01/08/2017

Nome: Antonio Barreto
Idade: 62 anos
Profissão: Professor e cordelista
Abrindo o mês das culturas populares e em lembrança do Dia do Poeta da Literatura de Cordel, o Cultura em Movimento adentra hoje a poesia que nasceu da sabedoria popular e que faz parte da vida de Antonio Barreto, professor e cordelista reconhecido. Natural de Santa Bárbara, no sertão baiano, a relação de Barreto com a cultura popular começou ainda cedo. “Eu costumava ver na feira as apresentações dos cordelistas, dos repentistas, e aquilo já era uma fonte de estímulo pra mim”, relembra. Vindo a Salvador, não perdeu o gosto, se inspirando em nomes como Rodolfo Cavalcanti e Bule-Bule, porém, focava na sala de aula. Graduado em letras vernáculas e pós-graduado em psicopedagogia e literatura brasileira, ensina língua portuguesa para alunos do fundamental II e ensino médio na escola pública há 25 anos. “Minha experiência na sala de aula eu levo para o cordel e o cordel para a sala de aula. O estímulo maior com o cordel é fazer o aluno se aproximar do livro, da leitura”, explica. A princípio escrevendo para si mesmo, o primeiro cordel publicado veio há 15 anos. De lá pra cá já foram quase 180 títulos publicados, em um trabalho que reflete temas como política, educação, problemas sociais, humor e cultura. Além de continuar ensinando, o cordelista participa de muitos eventos, apresentações e palestras. Entre os momentos mais especiais de que se lembra, foi convidado em 2015 para representar o nosso cordel numa universidade em Paris. E assim o sertão baiano e a nossa cultura popular ganham o mundo.
“O Cordel flui pelas águas
Do rio a simplicidade
Sua nascente vem do campo
Ao abraço com a cidade
Galopando por caminhos
de lonjuras e espinhos
clamando por liberdade…” – Antonio Barreto
Leia outros perfis da série Cultura em Movimento
Idade: 62 anos
Profissão: Professor e cordelista
Abrindo o mês das culturas populares e em lembrança do Dia do Poeta da Literatura de Cordel, o Cultura em Movimento adentra hoje a poesia que nasceu da sabedoria popular e que faz parte da vida de Antonio Barreto, professor e cordelista reconhecido. Natural de Santa Bárbara, no sertão baiano, a relação de Barreto com a cultura popular começou ainda cedo. “Eu costumava ver na feira as apresentações dos cordelistas, dos repentistas, e aquilo já era uma fonte de estímulo pra mim”, relembra. Vindo a Salvador, não perdeu o gosto, se inspirando em nomes como Rodolfo Cavalcanti e Bule-Bule, porém, focava na sala de aula. Graduado em letras vernáculas e pós-graduado em psicopedagogia e literatura brasileira, ensina língua portuguesa para alunos do fundamental II e ensino médio na escola pública há 25 anos. “Minha experiência na sala de aula eu levo para o cordel e o cordel para a sala de aula. O estímulo maior com o cordel é fazer o aluno se aproximar do livro, da leitura”, explica. A princípio escrevendo para si mesmo, o primeiro cordel publicado veio há 15 anos. De lá pra cá já foram quase 180 títulos publicados, em um trabalho que reflete temas como política, educação, problemas sociais, humor e cultura. Além de continuar ensinando, o cordelista participa de muitos eventos, apresentações e palestras. Entre os momentos mais especiais de que se lembra, foi convidado em 2015 para representar o nosso cordel numa universidade em Paris. E assim o sertão baiano e a nossa cultura popular ganham o mundo.
“O Cordel flui pelas águas
Do rio a simplicidade
Sua nascente vem do campo
Ao abraço com a cidade
Galopando por caminhos
de lonjuras e espinhos
clamando por liberdade…” – Antonio Barreto
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