R$ 50 mil para projetos de intercâmbio e difusão; e R$ 25 mil para projetos de Residência Artística e Cultural e Formação Artística e Cultural.
Sobre o Edital Mobilidade Artística e Cultural - Em outros anos, foram beneficiados projetos como o Festival de MPB em Barcelona (2012), bolsas de estudo para dançarinos, músicos, estágios de formação artística, residência em produção circense, entre outros. Na edição de 2015, o certame contemplou 32 propostas de iniciativas de residência, de formação, de intercâmbio e de difusão artístico-cultural no Brasil e no exterior. A SecultBA proporciona atendimento através da Central de Atendimento Integrado para orientar interessados e proponentes. A Central funciona de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, através do telefone (71) 3103 3489, e¬mail mobilidade@cultura.ba.gov.br ou presencialmente, no endereço Palácio Rio Branco, Praça Thomé de Souza, s/n, térreo – Centro, CEP: 40.020-010 – Salvador/Bahia. Saiba mais clicando aqui.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico e culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias Estaduais de Cultura e da Fazenda da Bahia. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: Mobilidade Artística e Cultural 2015.
O projeto apresentou ao público espanhol (com muitos brasileiros saudosos) uma mistura de chorinho, jazz, frevo e samba, saudando artistas como Jacob do Bandolim, Aníbal Sardinha, Pixinguinha, Ernesto Nazaré, e ainda fez uma fusão com ritmos latinos e a guitarra de Jimmy Hendrix – sem contar no velho e bom frevo eletrizado criado pela dupla Dodô e Osmar. Segundo Armandinho, o objetivo foi divulgar o trabalho que faz na Bahia, além de contar a história da guitarra baiana, a partir do surgimento do “pau elétrico”, instrumento que também foi inventado pelos criadores do trio elétrico.
O resultado, salienta o músico, foram dias de muita música e curiosidade do público espanhol. Armandinho concedeu entrevistas a diversas rádios e veículos de comunicação locais. “Foi a primeira vez que buscamos apoio via Fundo de Cultura. Sem essa verba, não teríamos realizado o trabalho, pois o deslocamento e estadia são os maiores custos. Viajamos com um número reduzido de músicos e produtores, mas conseguimos mostrar o melhor que se faz por aqui”.
De acordo com ele, o trabalho rendeu diversos convites para apresentações futuras, além de ajudar a popularizar a música brasileira que já conta com a simpatia do público espanhol “Em todas as apresentações contamos com a participação de músicos da terra e fizemos uma junção entre a música regional brasileira e o flamenco. Os músicos Fernando de La Rua e Rogério de Souza se integraram aos shows que tiveram ainda participação de dançarinos. Foi um projeto que já montamos anteriormente, mas com o apoio do Fundo de Cultura ele pôde ser melhor elaborado”.
Segundo o superintende de Promoção Cultural, da SecultBA, Alexandre Simões, o Fundo de Cultura, através da linha Mobilidade Artística e Cultural, tem como característica estimular iniciativas de residência, formação, intercâmbio e difusão cultural no Brasil e no exterior. Para o período de 2016/2017, estão sendo disponibilizados R$ 750 mil para o financiamento de ações que impulsionem a circulação de artistas, técnicos, produtores e obras. “O edital tem como objetivo contribuir com a política cultural do Estado, inserindo de forma qualificada o setor cultural da Bahia nos cenários nacional e internacional. A ideia do edital é promover o diálogo intercultural e investir na profissionalização de agentes locais e aprofundar a cooperação artística e cultural no Brasil e fora dele”.
Os proponentes podem apresentar propostas em três momentos, observando a data de início das atividades. A primeira fase foi encerrada em 20 de abril (para atividades entre os meses de julho e setembro); a segunda fase está prevista para o período entre 05 de maio e 03 de junho (para atividades entre outubro e dezembro) e a terceira fase para o intervalo entre 11 de julho e 09 de agosto (para atividades entre janeiro e março de 2017). As propostas têm valor limite de R$ 50 mil para projetos de intercâmbio e difusão; e R$ 25 mil para projetos de Residência Artística e Cultural e Formação Artística e Cultural.
Sobre o Edital Mobilidade Artística e Cultural - Em outros anos, foram beneficiados projetos como o Festival de MPB em Barcelona (2012), bolsas de estudo para dançarinos, músicos, estágios de formação artística, residência em produção circense, entre outros. Na edição de 2015, o certame contemplou 32 propostas de iniciativas de residência, de formação, de intercâmbio e de difusão artístico-cultural no Brasil e no exterior. A SecultBA proporciona atendimento através da Central de Atendimento Integrado para orientar interessados e proponentes. A Central funciona de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h, através do telefone (71) 3103 3489, e¬mail mobilidade@cultura.ba.gov.br ou presencialmente, no endereço Palácio Rio Branco, Praça Thomé de Souza, s/n, térreo – Centro, CEP: 40.020-010 – Salvador/Bahia. Saiba mais clicando aqui.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico e culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias Estaduais de Cultura e da Fazenda da Bahia. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: Mobilidade Artística e Cultural 2015.