22/05/2017

Durante os meses de maio e junho, o projeto cultural “Viagem por uma História Comprida em Simões Filho” vai promover oficinas e mediações patrimoniais nas escolas de fundamental II públicas e privadas do município. O objetivo é fomentar e preservar a memória dos locais importantes para o desenvolvimento da história da cidade.
Essa iniciativa é financiada pelo Edital Setorial de Patrimônio Cultural 2016 do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult/BA) e do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA). “Os editais da Secult/BA, com recursos do FCBA, possibilitam que a sociedade participe das políticas públicas museológicas de difusão e preservação da memória, neste caso, através de oficinas e mediações patrimoniais”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira.
O projeto recebe esse nome como uma homenagem ao livro “História Comprida”, de Antônio Apolinário da Hora. As ações educativas tem auxílio de cartilhas ilustrativas que estão sendo distribuídas por todas as escolas, sendo um meio de conhecimento e multiplicação da história da cidade pelos alunos.
A iniciativa foca as discussões em cinco pontos que fazem parte da história da cidade: A região de Cotegipe, Aratu/Ruínas DAMI, Mapele, Comunidade Palmares e a Fonte do Coronel. “Conhecer alguns acontecimentos da trajetória da Bahia, que fazem parte do legado cultural e patrimonial de Simões Filho e de toda região metropolitana, é uma excelente oportunidade de mostrar à população local e baiana que a cidade pode ser notícia pela sua riqueza cultural”, diz a proponente Esmeralda Borges.
O projeto “Viagem por uma História Comprida em Simões Filho” está sendo financiado com recursos de R$ 129.970 mil pelo Fundo de Cultura. Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
Essa iniciativa é financiada pelo Edital Setorial de Patrimônio Cultural 2016 do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult/BA) e do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA). “Os editais da Secult/BA, com recursos do FCBA, possibilitam que a sociedade participe das políticas públicas museológicas de difusão e preservação da memória, neste caso, através de oficinas e mediações patrimoniais”, explica o diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira.
O projeto recebe esse nome como uma homenagem ao livro “História Comprida”, de Antônio Apolinário da Hora. As ações educativas tem auxílio de cartilhas ilustrativas que estão sendo distribuídas por todas as escolas, sendo um meio de conhecimento e multiplicação da história da cidade pelos alunos.
A iniciativa foca as discussões em cinco pontos que fazem parte da história da cidade: A região de Cotegipe, Aratu/Ruínas DAMI, Mapele, Comunidade Palmares e a Fonte do Coronel. “Conhecer alguns acontecimentos da trajetória da Bahia, que fazem parte do legado cultural e patrimonial de Simões Filho e de toda região metropolitana, é uma excelente oportunidade de mostrar à população local e baiana que a cidade pode ser notícia pela sua riqueza cultural”, diz a proponente Esmeralda Borges.
O projeto “Viagem por uma História Comprida em Simões Filho” está sendo financiado com recursos de R$ 129.970 mil pelo Fundo de Cultura. Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas.
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.