27/03/2017

Foto: Divulgação
A próxima edição do projeto “Conversas Plugadas” acontece nesta terça-feira (28), às 19h, no Teatro Castro Alves. Nesta edição, o convidado é ninguém menos que Jorginho de Carvalho, considerado o maior iluminador da história do teatro brasileiro e pioneiro da iluminação moderna no país. O bate-papo com o público baiano, sobre sua rica trajetória e experiência profissional, será com a plateia no palco. A entrada é gratuita, sujeita à lotação do espaço (250 pessoas).
Jorginho de Carvalho, 70 anos, nasceu no Rio de Janeiro. Artista renomado, seu currículo reúne hoje mais de 500 “desenhos de luz” – um estudo sobre o uso da iluminação no palco – realizados nos últimos 50 anos para espetáculos de teatro, ópera, dança, shows, desfiles de moda, museus e exposições, tendo ainda ministrado concorridas Oficinas de Iluminação Cênica em todo o Brasil, por mais de 25 anos. Em 2012, foi homenageado com a Exposição “Iluminando o Futuro – 50 Anos de Jorginho de Carvalho”, no Oi Futuro Ipanema, no Rio de Janeiro.
Artista e professor – Sempre atuante, Jorginho de Carvalho participou da criação dos estatutos da Lei de Regulamentação da Profissão do Artista no Brasil: responsável pela área de Iluminação Cênica, ele criou o cargo de iluminador em substituição ao de eletricista, função que passou a constar da ficha técnica dos espetáculos. Em 1987 assumiu o cargo de professor das disciplinas de Iluminação Cênica I e II da UNIRIO. Entre os trabalhos que levam a sua assinatura estão shows de Maria Bethânia, Gal Costa e Daniela Mercury, e espetáculos teatrais memoráveis como "Trate-me leão", do Asdrúbal Trouxe o Trombone, "Rasga coração", de Vianinha, "Cerimônia do adeus", de Mauro Rasi, "Ensina-me a viver", dirigido por Domingos Oliveira, e "A gaivota", dirigido por Jorge Lavelli, com Sergio Britto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Fez também a ópera “Rigoletto”, de Giuseppe Verdi, no Teatro Municipal do Rio, com direção do italiano Pier Maestrini. Em 2013 fez o desenho de luz para o espetáculo “Ary Barroso do princípio ao fim”, musical de Diogo Vilela, no Teatro Carlos Gomes.
Prêmios - Também no seu currículo estão os mais importantes prêmios de arte, como o Troféu Mambembe, APCA e Molière (teatro para adultos). E os prêmios Coca-Cola, Maria Clara Machado e Zilka Sallaberry (teatro para jovens e crianças), além de outros prêmios fora do eixo Rio/São Paulo.
Conversas Plugadas – Criado há 10 anos pelo Teatro Castro Alves, o projeto Conversas Plugadas conta com apoio da Secretaria de Cultura (Secult/BA) e Fundação Cultural do Estado da Bahia, e tem o objetivo de promover o intercâmbio entre a sociedade e profissionais de grande excelência no campo das artes. Ao longo desse tempo, o projeto recebeu nomes como Inês Borgéa, diretora da São Paulo Cia de Dança; a coreógrafa Deborah Colker; o escritor angolano José Eduardo Agualusa e escritor moçambicano Mia Couto; o cantor e compositor Jorge Mautner; a atriz Claudia Raia; o diretor de teatro francês Philip Boulay; a diretora de arte Vera Hamburguer; o rapper Emicida; a jornalista e escritora gaúcha Eliane Brum; o coreógrafo argentino Luis Arrieta; o cartunista Nildão, e o músico e escritor baiano Elomar, entre outras personalidades.
Jorginho de Carvalho, 70 anos, nasceu no Rio de Janeiro. Artista renomado, seu currículo reúne hoje mais de 500 “desenhos de luz” – um estudo sobre o uso da iluminação no palco – realizados nos últimos 50 anos para espetáculos de teatro, ópera, dança, shows, desfiles de moda, museus e exposições, tendo ainda ministrado concorridas Oficinas de Iluminação Cênica em todo o Brasil, por mais de 25 anos. Em 2012, foi homenageado com a Exposição “Iluminando o Futuro – 50 Anos de Jorginho de Carvalho”, no Oi Futuro Ipanema, no Rio de Janeiro.
Artista e professor – Sempre atuante, Jorginho de Carvalho participou da criação dos estatutos da Lei de Regulamentação da Profissão do Artista no Brasil: responsável pela área de Iluminação Cênica, ele criou o cargo de iluminador em substituição ao de eletricista, função que passou a constar da ficha técnica dos espetáculos. Em 1987 assumiu o cargo de professor das disciplinas de Iluminação Cênica I e II da UNIRIO. Entre os trabalhos que levam a sua assinatura estão shows de Maria Bethânia, Gal Costa e Daniela Mercury, e espetáculos teatrais memoráveis como "Trate-me leão", do Asdrúbal Trouxe o Trombone, "Rasga coração", de Vianinha, "Cerimônia do adeus", de Mauro Rasi, "Ensina-me a viver", dirigido por Domingos Oliveira, e "A gaivota", dirigido por Jorge Lavelli, com Sergio Britto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Fez também a ópera “Rigoletto”, de Giuseppe Verdi, no Teatro Municipal do Rio, com direção do italiano Pier Maestrini. Em 2013 fez o desenho de luz para o espetáculo “Ary Barroso do princípio ao fim”, musical de Diogo Vilela, no Teatro Carlos Gomes.
Prêmios - Também no seu currículo estão os mais importantes prêmios de arte, como o Troféu Mambembe, APCA e Molière (teatro para adultos). E os prêmios Coca-Cola, Maria Clara Machado e Zilka Sallaberry (teatro para jovens e crianças), além de outros prêmios fora do eixo Rio/São Paulo.
Conversas Plugadas – Criado há 10 anos pelo Teatro Castro Alves, o projeto Conversas Plugadas conta com apoio da Secretaria de Cultura (Secult/BA) e Fundação Cultural do Estado da Bahia, e tem o objetivo de promover o intercâmbio entre a sociedade e profissionais de grande excelência no campo das artes. Ao longo desse tempo, o projeto recebeu nomes como Inês Borgéa, diretora da São Paulo Cia de Dança; a coreógrafa Deborah Colker; o escritor angolano José Eduardo Agualusa e escritor moçambicano Mia Couto; o cantor e compositor Jorge Mautner; a atriz Claudia Raia; o diretor de teatro francês Philip Boulay; a diretora de arte Vera Hamburguer; o rapper Emicida; a jornalista e escritora gaúcha Eliane Brum; o coreógrafo argentino Luis Arrieta; o cartunista Nildão, e o músico e escritor baiano Elomar, entre outras personalidades.
SERVIÇO
Projeto “Conversas Pugadas” apresenta: Jorginho de Carvalho (iluminador)
Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves (plateia no palco)
Quando: 28 de março, terça-feira
Horário: 19h | Entrada gratuita (sujeita á lotação do espaço – plateia no palco - 250 pessoas)