27/04/2017

Foto: Vinícius Xavier
Santo Amaro rendeu muitos frutos para o cenário artístico da Bahia. Entre eles, o músico Mateus Aleluia, que começou carreira com o grupo Os Tincoãs, de grande sucesso na década de 1970. Ele será a atração na abertura do III Paisagem Sonora - Mostra Internacional de Arte Eletrônica do Recôncavo da Bahia, que acontece nas históricas cidades de Cachoeira e Santo Amaro, a partir desta quinta-feira (27), com o show de lançamento do novo álbum, Fogueira Doce. O palco é o Teatro D. Canô. O evento é conta com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura da Bahia, da Sefaz e SecultBA, via edital setorial de Cultura Digital.
Mateus impressiona pela sua capacidade musical. Com os Tincoãs, ao lado de Heraldo e Dadinho , revolucionou a música brasileira ao criar harmonias vocais para cantos de religiões afro e samba de roda. Mergulhou na cultura dos terreiros, do Candomblé e rodas de capoeira dando novos contornos para a música afro-brasileira. Interessante que o músico, de voz firme, é quase uma unanimidade hoje na produção de eventos no Estado.
Ele participa diretamente de diversos produtos e produções apoiados diretamente pelo Fundo de Cultura e Fazcultura, mecanismos de fomento à cultura do Governo do Estado da Bahia. Pelo Fazcultura, dentro do Projeto natura Musical, Aleluia é um dos entrevistados na série Os Catingueiros, do músico Xangai, ainda com as participações de Gordurinha, Bule Bule e Elomar. Além deste, terá o relançamento dos discos da fase barroca de Os Tincoãs, também com o patrocínio do projeto.
Sua onipresença cultural pode ser acompanhada também no trabalho da Orquestra Reggae, Laboratório Musical em Cachoeira (selecionado no edital de Grupos e Coletivos do FCB), com a adaptação do clássico Cordeiro de Nanã, que fará parte do repertório do grupo, tendo ainda como participação especial o trompetista Mateus, filho de Aleluia.
No início deste ano, ele foi um dos convidados da 21ª edição do projeto Perc Pan, sendo o mestre de cerimônias do evento em Santo Amaro. Para fechar (ou não) fará um duo com o músico Arto Lindsay na abertura do III Festival Ilustração e Literatura, no dia 4 de maio, no Palácio Aclamação (Campo grande, Salvador), além de participar do livro Rumos, de Temille Bezerra. O evento é também patrocinado pelo Fundo de Cultura da Bahia.
FAZCULTURA - Parceria entre a SecultBA e a Secretaria da Fazenda (Sefaz), o mecanismo integra o Sistema Estadual de Fomento à Cultura, composto também pelo Fundo de Cultura da Bahia (FCBA). O objetivo é promover ações de patrocínio cultural por meio de renúncia fiscal, contribuindo para estimular o desenvolvimento cultural da Bahia, ao tempo em que possibilita às empresas patrocinadoras associar sua imagem diretamente às ações culturais que considerem mais adequadas, levando em consideração que esse tipo de patrocínio conta atualmente com um expressivo apoio da opinião pública.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) - Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
Mateus impressiona pela sua capacidade musical. Com os Tincoãs, ao lado de Heraldo e Dadinho , revolucionou a música brasileira ao criar harmonias vocais para cantos de religiões afro e samba de roda. Mergulhou na cultura dos terreiros, do Candomblé e rodas de capoeira dando novos contornos para a música afro-brasileira. Interessante que o músico, de voz firme, é quase uma unanimidade hoje na produção de eventos no Estado.
Ele participa diretamente de diversos produtos e produções apoiados diretamente pelo Fundo de Cultura e Fazcultura, mecanismos de fomento à cultura do Governo do Estado da Bahia. Pelo Fazcultura, dentro do Projeto natura Musical, Aleluia é um dos entrevistados na série Os Catingueiros, do músico Xangai, ainda com as participações de Gordurinha, Bule Bule e Elomar. Além deste, terá o relançamento dos discos da fase barroca de Os Tincoãs, também com o patrocínio do projeto.
Sua onipresença cultural pode ser acompanhada também no trabalho da Orquestra Reggae, Laboratório Musical em Cachoeira (selecionado no edital de Grupos e Coletivos do FCB), com a adaptação do clássico Cordeiro de Nanã, que fará parte do repertório do grupo, tendo ainda como participação especial o trompetista Mateus, filho de Aleluia.
No início deste ano, ele foi um dos convidados da 21ª edição do projeto Perc Pan, sendo o mestre de cerimônias do evento em Santo Amaro. Para fechar (ou não) fará um duo com o músico Arto Lindsay na abertura do III Festival Ilustração e Literatura, no dia 4 de maio, no Palácio Aclamação (Campo grande, Salvador), além de participar do livro Rumos, de Temille Bezerra. O evento é também patrocinado pelo Fundo de Cultura da Bahia.
FAZCULTURA - Parceria entre a SecultBA e a Secretaria da Fazenda (Sefaz), o mecanismo integra o Sistema Estadual de Fomento à Cultura, composto também pelo Fundo de Cultura da Bahia (FCBA). O objetivo é promover ações de patrocínio cultural por meio de renúncia fiscal, contribuindo para estimular o desenvolvimento cultural da Bahia, ao tempo em que possibilita às empresas patrocinadoras associar sua imagem diretamente às ações culturais que considerem mais adequadas, levando em consideração que esse tipo de patrocínio conta atualmente com um expressivo apoio da opinião pública.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) - Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.