13/02/2018
Pali/Foto: Lucas Rosário
O rei do reggae, Bob Marley, dizia que "o reggae não é para se ouvir, é para se sentir. Quem não o sente não o conhece". E foi justamente nessa vibração de sentir a música e conhecer a mensagem de paz e justiça, que o público curtiu a programação especial para os amantes do gênero musical, nesta segunda-feira (12), nos largos Tereza Batista e Pedro Archanjo.
Coube à argentina Pali abrir, às 17h, a "segunda do reggae", no Pelourinho. No Largo Tereza Batista, o trombone, marca registrada da artista, criou uma atmosfera sonora com referências à música jamaicana, além de apresentar no repertório clássicos de Edson Gomes. A argentina chegou à Bahia em 2014 e participou de vários grupos musicais, além de vários discos como backing-vocal. Pali participou da orquestra Obinrin, que acompanhou a visita da africana Sayon Bamba, na viagem pela Bahia, regida pelo maestro Letieres Leite.
Coube à argentina Pali abrir, às 17h, a "segunda do reggae", no Pelourinho. No Largo Tereza Batista, o trombone, marca registrada da artista, criou uma atmosfera sonora com referências à música jamaicana, além de apresentar no repertório clássicos de Edson Gomes. A argentina chegou à Bahia em 2014 e participou de vários grupos musicais, além de vários discos como backing-vocal. Pali participou da orquestra Obinrin, que acompanhou a visita da africana Sayon Bamba, na viagem pela Bahia, regida pelo maestro Letieres Leite.

Jô Kallado/Foto: Alexandra Martins Costa
Quando o relógio cravou 22h, o compasso e o balanço do reggae dominaram os largos Tereza Batista e Pedro Archanjo. De um lado, a cantora Jô Kallado preparou um show em homenagem a Bob Marley, que completaria 73 anos no último dia 6 de fevereiro. Com mais de 20 anos de carreira, Jô faz o segundo Carnaval em carreira solo. Com sua voz marcante, além das canções de Marley, o público dançou aos grandes sucessos de Gregory Isaac, Alpha Blondy, Adão Negro entre outros. “É sempre mágico tocar no Pelô, por isso preparamos um show com muito carinho e essa homenagem para Bob Marley”, revelou.
Ao atravessar a rua, a banda soteropolitana Tallowah Roots apresentava canções autorais, que retratam a fé e a perseverança para superar os problemas cotidianos. No repertório, canções autorais do 1° álbum “Atitude, consciência e fé” e do segundo CD “Sem medo de errar”, além de releituras de grandes nomes do reggae nacional e mundial.
“Para nós é uma honra e um sonho realizado tocar no Pelourinho, local importante para a história do povo negro. No ano em que o tema do Carnaval é a Revolta dos Búzios é sempre bom relembrar que a nossa luta por igualdade e justiça contínua e a música é um instrumento desta batalha”, revelou Ivan Almeida, vocalista da Tallowah.
Ao atravessar a rua, a banda soteropolitana Tallowah Roots apresentava canções autorais, que retratam a fé e a perseverança para superar os problemas cotidianos. No repertório, canções autorais do 1° álbum “Atitude, consciência e fé” e do segundo CD “Sem medo de errar”, além de releituras de grandes nomes do reggae nacional e mundial.
“Para nós é uma honra e um sonho realizado tocar no Pelourinho, local importante para a história do povo negro. No ano em que o tema do Carnaval é a Revolta dos Búzios é sempre bom relembrar que a nossa luta por igualdade e justiça contínua e a música é um instrumento desta batalha”, revelou Ivan Almeida, vocalista da Tallowah.

Tallowah/Foto: Alexandra Martins Costa
Criada em 2001, Tallowah saiu do Subúrbio Ferroviário de Salvador e se consolida como uma das revelações da cena reggae de Salvador, com influências do R&B, New Roots, MPB e a música baiana.
CARNAVAL DA CULTURA - O Carnaval da Cultura é o carnaval da democracia e da diversidade e do folião pipoca, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca e Carnaval Ouro Negro. A programação completa de nossa festa está disponível nos sites www.cultura.ba.gov.br e www.carnaval.bahia.com.br.
CARNAVAL DA CULTURA - O Carnaval da Cultura é o carnaval da democracia e da diversidade e do folião pipoca, que leva para as ruas, durante todos os dias e circuitos da folia, a mistura de ritmos e gêneros musicais e, principalmente, a estética e a arte de diferentes artistas, grupos e entidades culturais da Bahia. São centenas de atrações e shows gratuitos de afoxé, samba, reggae, axé, pop, MPB, fanfarras e muito mais. É diversão garantida para todos os gostos e estilos no espaço público da rua para alegria do folião. O Carnaval da Cultura – uma realização da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, por meio do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI) – está organizado a partir de quatro programas: Carnaval do Pelô, Carnaval Pipoca e Carnaval Ouro Negro. A programação completa de nossa festa está disponível nos sites www.cultura.ba.gov.br e www.carnaval.bahia.com.br.