09/11/2018

Foto: Lucas Rosário
As atividades que integram o Novembro Negro da Bahia, calendário pioneiro de mobilizações do movimento negro, foram apresentadas no Teatro Castro Alves (TCA) durante a abertura oficial do Novembro Negro, na noite desta quinta-feira (8), com a apresentação do Bando de Teatro Olodum e do cantor Lazzo Matumbi.
Ao longo do mês, o governo estadual através da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e demais órgãos estatuais, realiza e apoia diversas atividades, como caminhadas, seminários, rodas de diálogo, campanhas, homenagens a heróis e heroínas da luta do povo negro, a exemplo do líder quilombola Zumbi dos Palmares, além de projetos apoiados pelo edital da Década Internacional Afrodescendente, lançado pela Sepromi.
Para celebrar o Novembro Negro, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBa) também organizou através de suas unidades vinculadas uma programação especial, que inclui muita dança, música, arte, exposições e lançamento de livros, entre outras atividades culturais.
Ao longo do mês, o governo estadual através da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e demais órgãos estatuais, realiza e apoia diversas atividades, como caminhadas, seminários, rodas de diálogo, campanhas, homenagens a heróis e heroínas da luta do povo negro, a exemplo do líder quilombola Zumbi dos Palmares, além de projetos apoiados pelo edital da Década Internacional Afrodescendente, lançado pela Sepromi.
Para celebrar o Novembro Negro, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBa) também organizou através de suas unidades vinculadas uma programação especial, que inclui muita dança, música, arte, exposições e lançamento de livros, entre outras atividades culturais.
O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) expõe até o dia 30, de terça a sábado, das 13h às 18h, com entrada gratuita, 23 obras de Mestre Didi. Sem esquecer a dura poesia do povo negro da Bahia, Mestre Didi não romantiza, apresenta a cultura brasileira nas suas matrizes, e as apresenta enquanto realidade transfigurada dos objetos ritualísticos de seu culto para uma linguagem contemporânea e universal.
Com nova expografia, o Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho), também reabre, no dia 23, as três salas que abrigam a Coleção de Arte Africana Claudio Masella. Para esta nova exposição foram selecionadas 161 peças, divididas em três núcleos expositivos que exploram o colecionador (e sua coleção), a questão das identidades africanas e a ancestralidade africana e afro-brasileira. O Centro Cultural Solar Ferrão é administrado pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/Ipac), da SecultBa.
Ainda no âmbito da programação da Secretaria de Cultura, a Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBa) realiza no sábado (10), das 15h às 17h, na Praça da Cruz Caída, no Pelourinho, uma mostra gratuita de dança. Os 12 grupos residentes do Centro de Formação em Artes da Funceb apresentarão o resultado dos trabalhos realizados este ano na Mostra Artística dos Grupos Residentes 2018.
Ainda no âmbito da programação da Secretaria de Cultura, a Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb/SecultBa) realiza no sábado (10), das 15h às 17h, na Praça da Cruz Caída, no Pelourinho, uma mostra gratuita de dança. Os 12 grupos residentes do Centro de Formação em Artes da Funceb apresentarão o resultado dos trabalhos realizados este ano na Mostra Artística dos Grupos Residentes 2018.
Leitura - As Bibliotecas Juracy Magalhães Júnior de Itaparica e do Rio Vermelho fazem os lançamentos dos livros “Calu: uma menina cheia de histórias”, de Cassia Valle, e “Percursos para o Reconhecimento, Igualdade e Respeito”, do autor Jacques d’Adesky, respectivamente. As atividades, que integram as comemorações pelo 20 de novembro, data da Consciência Negra, acontecem na quinta-feira (22), às 10h, em Itaparica, com o relançamento do livro Calu: uma menina cheia de histórias, que se tornou parte da diversidade cultural do lugar.
Já na sexta-feira (23), às 14h, a biblioteca do Rio Vermelho recebe o escritor Jacques d’Adesky para o lançamento do livro Percursos para o Reconhecimento, Igualdade e Respeito. O evento terá a participação da Camerata da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), Quadro solar, apresentando ao público um repertório que mescla canções clássicas a populares.
Em homenagem ao Novembro Negro, a Biblioteca Central do Estado da Bahia (BCEB/Barris) exibe documentários que fortalecem a memória sobre a importância da história da população negra. Entre as exibições está o documentário O Jardim das Folhas Sagradas, do baiano Póla Ribeiro.
Em homenagem ao Novembro Negro, a Biblioteca Central do Estado da Bahia (BCEB/Barris) exibe documentários que fortalecem a memória sobre a importância da história da população negra. Entre as exibições está o documentário O Jardim das Folhas Sagradas, do baiano Póla Ribeiro.
No Pelourinho, a Biblioteca Anísio Teixeira (BAT/Pelourinho) oferece ao usuário o filme Malcon X, que aborda a vida do ativista de direitos humanos dos Estados Unidos da América. A unidade também oferece a possibilidade de que o usuário decida em qual dia e horário quer ver um filme através do projeto Escolha seu filme - agende sua hora. Juntamente com a BAT, a Biblioteca Infantil Monteiro Lobato (BIML/Nazaré), preparou para o público infantil a exibição do filme Kiriku e a Feiticeira, de Michel Ocelot.
20 de novembro - O dia 20 de novembro foi instituído como o ‘Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra’ em alusão ao líder negro Zumbi dos Palmares, falecido neste mesmo dia, em 1695. A medida tem como base legal a Lei Federal 12.519/11, em atendimento à demanda histórica do movimento negro no Brasil, que elegeu a figura de Zumbi como um símbolo da luta e resistência dos negros escravizados no país. Zumbi liderou o Quilombo dos Palmares (União dos Palmares, Alagoas), comunidade formada por escravos fugitivos das fazendas no Brasil colonial. O quilombo também foi palco da luta pela liberdade de culto religioso e prática da cultura africana.