Jam no MAM prossegue com público cativo e transmissão ao vivo

19/09/2016
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Foto: Lígia Rizério

O projeto Jam no MAM lotou o Museu de Arte Moderna da Bahia no último sábado (17), em Salvador. Cerca de 1,2 mil pessoas estiveram presentes no estacionamento do museu. "É um projeto que nos deixa felizes e que hoje (17) também está sendo transmitido, ao vivo, para todo o mundo", comentou a diretora de produção do projeto, Cacilda Póvoas. No palco, iluminado por um belo e criativo cenário de luzes, o diretor artístico do projeto e baterista, Ivan Huol, dialogava com o público presente e, consequentemente, com os internautas, durante os intervalos das músicas.

"Desde da sua inauguração, na década 1960, o MAM passa a ser um ponto internacional de visitação e arte em Salvador, e o projeto Jam no MAM já provou que se adequa a esse perfil sendo campeão de frequência nos museus do instituto", comentou o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira, durante visita ao espaço na tarde de sábado (17). O IPAC administra ainda o Palacete das Artes (Graça), Museu de Arte (Corredor da Vitória), Passeio Público (Campo Grande), em Salvador, e outros museus no interior.

A jornalista ambiental, Clarissa Beretz, de São Paulo, elogiou a ação educativa da pulseirinha do projeto JAM no MAM, onde está escrito um pedido para que os frequentadores não descartem lixo e objetos na Baía de Todos os Santos. "Isso me inspirou novas ações que podem acontecer já que o MAM tem uma grande extensão dos seus limites no mar, inclusive com uma pequena praia", relatou ela entusiasmada.

A Jam no MAM é um projeto da Huol Criações. Músicos dos Estados Unidos, Canadá, Argentina, Colômbia, Itália, França, Bélgica e Alemanha, dentre outros países, já participaram da iniciativa. Mais informações no site www.jamnomam.com.br.

FAZCULTURA - Parceria entre a SecultBA e a Secretaria da Fazenda (Sefaz), o mecanismo integra o Sistema Estadual de Fomento à Cultura, composto também pelo Fundo de Cultura da Bahia (FCBA). O objetivo é promover ações de patrocínio cultural por meio de renúncia fiscal, contribuindo para estimular o desenvolvimento cultural da Bahia, ao tempo em que possibilita às empresas patrocinadoras associar sua imagem diretamente às ações culturais que considerem mais adequadas, levando em consideração que esse tipo de patrocínio conta atualmente com um expressivo apoio da opinião pública.