24/02/2017

O cantor se apresentou acompanhado do grupo Botequim na noite de sexta-feira (24). Foto: Walmir Cirne
O Carnaval do Pelô contou com a presença de um dos maiores representantes do samba de raiz baiano, o cantor e compositor Walmir Lima, que colocou o público para sambar e cantar suas famosas composições como Ilha de Maré, Santo Amaro é uma Flor e Samba na Palma da Mão.
O artista, que ganhou projeção nacional na década de 1970 com composições gravadas por artistas como Alcione e Beth Carvalho, também prestou uma homenagem póstuma a Neguinho do Samba, o criador do samba-reggae, cantando “Neguinho do Samba – O Mestre de Fazer Tambor”, samba de sua autoria em parceria com Alberto Fonseca.
“O Carnaval me faz viver e o samba é minha religião. Hoje estou feliz de fazer o show com o grupo Botequim, que eu apadrinho. Sei o que é bom e eles são bons”, afirmou o artista antes de subir ao palco. Nalva Lima, casada há vinte e oito anos com o cantor e compositor, mostrou que se orgulha do companheiro: “Walmir está com 85 anos e quando sobe no palco parece um menino”.
O grupo Botequim, que acompanhou o mestre na apresentação, reconhece a honra de tocar ao lado do sambista. “Ele é um dos mestres mais importantes do samba da Bahia de todos os tempos. Hoje é o sambista mais importante vivo, junto com Riachão”, afirmou Pedrão do grupo Botequim.
O artista, que ganhou projeção nacional na década de 1970 com composições gravadas por artistas como Alcione e Beth Carvalho, também prestou uma homenagem póstuma a Neguinho do Samba, o criador do samba-reggae, cantando “Neguinho do Samba – O Mestre de Fazer Tambor”, samba de sua autoria em parceria com Alberto Fonseca.
“O Carnaval me faz viver e o samba é minha religião. Hoje estou feliz de fazer o show com o grupo Botequim, que eu apadrinho. Sei o que é bom e eles são bons”, afirmou o artista antes de subir ao palco. Nalva Lima, casada há vinte e oito anos com o cantor e compositor, mostrou que se orgulha do companheiro: “Walmir está com 85 anos e quando sobe no palco parece um menino”.
O grupo Botequim, que acompanhou o mestre na apresentação, reconhece a honra de tocar ao lado do sambista. “Ele é um dos mestres mais importantes do samba da Bahia de todos os tempos. Hoje é o sambista mais importante vivo, junto com Riachão”, afirmou Pedrão do grupo Botequim.
CARNAVAL DA CULTURA
O Carnaval da Cultura é o carnaval da democracia e da diversidade e do folião pipoca, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca, Carnaval Ouro Negro e Outros Carnavais. A programação completa de nossa festa está disponível nos sites www.cultura.ba.gov.br e www.carnaval.bahia.com.br.