16/03/2017

Foto: Patrícia Almeida
Em sua 11ª edição, o VIVADANÇA Festival Internacional, em parceria com o Programa de Residência Artística Vila Sul, do Goethe-Institut Salvador, marca o inicio de suas atividades com a mostra de dança Corpo Carga Calma Alma, é resultado da residência artística com o coreógrafo alemão Ben J. Riepe e oito dançarinos baianos selecionados em audição, nesta sexta (17), às 20h, na sala principal do Teatro Vila Velha.
Na busca por formatos estéticos que se manifestem pela interdisciplinaridade, pela interação com estruturas espaciais específicas de determinados lugares e pelo diálogo com linguagens próximas, como a música, a performance e a instalação, o artista alemão Ben J. Riepe se interessa na pesquisa do corpo em sua materialidade e encenações, em como ele se mostra e se esconde nas sociedades.
Na Bahia, Riepe se atenta ao corpo que se faz tão presente na rotina, tendo observado esta evidência especialmente em manifestações do carnaval e do candomblé. "Corpo Carga Calma Alma" mergulha nesta consciência e revela a atitude política do corpo em Salvador. A resistência está presente nos atos físicos, nas entrelinhas identitárias que o peso de cada um quer mostrar. Esta carga expressiva que precisa sair do corpo neste momento da sociedade é uma forma de liberar estruturas para não a explodir.
O trabalho, que começou no dia 09/02, é formado por oito dançarinos cocriadores baianos: Eron Pimenta, Flávia Rodrigues, João Kleber (JK), Laís Machado, Sauane Costa, Sthefferson Lima, Thiago Cohen e Tiago Ribeiro. Há mais de 1 mês o grupo se reúne nesse processo de criação, que integra a programação do VIVADANÇA e foi viabilizado pelo Goethe Institut Salvador - Bahia, que acolhe Riepe como participante do seu Programa de Residência Artística Vila Sul.
O VIVADANÇA Festival Internacional tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. É uma realização da Baobá Produções.
Segundo Alexandre Simões, superintendente de Promoção Cultural da SedeculBA, o Fundo de Cultura se consolida como a mais importante ferramenta de apoio a produção cultural do Estado, não só do ponto de vista financeiro, mas também político e social. "Isso se comprova por suas características de funcionamento, que permitem seleções públicas preconizadas, inclusive, na letra da sua lei, abrindo espaço para a participação da sociedade civil e dos agentes culturais e territoriais permitindo a participação desses agentes na escolha dos projetos, nas reflexões a cerca da construção do texto das chamadas públicas, e em diversas instâncias de consulta, como também acento na comissão gerenciadora", ressalta.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) - Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
Na busca por formatos estéticos que se manifestem pela interdisciplinaridade, pela interação com estruturas espaciais específicas de determinados lugares e pelo diálogo com linguagens próximas, como a música, a performance e a instalação, o artista alemão Ben J. Riepe se interessa na pesquisa do corpo em sua materialidade e encenações, em como ele se mostra e se esconde nas sociedades.
Na Bahia, Riepe se atenta ao corpo que se faz tão presente na rotina, tendo observado esta evidência especialmente em manifestações do carnaval e do candomblé. "Corpo Carga Calma Alma" mergulha nesta consciência e revela a atitude política do corpo em Salvador. A resistência está presente nos atos físicos, nas entrelinhas identitárias que o peso de cada um quer mostrar. Esta carga expressiva que precisa sair do corpo neste momento da sociedade é uma forma de liberar estruturas para não a explodir.
O trabalho, que começou no dia 09/02, é formado por oito dançarinos cocriadores baianos: Eron Pimenta, Flávia Rodrigues, João Kleber (JK), Laís Machado, Sauane Costa, Sthefferson Lima, Thiago Cohen e Tiago Ribeiro. Há mais de 1 mês o grupo se reúne nesse processo de criação, que integra a programação do VIVADANÇA e foi viabilizado pelo Goethe Institut Salvador - Bahia, que acolhe Riepe como participante do seu Programa de Residência Artística Vila Sul.
O VIVADANÇA Festival Internacional tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia. É uma realização da Baobá Produções.
Segundo Alexandre Simões, superintendente de Promoção Cultural da SedeculBA, o Fundo de Cultura se consolida como a mais importante ferramenta de apoio a produção cultural do Estado, não só do ponto de vista financeiro, mas também político e social. "Isso se comprova por suas características de funcionamento, que permitem seleções públicas preconizadas, inclusive, na letra da sua lei, abrindo espaço para a participação da sociedade civil e dos agentes culturais e territoriais permitindo a participação desses agentes na escolha dos projetos, nas reflexões a cerca da construção do texto das chamadas públicas, e em diversas instâncias de consulta, como também acento na comissão gerenciadora", ressalta.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) - Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.