26/04/2017

O Museu de Arte da Bahia promove nesta quinta-feira (27), às 17h, a 13ª Edição do Projeto "Leituras do Mundo", convidando o arquiteto e museólogo Afrânio Mário Simões Filho para falar sobre "Retratos Baianos, Memória e Valor de Culto na Primeira República (1889 -1930)" , uma narrativa histórica sobre o tema, que inclui obras do acervo do MAB através dos registros de retratos a óleo dos séculos XVIII a XX que pertencem ao Museu e estão expostos ao público, entre eles os retratos pintados pelos artistas João Francisco e Manoel Lopes Rodrigues e Presciliano Silva. A entrada é gratuita.
Segundo Afrânio Simões "o estudo da produção da pintura de retratos durante a Primeira República (1889-1930) na Bahia visa apresentar um panorama desse período através do estudo de algumas de suas figuras mais representativas. Apesar de se constituir em uma forma de arte fundamental cuja presença é muito antiga no imaginário humano, o retrato é um tipo de representação muito pouco estudada. Suas origens estão ligadas ao milenar culto dos antepassados que marca o início das civilizações ao longo da história, a destinação política do retrato que determinou a manutenção do prestígio de governantes e poderosos".
Com mestrado em Artes Visuais e Doutorado em História Social pela Ufba, o museólogo lembra que "a partir dos estudos dos retratos de algumas personalidades representativas da Primeira República do Brasil é possível entender questões referentes à construção da memória oficial considerada fundamental ao fortalecimento da identidade nacional".
O Projeto Leituras do Mundo foi criado pelo diretor do MAB, Pedro Arcanjo, para dinamizar a Biblioteca José Pedreira, do Museu, tendo como propósito promover o diálogo entre artistas, pesquisadores e a comunidade no espaço da biblioteca, reconhecida como uma das mais importantes biblioteca de arte do país.
Segundo Afrânio Simões "o estudo da produção da pintura de retratos durante a Primeira República (1889-1930) na Bahia visa apresentar um panorama desse período através do estudo de algumas de suas figuras mais representativas. Apesar de se constituir em uma forma de arte fundamental cuja presença é muito antiga no imaginário humano, o retrato é um tipo de representação muito pouco estudada. Suas origens estão ligadas ao milenar culto dos antepassados que marca o início das civilizações ao longo da história, a destinação política do retrato que determinou a manutenção do prestígio de governantes e poderosos".
Com mestrado em Artes Visuais e Doutorado em História Social pela Ufba, o museólogo lembra que "a partir dos estudos dos retratos de algumas personalidades representativas da Primeira República do Brasil é possível entender questões referentes à construção da memória oficial considerada fundamental ao fortalecimento da identidade nacional".
O Projeto Leituras do Mundo foi criado pelo diretor do MAB, Pedro Arcanjo, para dinamizar a Biblioteca José Pedreira, do Museu, tendo como propósito promover o diálogo entre artistas, pesquisadores e a comunidade no espaço da biblioteca, reconhecida como uma das mais importantes biblioteca de arte do país.