24/03/2017
Com a presença dos secretários Jorge Portugal, da Cultura, Carlos Martins, da Justiça (SJDHDS) e André Curvelo, de Comunicação, o diretor do Neojiba, Ricardo Castro anunciou para a imprensa a programação comemorativa pelos dez anos do Neojiba, criado em 20 de outubro de 2007. O evento aconteceu no Teatro Castro Alves, nesta quinta-feira (23). O anuncio foi feito antes do concerto de abertura das comemorações que foi realizado às 19h, com a participação de diversos núcleos que fazem parte do Neojiba. A noite também marcou o lançamento do selo de dez anos criado e doado pelo músico Arnaldo Antunes.
Segundo Ricardo Castro, desde outubro de 2016, uma série de Caravanas Pedagógicas vem oferecendo apoio aos projetos parceiros pelo interior do Estado. E cerca de 12 concertos estão programados e serão realizados pelos grupos de música de câmara ligados ao Neojiba.
Uma das novidades é o Programa Músicos Multiplicadores (Promuit) que segundo Castro “51 jovens vão desenvolver atividades de prática artística, não necessariamente música, em escolas e espaços comunitários, dentro do próprio bairro do jovem multiplicador”, afirma o maestro. Outra novidade são os Núcleos de Pratica Orquestral e Coral, que vão circular, a partir de abril, no que foi chamado de “Turnê nos Bairros”. “São concertos didáticos realizados pelos 11 núcleos de crianças e adolescentes, para um público de crianças e adolescentes, em regiões de alta vulnerabilidade social”, explica.
A Orquestra Juvenil da Bahia se prepara ainda para turnês pelo Sudeste (Minas, Rio e São Paulo). E para finalizar com chave de ouro, no mês de outubro, no fim de semana de aniversário do Neojiba, varias formações orquestrais vão se apresentar na sala principal do TCA, dia 20 e no dia seguinte a Concha Acústica vai reunir a Orquestra Juvenil da Bahia, Orquestra Castro Alves, Coro Juvenil, Orquestra Infantil da Bahia (projeto especial que vai mobilizar crianças de todo o Estado) e integrantes dos Núcleos de Prática Orquestral e Coral.
Para o secretário de Cultura, Jorge Portugal, a maior obra de desenvolvimento humano do Governo do Estado que vai ficar, é o Neojiba. “A importância é você ter plantado em diversos jovens, essa possibilidade, essa oportunidade que se está dando a esses jovens. Além de familiares, que estão sendo tocados por esse programa”, explica. Para Portugal a arte muda a vida das pessoas e tem a capacidade de torná-las seres do bem. “Esses jovens serão, sem dúvida nenhuma, pessoas melhores, pois a arte tem o poder de desenvolver a humanidade nas pessoas e o Neojiba já está fazendo isso com os jovens da Bahia”, finaliza.
Para o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Carlos Martins, o Neojiba oferece esperança, uma chance de vida melhor. “A orquestra é um instrumento fundamental para redução da violência em áreas de vulnerabilidade social e mostra que a questão da segurança pública vai muito além do que a repressão”, reforça.
JOVENS NEOJIBA – Dois dos jovens do Programa Neojiba são exemplos da importância da iniciativa. Airá Saulo, 23, tem sua história fundida com a do Neojiba, juntos eles celebram neste ano 10 anos de programa. Ele conta que começou a tocar violino num projeto social de um dos músicos da OSBA e quando o Neojiba foi criado, participou da audição e com 13 anos passou a fazer parte da Orquestra 2 de Julho e hoje toca Viola de Arco. “Vi muitos amigos morrerem e se perderem com as drogas e graças á minha família e ao programa estou aqui. Percebi que o jovem só precisa de algo que chame a sua atenção. O Neojiba me chamou a atenção e segui o caminho do bem”, reflete feliz.
Já a corista, estudante e moradora do bairro de Fazenda Coutos, Brenda Cruz, de 15 anos, foi descoberta num dos cursos que fazia na Base Comunitária de Fazenda Coutos III. “Eu nunca me imaginei cantando em coral, mas participei de uma audição e o pessoal do Neojiba me convidou para participar do coral e hoje estou aqui”, explica.
Segundo Ricardo Castro, desde outubro de 2016, uma série de Caravanas Pedagógicas vem oferecendo apoio aos projetos parceiros pelo interior do Estado. E cerca de 12 concertos estão programados e serão realizados pelos grupos de música de câmara ligados ao Neojiba.
Uma das novidades é o Programa Músicos Multiplicadores (Promuit) que segundo Castro “51 jovens vão desenvolver atividades de prática artística, não necessariamente música, em escolas e espaços comunitários, dentro do próprio bairro do jovem multiplicador”, afirma o maestro. Outra novidade são os Núcleos de Pratica Orquestral e Coral, que vão circular, a partir de abril, no que foi chamado de “Turnê nos Bairros”. “São concertos didáticos realizados pelos 11 núcleos de crianças e adolescentes, para um público de crianças e adolescentes, em regiões de alta vulnerabilidade social”, explica.
A Orquestra Juvenil da Bahia se prepara ainda para turnês pelo Sudeste (Minas, Rio e São Paulo). E para finalizar com chave de ouro, no mês de outubro, no fim de semana de aniversário do Neojiba, varias formações orquestrais vão se apresentar na sala principal do TCA, dia 20 e no dia seguinte a Concha Acústica vai reunir a Orquestra Juvenil da Bahia, Orquestra Castro Alves, Coro Juvenil, Orquestra Infantil da Bahia (projeto especial que vai mobilizar crianças de todo o Estado) e integrantes dos Núcleos de Prática Orquestral e Coral.
Para o secretário de Cultura, Jorge Portugal, a maior obra de desenvolvimento humano do Governo do Estado que vai ficar, é o Neojiba. “A importância é você ter plantado em diversos jovens, essa possibilidade, essa oportunidade que se está dando a esses jovens. Além de familiares, que estão sendo tocados por esse programa”, explica. Para Portugal a arte muda a vida das pessoas e tem a capacidade de torná-las seres do bem. “Esses jovens serão, sem dúvida nenhuma, pessoas melhores, pois a arte tem o poder de desenvolver a humanidade nas pessoas e o Neojiba já está fazendo isso com os jovens da Bahia”, finaliza.
Para o secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Carlos Martins, o Neojiba oferece esperança, uma chance de vida melhor. “A orquestra é um instrumento fundamental para redução da violência em áreas de vulnerabilidade social e mostra que a questão da segurança pública vai muito além do que a repressão”, reforça.
JOVENS NEOJIBA – Dois dos jovens do Programa Neojiba são exemplos da importância da iniciativa. Airá Saulo, 23, tem sua história fundida com a do Neojiba, juntos eles celebram neste ano 10 anos de programa. Ele conta que começou a tocar violino num projeto social de um dos músicos da OSBA e quando o Neojiba foi criado, participou da audição e com 13 anos passou a fazer parte da Orquestra 2 de Julho e hoje toca Viola de Arco. “Vi muitos amigos morrerem e se perderem com as drogas e graças á minha família e ao programa estou aqui. Percebi que o jovem só precisa de algo que chame a sua atenção. O Neojiba me chamou a atenção e segui o caminho do bem”, reflete feliz.
Já a corista, estudante e moradora do bairro de Fazenda Coutos, Brenda Cruz, de 15 anos, foi descoberta num dos cursos que fazia na Base Comunitária de Fazenda Coutos III. “Eu nunca me imaginei cantando em coral, mas participei de uma audição e o pessoal do Neojiba me convidou para participar do coral e hoje estou aqui”, explica.
