28/09/2016

Foto: Jeferson Vieira
A sala do cinema que apresentou nesta terça-feira (27) o documentário ‘Terreiros de Candomblé de Cachoeira e São Félix’ produzido pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), fruto da pesquisa em dez terreiros de candomblé na região do Recôncavo, estava lotada. A pesquisa também gerou um livro lançado no ano passado (2015) na Flica (Feira Literária Internacional da Bahia), em Cachoeira e distribuído entre os convidados.
No evento realizado no Cine Glauber Rocha o secretário de Cultura, Jorge Portugal, falou da importância dos terreiros de candomblé enquanto patrimônio cultural. “Este lançamento tem importância máxima, porque preserva a memória icônica das pessoas que são protagonistas do candomblé e preserva o candomblé em si. Os terreiros são o grande veículo que trouxe a cultura de ascendência afra, que é a base da cultura do nosso país”, completou Jorge Portugal.

Foto: Jeferson Vieira
Após a exibição, os convidados foram recepcionados no Teatro Gregório de Mattos por jovens percussionistas do projeto Rum Alabê, do Terreiro do Gantois, que tocaram ritmos da nação Ketu. Os convidados incluíam representantes de terreiros, intelectuais, artistas, pesquisadores, professores e estudantes. Todos receberam o livro número 9 da Coleção Cadernos do IPAC sobre os 10 terreiros. “Estamos trazendo práticas para vivenciar a cultura da Bahia. É um sonho realizar articulações do IPAC que incluam mais territórios e bens culturais que estiveram esquecidos por décadas”, afirmou o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira.
No evento realizado no Cine Glauber Rocha o secretário de Cultura, Jorge Portugal, falou da importância dos terreiros de candomblé enquanto patrimônio cultural. “Este lançamento tem importância máxima, porque preserva a memória icônica das pessoas que são protagonistas do candomblé e preserva o candomblé em si. Os terreiros são o grande veículo que trouxe a cultura de ascendência afra, que é a base da cultura do nosso país”, completou Jorge Portugal.

Foto: Jeferson Vieira
Após a exibição, os convidados foram recepcionados no Teatro Gregório de Mattos por jovens percussionistas do projeto Rum Alabê, do Terreiro do Gantois, que tocaram ritmos da nação Ketu. Os convidados incluíam representantes de terreiros, intelectuais, artistas, pesquisadores, professores e estudantes. Todos receberam o livro número 9 da Coleção Cadernos do IPAC sobre os 10 terreiros. “Estamos trazendo práticas para vivenciar a cultura da Bahia. É um sonho realizar articulações do IPAC que incluam mais territórios e bens culturais que estiveram esquecidos por décadas”, afirmou o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira.
Os interessados em assistir o documentário poderão fazê-lo durante o mês de outubro, no Palacete das Artes, sempre às quintas-feiras, às 17h, com exceção do dia 20. Já o livro está disponível para download (http://migre.me/pt99z) juntamente com outras publicações do instituto. Livro e vídeo são adaptação do Dossiê de Registro do IPAC. O livro possui 244 páginas com pesquisa histórica e antropológica, fotos coloridas, mapas, ilustrações e infográficos.