09/08/2017

Um total de 12 peças do rico acervo do Museu de Arte da Bahia foi emprestado ao Museu Afro Brasil, de São Paulo, para fazerem parte da mega exposição "Barroco Ardente e Sincrético" inaugurada no último dia 3. Embarcaram para SP oito telas da Escola Baiana de Pintura e quatro peças da coleção de mobiliário do MAB. São pinturas de José Teófilo de Jesus "Alegoria dos Quatro Continentes (América, Asia, Africa e Europa ) e os Apóstolos São Lucas e São Mateus. De José Rodrigues Nunes, A Flagelação e Ecco Homo.
A exposição do museu paulistano, cujo diretor é o baiano Emanoel Araújo, presta homenagem ao Jubileu de 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, e fica aberta ao público de agosto a dezembro deste ano.
“Essa exposição se ambientaliza com uma cenografia que envolve diferentes aspectos da arte barroca. Da azulejaria às paredes internas das igrejas da Bahia fotografadas por Sílvio Robatto na série ‘Barroco Rebolado’, em que ele visualiza a sensualidade das talhas dos anjos e das figuras mefistofélicas”, diz Emanoel Araujo. Para assinalar o contexto histórico, a exposição registrará a Revolta dos Alfaiates (1798-1799), na Salvador do século XVIII, e apresentará algumas das festas profanas que surgem do advento do barroco: as cavalhadas de Goiás, a luta dos mouros e cristãos, o maracatu, o Rei de Congo e o bumba-meu-boi maranhense. A exposição “Barroco Ardente e Sincrético - Luso-Afro-Brasileiro” ficará em cartaz, no Museu Afro Brasil, até dezembro de 2017.
Museu de Arte da Bahia - O Museu de Arte da Bahia integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). É o mais antigo museu do Estado, criado em 1918 no prédio anexo ao Arquivo Público e transferido em 1982 para sua atual sede, no Corredor da Vitória. O seu acervo é constituído por 13.686 peças adquiridas ao longo do tempo, através da compra pelo Estado da Bahia de obras de grandes coleções particulares.
A exposição do museu paulistano, cujo diretor é o baiano Emanoel Araújo, presta homenagem ao Jubileu de 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, e fica aberta ao público de agosto a dezembro deste ano.
“Essa exposição se ambientaliza com uma cenografia que envolve diferentes aspectos da arte barroca. Da azulejaria às paredes internas das igrejas da Bahia fotografadas por Sílvio Robatto na série ‘Barroco Rebolado’, em que ele visualiza a sensualidade das talhas dos anjos e das figuras mefistofélicas”, diz Emanoel Araujo. Para assinalar o contexto histórico, a exposição registrará a Revolta dos Alfaiates (1798-1799), na Salvador do século XVIII, e apresentará algumas das festas profanas que surgem do advento do barroco: as cavalhadas de Goiás, a luta dos mouros e cristãos, o maracatu, o Rei de Congo e o bumba-meu-boi maranhense. A exposição “Barroco Ardente e Sincrético - Luso-Afro-Brasileiro” ficará em cartaz, no Museu Afro Brasil, até dezembro de 2017.
Museu de Arte da Bahia - O Museu de Arte da Bahia integra os espaços administrados pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). É o mais antigo museu do Estado, criado em 1918 no prédio anexo ao Arquivo Público e transferido em 1982 para sua atual sede, no Corredor da Vitória. O seu acervo é constituído por 13.686 peças adquiridas ao longo do tempo, através da compra pelo Estado da Bahia de obras de grandes coleções particulares.