26/05/2017

O projeto Diário Rosa traz durante todo o mês de junho no Teatro Gamboa Nova, atividades realizadas por artistas mulheres, com performance, instalações de artes visuais, música, cinema, além de rodas de bate-papo. Tem como problema central o assédio e abuso sexual em suas diversas manifestações, desde as ‘pequenas’ violências cotidianas, até o abuso infantil e o estupro. O Teatro Gamboa Nova é uma das Instituições apoiadas pelo Programa de Apoio a Ações Continuadas de Instituições Culturais da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
O espetáculo teatral, homônimo, é o eixo do projeto e foi a partir do processo de montagem que se articulou a rede de artistas e pesquisadoras das mais diversas linguagens que compõem a equipe, todas lançando seu olhar para as questões que são parte da vida diária das mulheres e, ainda assim, cotidianamente silenciadas.
O núcleo gestor e criativo do projeto é formado por Camila Guilera, Fernanda Beltrão, Fernanda Silva e Larissa Lacerda, todas atuantes como atrizes, diretoras, produtoras e arte-educadoras, além de pesquisadoras nas áreas das artes cênicas, educação e estudos de gênero.
Os espetáculos acontecem de forma paga e gratuita, como a performance/instalação “Carta Branca”, que acontece ao vivo no dia 01 de junho, às 19h, em frente ao Teatro Gamboa Nova. Criada pela artista visual Yasmin Nogueira, tem as mãos como ponto de partida: o toque indesejado, insistente, corriqueiro. Mãos que se fazem presentes nas narrativas autobiográficas.
Outra instalação gratuita, “Meu Assédio Diário”, é parte da estratégia de fotografar os assediadores, sempre que possível, como uma reação às cantadas de rua, aos fiu-fius. A proposta é inspirada na performance da artista Laurie Anderson (1973), Fully Automated Nikon (Nikon Automática – Objeto/Objeção/Objetividade), que era composta por fotografias dos assediadores no momento mais imediato ao assédio. Fica em cartaz de 01 a 11 de junho, na Galeria Jayme Fygura, das 16h às 20h (qua a Sab) e 15h às 17h (dom).
Tem também exibição de filmes seguidos por rodas de bate-papo, são curtas selecionados da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, coordenada por Lilih Curi, Hilda Lopes Pontes e Moara Rocha, que reúne filmes dirigidos por mulheres e/ou com mulheres como protagonistas. Após cada sessão, convidadas serão chamadas para discutir o tema do assédio a partir dos filmes exibidos. A atividade é gratuita, sempre das 17h às 19h, nos dias 03, 08, 09 e 10 de junho, gratuito.
Já o espetáculo inédito “Diário Rosa”, será cobrado uma entrada no valor de R$20 (inteira) e R$10 (meia), tem caráter performativo e busca diversos níveis de interação com o público. Toma como ponto de partida o livro O Caderno Rosa de Lory Lambi, de Hilda Hilst, passando por fontes literárias e referências diversas, mas, centralmente, parte de relatos de experiência das artistas envolvidas e de outras mulheres. Com esse objetivo, criou-se uma plataforma de internet para o recolhimento de relatos e de diálogo virtual. O espetáculo tem direção de Larissa Lacerda e, no elenco Camila Guilera, Fernanda Beltrão e Fernanda Silva.
O show da banda Las Marditas encerrará a programação do projeto, dia 11, às 17h, no GamBoaMúsica Pôr do Sol. Las Marditas é uma banda feminina, composta pelas artistas Diana Ramos, Larissa Lacerda, Marcela Bellas e Talita Avelino. Mulheres, brasileiras, tocadoras e “não-Amélias” fazem um som pop regional que já estreou com sucesso em diversas casas culturais de Salvador. Para o projeto Diário Rosa prometem um som especial, mostrando ainda mais a potencialidade feminina, no valor de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.
O espetáculo teatral, homônimo, é o eixo do projeto e foi a partir do processo de montagem que se articulou a rede de artistas e pesquisadoras das mais diversas linguagens que compõem a equipe, todas lançando seu olhar para as questões que são parte da vida diária das mulheres e, ainda assim, cotidianamente silenciadas.
O núcleo gestor e criativo do projeto é formado por Camila Guilera, Fernanda Beltrão, Fernanda Silva e Larissa Lacerda, todas atuantes como atrizes, diretoras, produtoras e arte-educadoras, além de pesquisadoras nas áreas das artes cênicas, educação e estudos de gênero.
Os espetáculos acontecem de forma paga e gratuita, como a performance/instalação “Carta Branca”, que acontece ao vivo no dia 01 de junho, às 19h, em frente ao Teatro Gamboa Nova. Criada pela artista visual Yasmin Nogueira, tem as mãos como ponto de partida: o toque indesejado, insistente, corriqueiro. Mãos que se fazem presentes nas narrativas autobiográficas.
Outra instalação gratuita, “Meu Assédio Diário”, é parte da estratégia de fotografar os assediadores, sempre que possível, como uma reação às cantadas de rua, aos fiu-fius. A proposta é inspirada na performance da artista Laurie Anderson (1973), Fully Automated Nikon (Nikon Automática – Objeto/Objeção/Objetividade), que era composta por fotografias dos assediadores no momento mais imediato ao assédio. Fica em cartaz de 01 a 11 de junho, na Galeria Jayme Fygura, das 16h às 20h (qua a Sab) e 15h às 17h (dom).
Tem também exibição de filmes seguidos por rodas de bate-papo, são curtas selecionados da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, coordenada por Lilih Curi, Hilda Lopes Pontes e Moara Rocha, que reúne filmes dirigidos por mulheres e/ou com mulheres como protagonistas. Após cada sessão, convidadas serão chamadas para discutir o tema do assédio a partir dos filmes exibidos. A atividade é gratuita, sempre das 17h às 19h, nos dias 03, 08, 09 e 10 de junho, gratuito.
Já o espetáculo inédito “Diário Rosa”, será cobrado uma entrada no valor de R$20 (inteira) e R$10 (meia), tem caráter performativo e busca diversos níveis de interação com o público. Toma como ponto de partida o livro O Caderno Rosa de Lory Lambi, de Hilda Hilst, passando por fontes literárias e referências diversas, mas, centralmente, parte de relatos de experiência das artistas envolvidas e de outras mulheres. Com esse objetivo, criou-se uma plataforma de internet para o recolhimento de relatos e de diálogo virtual. O espetáculo tem direção de Larissa Lacerda e, no elenco Camila Guilera, Fernanda Beltrão e Fernanda Silva.
O show da banda Las Marditas encerrará a programação do projeto, dia 11, às 17h, no GamBoaMúsica Pôr do Sol. Las Marditas é uma banda feminina, composta pelas artistas Diana Ramos, Larissa Lacerda, Marcela Bellas e Talita Avelino. Mulheres, brasileiras, tocadoras e “não-Amélias” fazem um som pop regional que já estreou com sucesso em diversas casas culturais de Salvador. Para o projeto Diário Rosa prometem um som especial, mostrando ainda mais a potencialidade feminina, no valor de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA) – Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais.