10/02/2018

Foto: Mariana Campos
A música de orquestra sempre teve papel importante em todos os carnavais, muitas vezes ela pode passar despercebida, mas é sua sonoridade que traz a diversão das antigas marchinhas, por exemplo. Foi pensando nisso que a programação do Largo Pedro Archanjo trouxe a Orquestra ComPassos nesta sexta-feira.
Com a ideia de resgatar sons e ritmos dos antigos bailes carnavalescos, o maestro Raimundo Passos acredita que o Carnaval Pelô Pipoca deve ser o lugar que faz o contraponto à modernidade dos trios elétricos e dos samples. “O Pelourinho resgata todas as criações do passado. Aqui é plural, tem de tudo: reggae, marchas, guitarra baiana, orquestras, encontra de tudo”, acredita.
A deputada estadual Luíza Maia veio ao Pelô justamente pela programação diversa e para reviver os antigos carnavais. “Pelo seu ambiente e sua história, é fundamental o Pelourinho ocupar esse lugar do resgate dos carnavais antigos. As marchinhas são coisas maravilhosas”, comenta Luíza ao apreciar o repertório da Orquestra.
Autora da Lei 12573/12, conhecida como a Lei Antibaixaria, a deputada fala da importância de se ter um ambiente em que todos possam apreciar uma música que não desrespeite os direitos individuais e coletivos de todos os cidadãos. “Nós mulheres não merecemos essa depreciação. E isso que está aí não é brincadeira, isso é uma forma de reforçar o machismo, de reforçar a ideia de que mulher é objeto. Nós exigimos respeito”, reivindica.
Já a veterana do circuito Barra-Ondina, a assistente social Dolores Guerreiro nunca havia curtido o carnaval no Pelô. A convite de uma amiga sua do Rio de Janeiro, ela se diz encantada com o ambiente pacífico do centro da cidade. “Muito bonito, muita paz. O ambiente está muito agradável e seguro, Eu não esperava isso aqui, pois todo mundo fala da violência e até agora eu não vi”, elogia.

Foto: Mariana CamposCom a ideia de resgatar sons e ritmos dos antigos bailes carnavalescos, o maestro Raimundo Passos acredita que o Carnaval Pelô Pipoca deve ser o lugar que faz o contraponto à modernidade dos trios elétricos e dos samples. “O Pelourinho resgata todas as criações do passado. Aqui é plural, tem de tudo: reggae, marchas, guitarra baiana, orquestras, encontra de tudo”, acredita.
A deputada estadual Luíza Maia veio ao Pelô justamente pela programação diversa e para reviver os antigos carnavais. “Pelo seu ambiente e sua história, é fundamental o Pelourinho ocupar esse lugar do resgate dos carnavais antigos. As marchinhas são coisas maravilhosas”, comenta Luíza ao apreciar o repertório da Orquestra.
Autora da Lei 12573/12, conhecida como a Lei Antibaixaria, a deputada fala da importância de se ter um ambiente em que todos possam apreciar uma música que não desrespeite os direitos individuais e coletivos de todos os cidadãos. “Nós mulheres não merecemos essa depreciação. E isso que está aí não é brincadeira, isso é uma forma de reforçar o machismo, de reforçar a ideia de que mulher é objeto. Nós exigimos respeito”, reivindica.
Já a veterana do circuito Barra-Ondina, a assistente social Dolores Guerreiro nunca havia curtido o carnaval no Pelô. A convite de uma amiga sua do Rio de Janeiro, ela se diz encantada com o ambiente pacífico do centro da cidade. “Muito bonito, muita paz. O ambiente está muito agradável e seguro, Eu não esperava isso aqui, pois todo mundo fala da violência e até agora eu não vi”, elogia.

As atrações com música de Orquestra não param por aí no Largo Pedro Arcanjo. No sábado (10), a Orquestra Sanbone Pagode Orquestra apresenta uma mistura entre pagode e música sinfônica. A Orquestra Fred Dantas que é referência nacional na recuperação das marchinhas se apresenta no domingo (11). Considerada a melhor charanga da Bahia, a Orquestra Popular de Maragojipe tem agenda confirmada na segunda-feira (12). Já a Orquestra Sérgio Benutti homenageia a Guitarra Baiana na terça-feira (13).
CARNAVAL DA CULTURA - O Carnaval da Cultura é o carnaval da democracia e da diversidade e do folião pipoca, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca e Carnaval Ouro Negro. A programação completa de nossa festa está disponível nos sites www.cultura.ba.gov.br e www.carnaval.bahia.com.br
CARNAVAL DA CULTURA - O Carnaval da Cultura é o carnaval da democracia e da diversidade e do folião pipoca, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca e Carnaval Ouro Negro. A programação completa de nossa festa está disponível nos sites www.cultura.ba.gov.br e www.carnaval.bahia.com.br